VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Futebol

Pior momento do Fluminense com Diniz resgata lembrança de quedas de rendimento em trabalhos anteriores; mas há diferenças

Publicados

ESPORTES

Há quatro jogos sem vencer, tricolor sofre com desfalques e com crise no ataque

O discurso no Fluminense após a derrota para o Corinthians parecia ensaiado: o momento é incômodo, mas não há razões para desespero e é preciso que a torcida continue acreditando. Não é por acaso. Sem vencer há quatro jogos, a equipe atravessa seu pior momento na temporada. A este fato, soma-se o histórico de queda de rendimento dos times de Fernando Diniz. Mas, afinal, há razões para crer que este declínio está se repetindo?

Pela longevidade e pelos bons números, o trabalho atual de Diniz é muito comparado à sua passagem pelo São Paulo, onde não levantou troféus, mas liderou o Brasileiro por quase dois meses. Mas a performance despencou de tal maneira que o clube caiu na tabela e demitiu o treinador antes do fim do campeonato.

A sequência que culminou com a queda do treinador possui números que em nada lembram a atual: foram sete jogos sem vencer — três empates e quatro derrotas. O São Paulo sofreu 14 gols (média de dois por jogo) e só fez seis.

Leia Também:  No reencontro de Diniz com torcida, Fluminense domina Internacional e vence sem dificuldade

É verdade que o Fluminense não conseguiu balançar as redes nos últimos quatro jogos (um empate e três derrotas), mas levou apenas quatro gols. Levando em consideração os desfalques e o fato de ter atuado com reservas num destes compromissos, é possível apontar no momento para um problema pontual de ataque.

“Tem nos incomodado essa sequência sem vitórias. Estamos nos cobrando muito, fizemos jogos abaixo do que estávamos acostumados, em que a parte ofensiva não funcionou — opinou Nino após a derrota para o Corinthians. — Não acho que foi o caso de hoje (domingo). Chutamos muitas bolas no gol, mas o Cássio foi bem.

No próprio São Paulo de Diniz, a equipe já havia passado por um período crítico antes da sequência de 16 jogos com apenas duas derrotas que é vista como ponto alto do trabalho. Foram três vitórias em 14 jogos. Neste período, o time chegou a ficar sete seguidos sem vencer e amargou uma eliminação na fase de grupos da Libertadores. Mas perdeu pouco (três vezes, com mais oito empates), o que levou a avaliação de que valia a pena apostar no longo prazo.

Leia Também:  Torcedores que insultaram Vini Júnior são denunciados pelo Ministério Público de Valênçia

Os trabalhos seguintes ao tricolor paulista foram curtos e marcados por um começo positivo logo interrompido por uma série de tropeços. Tanto no Santos quanto no Vasco, os dois em 2021, a era Diniz chegou ao fim após sequências de um empate e quatro derrotas em cada clube.

Ambas com números bem mais frágeis de serem defendidos do que os da fase atual. Foram 11 gols sofridos e três marcados nos últimos cinco compromissos pelo cruz-maltino. Já na reta final de ciclo na Vila Belmiro, a equipe levou 13 e fez apenas três.

  • Jornal Extra – Conteúdo
  • Foto/Crédito: Marcelo Gonçalves – Fluminense

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ESPORTES

Trio capixaba conquista ouro na Copa Sul-Americana de Ginástica Rítmica

Publicados

em

Atletas disputaram em Assunção, no Paraguai, com nota 22,500 na prova de três bolas e garantiram o primeiro lugar pela Seleção Brasileira

Por Isadora Favoreto Braga* | Vitória (ES)

As ginastas capixabas Agatha Cuel MonteiroSophia Louback e Luiza Traspadini conquistaram a medalha de ouro para o Brasil na Copa Sul-Americana de Ginástica Rítmica 2026, disputada em Assunção, no Paraguai.

Representando a seleção brasileira na categoria trio adulto, elas somaram 22,500 pontos na série de três bolas e garantiram o primeiro lugar na competição nesta sexta-feira (3).

O Brasil terminou a disputa com vantagem sobre as demais seleções. O Chile ficou com a medalha de prata, ao alcançar 17,800 pontos, enquanto a Argentina conquistou o bronze com 16,950.

Classificação veio após seletiva nacional

As três atletas conquistaram a vaga na equipe brasileira após aprovação na seletiva promovida pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

As ginastas treinam pelo Instituto Capixaba Esportivo (Incesp) e também participam do programa Campeões de Futuro, desenvolvido pela Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport), voltado à formação e ao alto rendimento esportivo.

Leia Também:  Vasco vence o Flamengo em clássico emocionante no Maracanã

Preparação teve cerca de um mês

De acordo com a equipe, o trio realizou aproximadamente um mês de preparação conjunta antes da competição internacional.

O trabalho técnico é desenvolvido pelas treinadoras Gizela BatistaAngela Tardini Luisa Gimenes. Durante a Copa Sul-Americana, em Assunção, Luisa Gimenes acompanhou a delegação brasileira e esteve ao lado das atletas durante as apresentações.

—————————————————-

  • Folha Vitória – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação / Assessoria
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA