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Oposição solicita investigação da PF sobre queda de Lula

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O deputado Evair de Melo apresentou um requerimento à PF, questionando a “falta de clareza” nas versões apresentadas pelo Planalto sobre o incidente.

Brasília / DF

A queda do presidente Lula, ocorrida no sábado (19), levou a oposição a exigir uma investigação da Polícia Federal (PF). O deputado Evair de Melo (PP-ES) apresentou um requerimento à PF, questionando a “falta de clareza” nas versões apresentadas pelo Planalto sobre o incidente.

Segundo o parlamentar, há indícios de que a comunicação oficial possa ter sido manipulada, justificando uma apuração detalhada.

No documento, Evair de Melo argumenta que é fundamental esclarecer o real estado de saúde de Lula e entender se a queda foi provocada por um escorregão, um pé de banco quebrado ou outra causa.

O deputado também levanta questões sobre o uso de recursos públicos para que o presidente fosse atendido no hospital Sírio-Libanês, um dos mais caros do país, em vez de recorrer ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Lula retornou ao Sírio-Libanês nesta terça-feira (22) para novos exames, e Evair de Melo defende uma “reparação ao erário”, cobrando transparência do governo federal. “A clareza das informações é fundamental para a confiança da população”, afirmou o parlamentar.

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* Informações de agências de notícias

* Fotos: Reprodução / Rede Social

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Deputado capixaba é o autor do projeto que cria regras para bicicletas elétricas que exige cadastro e capacete

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Proposta também define idade mínima para condução desses veículos

Brasília (DF)

O Projeto de Lei 4920/25 estabelece normas gerais para a circulação de bicicletas elétricas e motorizadas em todo o país. O texto define idade mínima para condutores, torna obrigatório o uso de capacete e cria um cadastro nacional para esses veículos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O objetivo da medida, de autoria do deputado Dr. Victor Linhalis (Pode-ES), é padronizar as regras de trânsito e aumentar a segurança, diante do crescimento do uso desses equipamentos nas cidades.

O deputado argumenta que o aumento de acidentes com bicicletas elétricas tem gerado graves consequências para a saúde pública, citando o crescimento de traumatismos cranianos.

“O crescimento exponencial do uso de bicicletas elétricas e motorizadas, embora represente um avanço bem-vindo na mobilidade urbana sustentável, trouxe consigo um aumento expressivo no número de acidentes”, afirmou Linhalis. Ele destaca ainda que a exigência do capacete é “medida indispensável para a proteção da vida”.

Idade mínima

Pelo texto, a condução de bicicletas elétricas e motorizadas só será permitida para maiores de 15 anos. O uso de capacete certificado pelo Inmetro, com viseira ou óculos de proteção, será obrigatório tanto para quem pilota quanto para o passageiro.

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As bicicletas deverão ter equipamentos obrigatórios, como campainha, iluminação dianteira (branca) e traseira (vermelha) e refletores laterais. O projeto proíbe expressamente o uso de celular ou fones de ouvido durante a condução.

Limites de velocidade

A proposta define limites específicos de velocidade para garantir a segurança de pedestres e ciclistas:

  • 6 km/h em áreas de circulação de pedestres e calçadas (permitido apenas onde não houver ciclovia);
  • 25 km/h em ciclovias e ciclofaixas;
  • 32 km/h em outras vias urbanas (mediante autorização).

Combate à adulteração

O projeto proíbe a modificação da potência ou da velocidade máxima original das bicicletas. Quem for flagrado com veículo adulterado sofrerá multa e apreensão da bicicleta. Oficinas e lojas que realizarem esse serviço poderão ser interditadas e pagar multa em dobro.

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O texto cria o Cadastro Nacional de Bicicletas Elétricas (CNBE), que será gratuito e vinculado ao CPF ou CNPJ do proprietário. As bicicletas deverão ter um QR Code para facilitar a fiscalização e a identificação em casos de roubo ou furto.

Empresas de entrega

As empresas de aplicativos de entrega que utilizem esses veículos deverão treinar seus entregadores sobre segurança viária e exigir o cumprimento da lei. O descumprimento pode levar à suspensão das atividades da empresa.

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Próximos passos

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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  • Fonte: Agência Câmara de Notícias
  • Foto Destaque: Crédito – Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

 

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