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Trabalho & Oportunidade

Suzano fortalece comunidade local com recrutamento para nova fábrica de papel tissue em Aracruz

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Empresa enfatiza diversidade e inclusão ao selecionar 60% dos candidatos oriundos de comunidades do litoral e aldeias indígenas

Aracruz / ES

A Suzano finalizou o primeiro processo seletivo para sua nova fábrica de papel tissue, que está sendo construída em Aracruz. O preenchimento das 30 vagas disponíveis nas áreas de operação de conversão e de manutenção mecânica e elétrica revelou um dado significativo: todos os candidatos selecionados residem na região de Aracruz, sendo 60% vindo das comunidades do litoral e indígenas locais. Treze são do Centro de Aracruz, oito da Barra do Riacho, dois da Barra do Sahy, dois de Caieiras Velha, dois de Irajá, um da Vila do Riacho, um do Mar Azul e um da Aldeia Pau Brasil.

O resultado é mais um fator indicativo da Suzano com o desenvolvimento social e econômico das regiões onde atua e um exemplo do alinhamento da empresa com seus valores de diversidade e inclusão. As oportunidades de emprego foram direcionadas destacando a estratégia da Suzano de investir no potencial da mão de obra local e fortalecer a economia do norte do Espírito Santo.

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André Victor Arribamar Amaral, Gerente de Gente e Gestão de Bens de Consumo da Suzano, comentou: “Quando abrimos o processo seletivo nós informamos que sairiam na frente as pessoas que acreditassem nos valores da empresa, tivessem iniciativa e perfil protagonista para propor soluções. O efeito está aí, é algo compatível com o que queríamos e estamos satisfeitos pela inclusão de candidatos locais. É um passo importante para criarmos conexão com a comunidade e garantir que nossa nova fábrica não apenas produza excelentes produtos, mas também gere um impacto positivo localmente”.

Todos os aprovados foram recrutados como treinando, pelo regime CLT, e agora seguirão para o processo de treinamento a fim de obter conhecimento técnico em tissue, que é um material de alta absorção utilizado na fabricação de papéis sanitários e outros. O treinamento é composto por duas etapas: capacitação teórica de conhecimentos na operação específica, com duração de aproximadamente três meses, no Senai de Aracruz; e capacitação prática de conhecimentos técnicos da operação tissue em Cachoeiro de Itapemirim (ES) e em Mucuri (BA), com a mesma duração aproximada.

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O Consultor de Relacionamento Social da Suzano, Gerson Peixoto, reiterou o compromisso da empresa com as pessoas em geral. “A Suzano tem um forte compromisso com a diversidade e a inclusão em todas as suas operações, então a gente se dedica em apoiar e valorizar a mão de obra local, pois isso contribui para o desenvolvimento sustentável da cidade e para a construção de um futuro mais equitativo para todos”, explicou.

A nova fábrica de papel tissue da Suzano visa atender às crescentes demandas do mercado e irá representar uma importante fonte de desenvolvimento e oportunidades para Aracruz.

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* Da Redação / Com informações da Pauta 6 Comunicação – Vitor Vincentis

* Foto: Divulgação / P6 Comunicação

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“Virou tudo cinza”: incêndio em apartamento de Jardim Camburi deixa aposentado sem nada

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Chamas e fumaça acabaram com o imóvel onde o aposentado Deilson Beltrame vivia há mais de quatro décadas

Por Laura Mel* / Vitória – ES

Depois de mais de quatro décadas vivendo no mesmo endereço, o aposentado Deilson Beltrame agora tenta recomeçar do zero. O apartamento onde morava, em Jardim Camburi, Vitória, foi destruído por um incêndio, na noite desta quarta-feira (15).

O morador contou que perdeu tudo, incluindo móveis, roupas e pertences do neto e da filha que moravam com ele, mas que não estavam em casa quando o fogo começou.

“Começou em cima do colchão, em um carregador de celular. Eu esqueci ele conectado à tomada. Estava sem o celular, mas estava conectado. Aí não sobrou nada”, disse Deilson Beltrame.

Além dos prejuízos materiais, ele também perdeu objetos pessoais que guardava da esposa, que morreu há um ano.

Apartamento não tinha seguro

Sem seguro para cobrir os danos internos, o morador terá que arcar sozinho com os custos da reconstrução. Deilson optou por não acionar a perícia do Corpo de Bombeiros para formalizar a causa do incêndio.

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Segundo ele, a decisão foi tomada diante da burocracia exigida para tentar acionar o seguro do condomínio, que não cobre danos internos ao imóvel. “Se eu for fazer por seguro, é uma amolação tremenda. São três orçamentos para cada tipo de trabalho”, afirmou.

De acordo com Deilson, a cobertura disponível no prédio se restringe a áreas comuns e não contempla perdas dentro dos apartamentos, o que o deixa responsável por todos os custos da reforma. O prejuízo estimado é de R$ 100 mil.

“Eu vou ter que trocar o piso todo, reformar o teto, que caiu. Acabou ventilador, ar-condicionado, cama, colchão, guarda-roupa… virou tudo cinza”.

Na noite do incêndio, o aposentado foi acolhido por vizinhos. A filha e o neto também precisaram buscar abrigo em casas de conhecidos. Apesar da destruição, ele destaca que conseguiu sair a tempo com a cachorrinha de estimação.

Incêndio destruiu quartos e danificou restante do imóvel

O incêndio atingiu o apartamento que fica no terceiro andar de um condomínio e mobilizou o Corpo de Bombeiros. Imagens registradas no momento mostram uma grande quantidade de fogo e fumaça preta saindo pela janela. A rua precisou ser interditada durante o atendimento da ocorrência.

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De acordo com os bombeiros, o fogo se espalhou rapidamente e destruiu quase todo o imóvel. Apenas a cozinha não foi atingida diretamente pelas chamas, mas ficou comprometida pela fumaça. O teto sofreu danos, com queda de gesso e reboco.

Como ajudar

Sem chave Pix, Deilson disponibilizou um telefone para quem quiser e puder contribuir com doações ou qualquer tipo de ajuda: (27) 99957-0202.

 A família precisa de móveis, roupas e apoio para a reconstrução do imóvel.

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  • Folha Vitória – Conteúdo / Com informações da repórter Alessandra Ximenes, da TV Vitória/Record, 
  • Foto Destaque; Crédito – TV Vitória / Record
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