Saúde / Prevenção
Dengue: Secretaria Municipal de Saúde orienta quando buscar atendimento na Unidade Básica de Saúde e Pronto Atendimento
Medicina & Saúde
Vitória – ES
A rede de serviços da Secretaria Municipal de Saúde de Vitória (Semus) conta com 29 Unidades de Saúde e dois Prontos Atendimentos para os atendimentos da população. As Unidades de Saúde estão preparadas para tratar os casos leves da enfermidade, com consultas médicas e de enfermagem, exames e até hidratação venosa, caso necessário. Já para os sintomas que requerem mais atenção a recomendação da Semus é procurar o Pronto Atendimento (PA).

Unidade de Saúde de Jardim Camburi (UBS)
“Na maioria dos casos de dengue a população apresenta sintomas leves, como dor no corpo, dor de cabeça, dor nos olhos, manchas no corpo, fadiga e febre. Nestes casos, a orientação é buscar atendimento na Unidade de Saúde do seu bairro. Já em caso de dor abdominal intensa, vômitos persistentes, tonteira e/ou desmaio, sangramento de nariz, gengiva e outros, o paciente precisa imediatamente buscar atendimento no Pronto Atendimento”, explica Aline Areias, referência técnica das Arboviroses.

Cuidados com a dengue
“As residências são os maiores criadouros dos mosquitos. 90% dos focos dos mosquitos estão dentro de casa. A limpeza é importante para que seja dado um fim no ciclo de vida do Aedes aegypti e a casa não seja vetora para a doença. São poucos minutos para que os moradores vejam seus quintais. Precisamos do envolvimento de todos no combate ao mosquito”, disse a secretária de Saúde de Vitória, Magda Lamborghini.
Pronto Atendimento da Praia do Suá
- Informações da Secretaria de Saúde – PMV
- Foto: Reprodução – Rede Sociais
Medicina & Saúde
Salsicha é realmente o pior alimento do mundo? Entenda o que a ciência diz
Conservantes podem gerar substâncias nocivas.
Por Gabriele Ferreira*
A salsicha, assim como outros embutidos, costuma ser classificada por órgãos de saúde como um alimento ultraprocessado associado a riscos aumentados de doenças, principalmente quando consumido com frequência. A Organização Mundial da Saúde, por meio da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, inclui carnes processadas como salsicha, bacon e presunto no grupo de substâncias com evidência de relação com o câncer em humanos, especialmente o colorretal.

Segundo essas avaliações científicas, o problema não está em consumir o alimento ocasionalmente, mas no consumo frequente e em grandes quantidades. Estudos apontam que o processamento da carne — como cura, defumação e uso de conservantes como nitritos — pode gerar compostos químicos que, ao longo do tempo, aumentam o risco de danos celulares no organismo.
Além do possível risco cancerígeno, a salsicha também é frequentemente criticada por seu perfil nutricional: alto teor de sódio, gordura saturada e aditivos, com baixo valor de fibras e nutrientes essenciais. Por isso, especialistas em saúde pública costumam recomendar que esses produtos sejam consumidos apenas de forma eventual, dentro de uma alimentação equilibrada baseada em alimentos in natura ou minimamente processados.
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*MSN – Conteúdo
*Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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