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História / Os Notáveis Brasileiros

Santos Dumont Pai da Aviação – 150 anos de nascimento

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GERAL

O brasileiro não costuma cultivar seus feitos históricos e muito menos valorizar os grandes compatriotas que muito fizeram pelo País e deixaram um grande legado para a humanidade. Talvez seja devido à falta de referência em um país que a corrupção é notícia recorrente na vida brasileira e o futebol e artistas globais são tidos como celebridades e não simplesmente como famosos e, em alguns, casos medíocres.

São poucos que podemos destacar ao pinçarmos as personalidades da nossa história. Pedro II, Irineu Evangelista (Barão de Mauá) e Alberto Santos Dumont, certamente os mais notáveis. Aqui vamos falar de um deles, Santos Dumont, que estaria fazendo 150 anos de nascimento, neste 20 de julho.

Alberto Santos Dumont

Alberto Santos Dumont, foi um aeronauta, esportista, autodidata e inventor brasileiro que nasceu em Palmira (MG) em 20 de julho de 1873 e faleceu em 23 de julho de 1932, na cidade de Guarujá, em São Paulo. Foi reconhecido como o pai da aviação, tendo realizado o primeiro voo homologado da história.

Santos Dumont projetou, construiu e voou os primeiros balões dirigíveis com motor a gasolina. Esse mérito lhe é garantido internacionalmente pela conquista do Prêmio Deutsch em 1901, quando em um voo contornou a Torre Eiffel com o seu dirigível Nº 6, transformando-se em uma das pessoas mais famosas do mundo durante o século XX. Com a vitória no Prêmio Deutsch, ele também foi, portanto, o primeiro a cumprir um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e populares.

Também foi o primeiro a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina. Em 23 de outubro de 1906 voou cerca de sessenta metros a uma altura de dois a três metros com o Oiseau de Proie (francês para “ave de rapina“), no Campo de Bagatelle, em Paris. Menos de um mês depois, em 12 de novembro, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de seis metros com o Oiseau de Proie III. Esses voos foram os primeiros homologados pelo Aeroclube da França de um aparelho mais pesado que o ar, e possivelmente a primeira demonstração pública de um veículo levantando voo por seus próprios meios, sem a necessidade de uma rampa para lançamento.

Infância

Alberto Santos Dumont foi o sexto filho de Henrique Dumont, engenheiro formado pela Escola Central de Artes e Manufaturas de Paris, e Francisca de Paula Santos. O casal teve ao todo oito descendentes, três homens e cinco mulheres. Em 1873, a família se mudou para a pequena cidade de Cabangu, no município de João Aires, para que seu pai, o engenheiro Henrique Dumont, participasse da construção da estrada de ferro D. Pedro II. A obra terminou quando Alberto tinha 6 anos, e de lá a família foi para São Paulo. Foi nesse lugar que Santos Dumont começou a dar mostras, por assim dizer, dos trabalhos aeronáuticos que tanto destaque lhe trariam, pois, conforme declarações dos seus pais, com apenas um ano ele costumava furar balõezinhos de borracha para ver o que tinham dentro. Foi em Valença que ocorreu o batismo de Santos Dumont, na Matriz de Santa Teresa, em 20 de fevereiro de 1877, pelo padre Teodoro Teotônio da Silva Carolina.

Em 1879, os Dumont venderam a fazenda do casal em ValençaRio de Janeiro, e se estabeleceram no Sítio do Cascavel, em Ribeirão Preto, onde compraram a Fazenda Arindeúva. Até os 10 anos, foi alfabetizado por sua irmã mais velha, Virgínia. Dos 10 aos 12, estudou no Colégio Culto à Ciência, sem ter destacado-se entre as turmas. Depois estudou no Colégio Kopke em São Paulo, Colégio Morton, no Colégio Menezes Vieira no Rio de Janeiro, e posteriormente na Escola de Engenharia de Minas, sem ter terminado o curso. Porém, ele não era considerado um aluno notável, tendo estudado somente o que tinha interesse e estendendo seus estudos de forma autodidata na biblioteca de seu pai. Nessa época ele já apresentava os modos refinados que futuramente viriam a fazer parte da sua imagem na França, além de apresentar uma personalidade introvertida. Alberto viu seu primeiro voo tripulado em São Paulo aos 15 anos, em 1888, quando o aeronauta Stanley Spencer subiu num balão esférico e desceu de para-quedas, Após uma viagem que a família Dumont realizou para Paris em 1891, Santos Dumont começou a despertar-se para área mecânica, principalmente para o “motor de combustão interna“, que culminou posteriormente com a construção de um balão (sem motor), que mais tarde chegou à criação de seu avião. Desde então, o jovem sonhador não parou mais de buscar alternativas, vindo a receber da Câmara Municipal de Ribeirão Preto, em 1903, uma subvenção de um conto de réis para que prosseguisse as pesquisas que, três anos depois, resultaram na invenção do avião. Porém, em jornal da época, é dito que Dumont só aceitaria se “…aquella importancia fosse destinada a um premio de concurso de aeronaves”.

