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Após 24 anos em coma, o desenlace

Morte de “Clarinha”: médico quer dar enterro digno para paciente misteriosa do ES

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Clarinha, como ficou conhecida, morreu nesta quinta-feira (14). Ela estava há 24 anos internada após sofrer um acidente em Vitória

Vitória – ES

O médico Jorge Luiz Potratz falou pela primeira vez sobre a morte de “Clarinha”, como ficou conhecida a paciente que ficou 24 anos internada em um hospital em Vitória sem identificação.

Clarinha foi apelidada desta forma por causa da cor da pele, que era muito branca. Ela foi vítima de um atropelamento em 12 de junho de 2000, em Vitória. 

No dia do acidente, a jovem não tinha nenhum documento de identificação. Desde então, equipes médicas tentam identificá-la, mas, até o momento, a real identidade nunca foi confirmada.

Desde 2001 ela estava internada no Hospital da Polícia Militar (HPM), no bairro Bento Ferreira. “Era uma pessoa muito especial para nós. Ela chegou em 2001 na nossa enfermaria, onde eu era o coordenador, a gente começou a desenvolver o trabalho com ela e demos assistência médica digna ao longo dessas duas décadas”, disse.

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O médico explicou que, nesta quinta-feira (14), Clarinha foi acometida de um mal súbito, com vômito e bronco-aspiração, que acabou acarretando em um quadro de instabilidade respiratória. Ela foi atendida pela equipe médica, mas não resistiu.

O corpo foi encaminhado ao Departamento Médico Legal, em Vitória, para passar por procedimentos legais. A Diretoria de Saúde da Polícia Militar, responsável pelo hospital onde ela estava internada, disse que acionou o Ministério Público para a adoção das medidas administrativas que permitam o sepultamento de Clarinha.

Jorge Luiz Potratz destacou que a equipe fará o possível para dar um sepultamento digno à Clarinha. “Estamos tentando fazer um sepultamento para ela com mais dignidade. Vamos prestar um enterro digno para ela”, destacou.

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* Informações Folha Vitória / Foto: Reprodução – FV

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Corpo de jovem que desapareceu no mar em Vila Velha é encontrado

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Arthur Mulinari de Oliveira surfava com um amigo quando uma forte onda atingiu os dois

Por Ana Piontkowski*

corpo de Arthur Mulinari de Oliveira, de 22 anos, foi encontrado em frente ao Posto de Guarda-vidas 15, na Praia de Itaparica, em Vila Velha, conforme apurado pela repórter Gabriela Valdetaro, da Tv Vitória/Record.

O Corpo de Bombeiros confirmou que a localização do corpo de Arthur, por volta de 14h desta quinta-feira (09).

A perícia da Polícia Científica (PCIES) informou que foi acionada, e que a ocorrência está em andamento, porém ainda não há informações adicionais. O corpo da vítima será encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) em Vitória, onde passará pelo processo de necropsia e, depois será liberado para os familiares.

O jovem estava desaparecido desde a manhã de terça-feira (7) após uma forte onda atingir ele e um amigo enquanto surfavam. O irmão de Arthur, Welker Mulinari, afirmou que o colega conseguiu voltar à superfície, porém o jovem desapareceu. A família informou que ele fazia aulas de surfe há dois meses e não sabia nadar.

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Nos últimos dias, equipes do Corpo de Bombeiro procuraram por Arthur, porém os familiares já não tinham esperança de encontrá-lo com vida.

“A certeza de que a gente perdeu o nosso irmão já é garantida. Mas temos a alegria, falo dessa forma, de conseguir localizar o corpo para dar um velório digno, um enterro digno para a nossa família e sentir que ele realmente descansou, sentir que perdemos, mas tivemos um último contato”, afirmou Welker.

Trecho da Praia de Itaparica exige atenção

O Corpo de Bombeiros alerta que o trecho onde ocorreu o afogamento apresenta condições mais severas de navegação, com forte incidência de correntes e ondas, sendo recomendado apenas para praticantes com experiência.

Os guarda-vidas reforçam que banhistas e surfistas devem observar as orientações das equipes de salvamento e evitar entrar no mar quando houver risco elevado.

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  • Folha Vitória – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / TV Vitória
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