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Voo da Azul para Paris volta por problema no avião, 1h30 após decolar

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Segurança

Um voo da Azul, que seguiria para Paris, teve de retornar ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), após o comandante informar problemas na aeronave no início da noite desta segunda-feira (13).

Segundo a empresa aérea, a decisão de voltar ocorreu 1h30 após a decolagem. O avião estava no norte de Minas Gerais.

A azul não confirmou a causa do problema. Em nota, disse que por questões técnicas, o voo AD8700, que partiu de Campinas para o Orly, em Paris, precisou retornar ao aeroporto de origem.

De acordo com o site especializado em aviação Aeroin, o piloto teria informado “Pan Pan”, um código para dizer que há uma emergência à bordo, mas sem perigo imediato de vida ou à aeronave.

“Após a aterrisagem, que aconteceu em total segurança, os clientes desembarcaram normalmente”, disse a companhia aérea.

“A Azul lamenta eventuais transtornos causados e ressalta que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações”, afirmou outro trecho da nota.

Segundo a companhia aérea, os passageiros serão realocados em outros voos da empresa.

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Questionada se a emergência afetou outros voos, a concessionária Aeroportos Brasil, que administra Viracopos, não respondeu até a publicação desta reportagem.

A Azul inaugurou em maio passado voos diretos para Paris. Durante a apresentação da nova rota, a empresa afirmou que a frequência seria de seis voos semanais.

“O voo é operado pelo Airbus A350, considerado o avião mais moderno da indústria por consumir 20% a menos de combustível por assento e possuir alta eficiência técnico-operacional”, afirmou a companhia na época.

“Esta aeronave tem capacidade para transportar até 334 passageiros, sendo 301 na classe econômica e 33 na classe executiva. Além disso, é mais leve, tem uma cabine silenciosa e mais ampla, janelas panorâmicas mais largas e maior espaço nos compartimentos de bagagem”, disse.

Além de Paris, partem de Viracopos voos internacionais com destinos como Fort Lauderdale e Orlando, nos EUA, e Lisboa, em Portugal.

O aeroporto de Paris-Orly é o segundo maior da França, com mais de 30 milhões de passageiros por ano, e o mais próximo da região central da cidade, localizado a menos de 20 quilômetros ao sul da capital francesa.

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* Informações FolhaPress / Foto: Reprodução

 

 

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Segurança

Vitória registra a menor taxa de crimes violentos entre os municípios da Grande Vitória e as principais cidades-polo do ES

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Por Eduarda Miranda*

Vitória consolidou-se como referência em segurança pública no Espírito Santo. Dados do Observatório da Segurança Pública do Estado mostram que a capital registra a menor taxa de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) entre os municípios da Região Metropolitana da Grande Vitória e também na comparação com as principais cidades-polo do interior capixaba.

A capital capixaba registrou em 2025 a taxa de 6 mortes violentas por 100 mil habitantes. O dado permite uma análise mais precisa da segurança pública. Enquanto números absolutos apontam onde ocorre o maior volume de crimes, a taxa por 100 mil habitantes demonstra o risco real ao qual a população está exposta. Sob esse aspecto, Vitória se destaca pela efetividade das políticas públicas integradas desenvolvidas nos últimos anos.

O resultado é fruto de um conjunto de ações desenvolvidas durante a gestão do ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), atual pré-candidato ao Governo do Estado. A estratégia combinou investimentos em inteligência, tecnologia, valorização da Guarda Civil Municipal e políticas públicas transversais nas áreas de educação, urbanismo, assistência social e proteção às mulheres, consolidando um modelo de prevenção à violência baseado em gestão, planejamento e integração entre os órgãos públicos.

Entre os principais investimentos está a implantação de uma moderna estrutura de monitoramento urbano. Hoje, Vitória conta com 1.158 câmeras de videomonitoramento, distribuídas por todas as regiões da cidade e integradas à Central de Inteligência e Monitoramento da Guarda Civil Municipal. O sistema ampliou a capacidade de resposta das forças de segurança, contribuindo para a identificação e prisão de criminosos, inclusive foragidos da Justiça, além da elucidação de ocorrências e do atendimento mais rápido à população.

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Outro marco foi a valorização da Guarda Civil Municipal, com a implantação do novo Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos, medida que fortaleceu a corporação, ampliou sua capacidade operacional e reconheceu o papel estratégico dos agentes na proteção dos moradores da capital.

A política de segurança também foi fortalecida por investimentos em infraestrutura e novos equipamentos para a Guarda Municipal e em outras áreas da administração. Na educação, o número de escolas em tempo integral passou de 4, em 2021, para 50 unidades em 2025, ampliando o atendimento a crianças e adolescentes e proporcionando mais tranquilidade para milhares de famílias, especialmente para mães que podem exercer suas atividades profissionais sabendo que seus filhos permanecem em um ambiente seguro durante todo o dia. A iniciativa integra uma estratégia mais ampla de prevenção da violência, por meio da promoção da inclusão social e da ampliação de oportunidades.

Os resultados dessa atuação integrada também são refletidos em outros indicadores. Durante a gestão de Pazolini, Vitória ultrapassou a marca de 650 dias sem registro de feminicídio, reflexo do fortalecimento da rede de proteção às mulheres, da integração entre os órgãos municipais e estaduais e das ações permanentes de prevenção e enfrentamento à violência de gênero.

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Para Lorenzo Pazolini, os indicadores demonstram que a segurança pública precisa ser tratada de forma estratégica, articulando investimentos em tecnologia com políticas públicas capazes de transformar a realidade das pessoas.

“Os resultados de Vitória mostram que segurança pública se constrói com planejamento, inteligência e integração. Investimos em tecnologia, implantamos uma moderna Central de Inteligência, valorizamos a Guarda Municipal, fortalecemos a proteção às mulheres e ampliamos políticas sociais, como a educação em tempo integral. Quando o poder público trabalha de forma integrada, reduz a violência, salva vidas e oferece mais tranquilidade para quem vive e trabalha na cidade. Esse é um modelo que demonstra que é possível enfrentar a criminalidade com eficiência e responsabilidade”.

Os dados do Observatório da Segurança Pública ratificam que a redução da criminalidade em Vitória não é resultado de uma ação isolada, mas de um conjunto de políticas públicas permanentes que colocaram a prevenção, a inteligência, a tecnologia e a gestão responsável no centro da estratégia de segurança. Os indicadores consolidam a capital capixaba como referência estadual na proteção da população e na construção de uma cidade cada vez mais segura.


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