Santos Dumont lembraria com saudosismo os tempos passados na fazenda paterna, onde desfrutava da mais ampla liberdade:

“Vivi ali uma vida livre, indispensável para formar o temperamento e o gosto pela aventura. Desde a infância eu tinha uma grande queda por coisas mecânicas e, como todos os que possuem ou pensam possuir uma vocação, eu cultivava a minha com cuidado e paixão. Eu sempre brincava de imaginar e construir pequenos engenhos mecânicos, que me distraíam e me valiam grande consideração na família. Minha maior alegria era me ocupar das instalações mecânicas de meu pai. Esse era o meu departamento, o que me deixava muito orgulhoso”.

Com apenas sete anos Santos Dumont já guiava os locomóveis da fazenda, e aos doze se divertia como maquinista das locomotivas, capazes de fatigar um homem com o triplo da sua idade, mas a velocidade realizável em terra não lhe bastava. Ao observar as máquinas de café ele logo aprendeu que as máquinas oscilatórias desgastavam mais, enquanto as de movimento circular eram mais eficientes.

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Ao ler as obras do escritor francês Júlio Verne, com cujos heróis ficcionais ele foi comparado no decorrer da vida, e quem ele conheceria na fase adulta, nasceu em Santos Dumont o desejo de conquistar o ar. Os submarinos, os balões, os transatlânticos e todos os outros meios de transporte que o fértil romancista previu em suas obras exerceram uma profunda impressão na mente do rapaz.

A tecnologia o fascinava. Começou a construir pipas e pequenos aeroplanos movidos por uma hélice acionada por molas de borracha torcida, como ele mesmo diz em comentário a carta que recebeu no dia em que ganhou o prêmio Deutsch, relembrando a infância: “Esta carta me transporta aos dias mais felizes da minha vida, quando à espera de melhores oportunidades, eu me exercitava construindo aeronaves com hastes de palha e cujos propulsores eram acionados por tiras de borracha enroladas ou fazendo efêmeros balões de papel de seda”.

E todos os anos, no dia 24 de junho, ele enchia frotas inteiras de diminutos balões de seda sobre as fogueiras de São João, para assistir em êxtase a sua ascensão aos céus.

A morte – Depressão profunda

Alberto Santos Dumont morreu em 23 de julho de 1932, no banheiro do Grand Hôtel de La Plage, na cidade balneária de Guarujá (SP), um ano depois de voltar da França. A família já pressionava para que ele voltasse, por temer o agravamento de sua saúde – Alberto sofria de depressão profunda. Enforcou-se, aos 59 anos.

Suicídio vira farsa

Como era um herói, Santos-Dumont não se matou e sim morreu do coração. Essa foi a versão divulgada na época da morte. Era uma farsa. A mentira acabou registrada no Cartório Civil do Guarujá Atestou o óbito o doutor Roberto Catunda, que deu como causa-morte colapso cardíaco”.

Da cripta da catedral da cidade de São Paulo, o corpo de Santos-Dumont foi levado para o Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, no jazigo por ele mesmo decorado com uma réplica do Ícaro de Saint-Cloud, a escultura em sua homenagem instalada nos arredores de Paris. A transferência só foi feita após o fim da Revolução Constitucionalista, em dezembro de 1932.

Em 21 de dezembro de 1932, sob forte temporal, o corpo de Santos-Dumont foi enterrado no Rio com honras de ministro de Estado. O governo provisório decretou o dia feriado nacional. Getúlio Vargas participou da cerimônia.

O coração de Santos Dumont

Após a morte de Santos-Dumont, em 23 de julho 1932, aos 59 anos, em plena Revolta Constitucionalista, decidiu-se que seu corpo seria embalsamado para que mais tarde, com os ânimos menos acirrados, pudesse ser transferido de São Paulo para o Rio de Janeiro e, com o país lhe prestando as devidas homenagens, Santos-Dumont pudesse ser sepultado no mausoléu da família, que ele mesmo ajudara a construir poucos anos antes, no cemitério São João Batista, no bairro de Botafogo. O médico responsável pelo embalsamamento, Dr. Walther Haberfeld, resolveu remover o coração do inventor. Guardou-o por vários anos. Em novembro de 1944, por intermediação de Paulo Gomide, na época gerente da Panair do Brasil (subsidiaria brasileira da Companhia Aérea Pan American Airways), o coração conservado, foi doado ao governo brasileiro, dentro de uma esfera dourada de aproximadamente 10 polegadas protegida pela figura alada de Ícaro. O escrínio, criação do designer Erico Monterosa, contendo o coração de Santos-Dumont, preservado em líquido especial, há mais de 60 anos, encontra-se guardado no Museu da Aeroespacial no Rio de Janeiro.

