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Violência na Grande Vitória

Tiros, correria e medo: ataque mata quatro pessoas da mesma família em Cariacica

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POLÌCIA

Moradores relataram sequência de disparos e correria no bairro; uma quinta vítima baleada conseguiu chegar sozinha ao PA de Flexal II

Por Laura Mel*

Quatro pessoas de uma mesma família foram mortas a tiros no início da tarde deste sábado (23), no bairro Flexal II, em Cariacica. Além das vítimas, uma quinta pessoa foi baleada e socorrida após conseguir chegar sozinha ao pronto-atendimento do bairro.

Segundo informações registradas no boletim de atendimento do Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), o crime mobilizou equipes das polícias militar e civil, além do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), após moradores relatarem diversos disparos de arma de fogo na região.

De acordo com o registro, o primeiro chamado foi recebido às 13h11, informando que havia um homem baleado no bairro. Minutos depois, o serviço de emergência recebeu novas ligações de moradores relatando tiros em sequência, correria e medo de uma possível chacina.

A Polícia Militar confirmou, às 13h40, que quatro vítimas morreram no local. O crime aconteceu em uma área de morro entre a Rua Davi, na Escadaria Boa Vista, e a Rua Sagrada Família. A informação é de que as pessoas da família estavam trabalhando em um terreno quando foram assassinadas.

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Homem baleado no peito buscou socorro sozinho

Segundo o boletim do Ciodes, uma quinta vítima foi baleada na região do peito, mas conseguiu escapar. O homem deu entrada no Pronto-Atendimento de Flexal II, caminhando sozinho até a unidade.

Devido à gravidade dos ferimentos, o Samu foi acionado para transferir a vítima a um hospital.

Ainda conforme os registros, uma viatura da Polícia Militar foi acionada oficialmente às 13h22 para atender a ocorrência.

Polícia Civil investiga autoria e motivação

Após a confirmação das mortes, foram acionados o Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), a perícia da Polícia Civil e o Instituto Médico Legal (IML).

Em nota, a Polícia Civil informou que a ocorrência segue em andamento no plantão do DEHPP. Até o momento, a autoria e a motivação do crime não foram confirmadas pela polícia.

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  • Folha Vitória – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Ana Carolini Mota
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POLÌCIA

PF investiga fraude milionária contra a Caixa em Linhares

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Investigação aponta que empresa utilizava duplicatas sem comprovação comercial para obter crédito bancário

Por Maria Clara Leitão*

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (19), a Operação Lastro, com o objetivo de investigar uma suposta fraude bancária contra a Caixa Econômica Federal em Linhares. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no município no Norte do Estado.

Segundo a investigação, uma empresa utilizaria o sistema de desconto de duplicatas da instituição financeira para obter crédito bancário por meio da emissão de títulos sem comprovação de relação comercial legítima.

Os documentos eram vinculados a supostos compradores que, posteriormente, negaram qualquer negociação com a empresa investigada.

Como o esquema funcionava?

As apurações apontam que o esquema teria começado com operações dentro do limite de crédito disponibilizado regularmente pelo banco, o que teria dado aparência de legalidade às movimentações financeiras. Em seguida, passaram a ser emitidas duplicatas sem circulação mercantil ou prestação de serviços correspondente.

Ainda conforme a investigação, os títulos eram descontados por meio do internet banking empresarial, com os valores sendo creditados diretamente na conta da empresa.

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Os boletos de cobrança não eram encaminhados aos supostos sacados, circunstância que teria retardado a identificação da fraude.

Fraude foi descoberta após cobranças

O caso começou a ser descoberto após empresas procurarem a Caixa Econômica Federal relatando cobranças relacionadas a títulos que afirmavam desconhecer.

Durante as investigações, a PF realizou oitivas, análises documentais e exames telemáticos.

Análises documentais e exames telemáticos permitiram identificar dispositivos eletrônicos utilizados nos acessos bancários vinculados às operações investigadas, além de indícios relacionados à atuação dos investigados na rotina comercial, documental e financeira da empresa.

Os investigados poderão responder pelo crime de duplicata simulada, previsto no artigo 172 do Código Penal, cuja pena varia de dois a quatro anos de detenção, além de multa.

O que diz a Caixa

A Caixa informou, por meio de nota, que colabora com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem fraudes e golpes. Tais informações são consideradas sigilosas e repassadas exclusivamente à Polícia Federal e demais órgãos competentes, para análise e investigação.

O banco ressalta que monitora ininterruptamente seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos.

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A Caixa informou que possui estratégia, políticas e procedimentos de segurança para a proteção dos dados e operações de seus clientes e dispõe de tecnologias e equipes especializadas para garantir segurança aos seus processos e canais de atendimento.


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  • Foto destaque: Reprodução / Internet
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