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A doença da Princesa

Kate Middleton anuncia que está com câncer e dá detalhes do tratamento

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INTERNACIONAL

Informação foi confirmada pela própria Princesa de Gales nesta sexta-feira (22)

Kate Middleton se pronunciou nesta sexta-feira (22) através de um vídeo e anunciou que está com câncer. A informação foi confirmada pela própria Princesa de Gales.

Ao longo de um vídeo de 2 minutos e 20 segundos, Middleton disse que já deu início ao tratamento e está se submetendo a sessões de quimioterapia. De acordo com a Princesa de Gales, ela também passou por uma cirurgia.

“Eu queria agradecer as mensagens de apoio. Foram meses muito difíceis para nossa família. Eu agradeço minha equipe médica. Em janeiro, eu passei por uma grande cirurgia abdominal e na ocasião pensou-se que minha condição não era de câncer. A cirurgia foi bem-sucedida, no entanto exames após a operação notaram que havia câncer. Minha equipe médica aconselhou que eu me submetesse a uma quimioterapia preventiva, e agora estou nos estágios iniciais desse tratamento”, declarou.

No vídeo, Kate afirma que levou tempo para fazer o anúncio oficial por conta da recuperação da cirurgia, do tratamento e também para explicar a situação aos três filhos, George, Charlotte e Louis, e garantir que ela ficará bem.

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“Precisamos de tempo, espaço e privacidade enquanto eu completo meu tratamento. Eu preciso me concentrar em uma recuperação plena”, completou.

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Vale ressaltar que o estado de saúde de Kate gerou muitas especulações nos últimos meses. Em janeiro, o Palácio de Kensington divulgou que a Princesa de Gales passou por uma cirurgia abdominal. Ela passou 13 dias internada em um hospital de Londres e após receber alta, permaneceu afastada da agenda oficial.

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* Informações de agências internacionais

* Fotos: Reprodução de mídias sociais

 

 

 

 

 

 

 

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INTERNACIONAL

Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo

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Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas

Sarah Khalifaapresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.

Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.

Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.

De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.

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A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.

Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.

Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.

A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.

Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.

O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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