Curiosidades sobre Santos Dumont

Pai da aviação’, ‘Marechal do ar’, ‘Rei do Ar’ e ‘Brasileiro Voador’. Apelidos não faltaram para descrever Alberto Santos Dumont. Porém, esse brasileiro de Palmira, na Zona da Mata, em Minas Gerais, foi muito mais do que o pai da máquina de voar mais pesada que o ar.

De relógio de pulso a motor portátil para alpinistas; de hangar à criação do termo ‘aeroporto’, tudo foram invenções desse mineiro fã da literatura de Júlio Verne.

Mas Dumont tinha também manias curiosas, como evitar o número 8, superstição adquirida depois de um acidente no dia 8 de agosto, e uma preocupação com seu peso, que não deveria ser superior a 50 kg.

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Primeiro automóvel no Brasil

Nem só com engenhocas voadoras se escreve a biografia de Santos Dumont.

Logo que chegou na França, em 1891, conheceu Armand e Eugène Peugeot, os pais do “veículo sem cavalo” francês. Por dois mil francos, o jovem brasileiro comprou um quadriciclo Peugeot tipo 3, “a maravilha do século XIX”, segundo anúncio da dupla instalada em Valentigney, na fronteira da Suíça.

Quando a família Dumont voltou para o Brasil, sete meses depois, Alberto trouxe junto seu Peugeot, que se tornaria o primeiro veículo a rodar em São Paulo.

 

Sobre a cabeça da Princesa Isabel

Numa das tentativas de alçar voos mais altos e tentar o cobiçado Prêmio Deutsch, em 1901, o brasileiro quase despencou com seu Nº 5 sobre o palacete da princesa, que morava próximo a Paris.

Ao tentar conquistar o cobiçado Prêmio Deutsch, no dia 13 de julho, Dumont foi surpreendido pela mudança dos ventos e por falhas no motor, e viu sua invenção perder força, em direção à casa da filha de Pedro II.

Como lembra o pesquisador Alcy Cheuiche, a futura amiga de Dumont ainda enviou uma bandeja com almoço e um bilhete querendo saber mais detalhes das invenções de seu conterrâneo.

Dumont supersticioso

Depois que o inventor conseguiu controlar seu primeiro balão, em 1898, foi praticamente um modelo novo por ano.

E, para cada um deles, um número.

Exceto o 8 que, desde que Dumont quase perdeu a vida no acidente com o Nº 5, no dia 8 de agosto de 1901, passou a ser evitado pelo inventor.

Chapéu apaga fogo

Dizem que o hábito de usar chapéu do tipo panamá foi adquirido depois que Santos Dumont conseguiu evitar uma tragédia, apagando o fogo no motor de um seus balões com seu icônico chapéu.

Nos dias seguintes ao acidente, o chapéu de abas amassadas viraria moda em Paris.

Quase imortal

Ao voltar definitivamente para o Brasil, em junho de 1931, Dumont foi informado, ainda a bordo do navio Lutétia, que havia sido eleito membro da Academia Brasileira de Letras, na cadeira nº 38 de Graça Aranha.

Já bastante debilitado, não pôde tomar posse e a vaga foi ocupada pelo escritor Celso Viera.

Patrono

Por ser brasileiro e precursor de uma das invenções mais extraordinárias da Humanidade, Santos Dumont é o patrono da Força Aérea Brasileira.

Devido ao sucesso do voo do 14-Bis, a FAB instituiu também o dia 23 de outubro como o Dia do Aviador.

Pelos pobres

Mais do que pelo desafio do que pelos 100 mil francos pagos no cobiçado Prêmio Deutsch, Santos Dumont tentaria algumas vezes voar em até 30 minutos, de Saint-Cloud a Torre Eiffel, a principal regra para a premiação.

No dia 19 de outubro de 1901, o brasileiro contornava a construção, a bordo de seu Nº 6, e vencia o desafio criado pelo “rei do petróleo” Henri Deutsch.

Porém, a pedido do generoso Dumont, o valor corrigido de 129 mil francos foi repartido entre seus próprios colaboradores (“mecânicos e operários”) e o restante “a mais de 3.950 pobres de Paris”.

Ônibus voador

Por suas dimensões as maiores entre todas as invenções de Dumont, o modelo Nº 10 ficou conhecido como “ônibus voador”.

Construído em 1903, o dirigível permitia levar até 12 pessoas a bordo.

Voe como uma garota

– “Não quero ser conduzida! Desejo voar só, dirigir livremente, como o senhor”.

É com essa impensável frase para a época que Aída da Costa seria treinada por ninguém menos que Santos Dumont e ficaria conhecida como a primeira mulher a voar em um balão dirigível.

Enquanto essa arrojada filha de um milionário cubano comandava no ar o Nº 9, em 1903, o brasileiro seguia a pupila por terra, entre o Parque de Neuilly e o Campo de Bagatelle.

Aviador em forma

Com apenas 1,52 metros de altura, Dumont se preocupava também em manter seu peso. E não era por questões estética ou de saúde.

Com a ajuda de dieta e práticas de esportes, como tênis, o brasileiro dizia manter-se abaixo dos 50 kg, pois “o aeronauta não podia ser muito pesado”.

Corpo de um lado…

Ao tirar a própria vida, em 23 de julho de 1932, no Guarujá (SP), Dumont só seria levado para um cemitério, cinco meses depois.

Isolada pela Revolução Constitucionalista de 32, São Paulo não era lugar seguro para sair por aí com o corpo de Alberto Santos Dumont. Por isso, a família decidiu embalsamar os restos mortais do inventor, levá-los para a Catedral da Sé para, somente em dezembro, ser enterrado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

… coração do outro

Ao realizar os procedimentos de embalsamento do corpo de Dumont, o médico Walter Haberfeld decidiu ficar com uma lembrancinha: o coração do aviador.

Mais de uma década depois, Walter ainda tentou devolvê-lo para a família, que recusou.

Atualmente, seu coração se encontra no Museu Aeroespacial do Rio de Janeiro, em uma esfera dourada sustentada por um ícaro de bronze.

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* Pesquisa / jornais e livros – Paulo Borges

* Fotos: Reprodução

 

 

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“Virou tudo cinza”: incêndio em apartamento de Jardim Camburi deixa aposentado sem nada

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Chamas e fumaça acabaram com o imóvel onde o aposentado Deilson Beltrame vivia há mais de quatro décadas

Por Laura Mel* / Vitória – ES

Depois de mais de quatro décadas vivendo no mesmo endereço, o aposentado Deilson Beltrame agora tenta recomeçar do zero. O apartamento onde morava, em Jardim Camburi, Vitória, foi destruído por um incêndio, na noite desta quarta-feira (15).

O morador contou que perdeu tudo, incluindo móveis, roupas e pertences do neto e da filha que moravam com ele, mas que não estavam em casa quando o fogo começou.

“Começou em cima do colchão, em um carregador de celular. Eu esqueci ele conectado à tomada. Estava sem o celular, mas estava conectado. Aí não sobrou nada”, disse Deilson Beltrame.

Além dos prejuízos materiais, ele também perdeu objetos pessoais que guardava da esposa, que morreu há um ano.

Apartamento não tinha seguro

Sem seguro para cobrir os danos internos, o morador terá que arcar sozinho com os custos da reconstrução. Deilson optou por não acionar a perícia do Corpo de Bombeiros para formalizar a causa do incêndio.

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Segundo ele, a decisão foi tomada diante da burocracia exigida para tentar acionar o seguro do condomínio, que não cobre danos internos ao imóvel. “Se eu for fazer por seguro, é uma amolação tremenda. São três orçamentos para cada tipo de trabalho”, afirmou.

De acordo com Deilson, a cobertura disponível no prédio se restringe a áreas comuns e não contempla perdas dentro dos apartamentos, o que o deixa responsável por todos os custos da reforma. O prejuízo estimado é de R$ 100 mil.

“Eu vou ter que trocar o piso todo, reformar o teto, que caiu. Acabou ventilador, ar-condicionado, cama, colchão, guarda-roupa… virou tudo cinza”.

Na noite do incêndio, o aposentado foi acolhido por vizinhos. A filha e o neto também precisaram buscar abrigo em casas de conhecidos. Apesar da destruição, ele destaca que conseguiu sair a tempo com a cachorrinha de estimação.

Incêndio destruiu quartos e danificou restante do imóvel

O incêndio atingiu o apartamento que fica no terceiro andar de um condomínio e mobilizou o Corpo de Bombeiros. Imagens registradas no momento mostram uma grande quantidade de fogo e fumaça preta saindo pela janela. A rua precisou ser interditada durante o atendimento da ocorrência.

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De acordo com os bombeiros, o fogo se espalhou rapidamente e destruiu quase todo o imóvel. Apenas a cozinha não foi atingida diretamente pelas chamas, mas ficou comprometida pela fumaça. O teto sofreu danos, com queda de gesso e reboco.

Como ajudar

Sem chave Pix, Deilson disponibilizou um telefone para quem quiser e puder contribuir com doações ou qualquer tipo de ajuda: (27) 99957-0202.

 A família precisa de móveis, roupas e apoio para a reconstrução do imóvel.

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  • Folha Vitória – Conteúdo / Com informações da repórter Alessandra Ximenes, da TV Vitória/Record, 
  • Foto Destaque; Crédito – TV Vitória / Record
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