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O Favorito foi Eleito

Hugo Motta é eleito presidente da Câmara dos Deputados com amplo apoio parlamentar

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Política Nacional

Por Maria Carolina Marcello*

Brasília / DF

Deputados confirmaram neste sábado a já esperada eleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) para presidente da Câmara pelos próximos dois anos, com um amplo leque de apoio que reuniu em torno do parlamentar tanto o PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quanto o PL, principal partido da oposição.

Hugo Mota - Deputado Federal | Trabalhando muito mais - Notícias - 30 ...

Fontes próximas ao deputado, conhecido por cultivar um bom trânsito com os mais variados setores da política, afirmam que ele não deve oferecer dificuldades ao governo e deve auxiliá-lo nas pautas econômicas consideradas prioritárias, como projeto de isenção do imposto de renda aos que ganham até 5 mil reais por mês, a tributação sobre os chamados super ricos e a reforma da previdência dos militares, além de eventuais novas medidas fiscais a serem editadas pelo Executivo.

O novo presidente da Câmara, que já está no quarto mandato, iniciou sua carreira política em Brasília sob a tutela de outro presidente da Câmara, Eduardo Cunha (MDB-RJ), que, em 2016, liderou o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, sucessora escolhida por Lula após seus dois primeiros mandatos.

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Em 2015, Motta foi presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou denúncias de corrupção na Petrobras e, em 2023, foi relator da PEC dos Precatórios, segundo a Agência Câmara de Notícias.

Além dele, também concorreram à Presidência da Câmara, como candidatos avulsos, os deputados Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) e Marcel Van Hattem (Novo-RS).

Hattem obteve 31 votos, enquanto Vieira recebeu 22.

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* Reuters – Reportagem adicional de Ricardo Brito

* Foto/Destaque: Sony Lacerda / Agência Câmara

 

 

 

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Política Nacional

Deputado capixaba é o autor do projeto que cria regras para bicicletas elétricas que exige cadastro e capacete

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Proposta também define idade mínima para condução desses veículos

Brasília (DF)

O Projeto de Lei 4920/25 estabelece normas gerais para a circulação de bicicletas elétricas e motorizadas em todo o país. O texto define idade mínima para condutores, torna obrigatório o uso de capacete e cria um cadastro nacional para esses veículos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O objetivo da medida, de autoria do deputado Dr. Victor Linhalis (Pode-ES), é padronizar as regras de trânsito e aumentar a segurança, diante do crescimento do uso desses equipamentos nas cidades.

O deputado argumenta que o aumento de acidentes com bicicletas elétricas tem gerado graves consequências para a saúde pública, citando o crescimento de traumatismos cranianos.

“O crescimento exponencial do uso de bicicletas elétricas e motorizadas, embora represente um avanço bem-vindo na mobilidade urbana sustentável, trouxe consigo um aumento expressivo no número de acidentes”, afirmou Linhalis. Ele destaca ainda que a exigência do capacete é “medida indispensável para a proteção da vida”.

Idade mínima

Pelo texto, a condução de bicicletas elétricas e motorizadas só será permitida para maiores de 15 anos. O uso de capacete certificado pelo Inmetro, com viseira ou óculos de proteção, será obrigatório tanto para quem pilota quanto para o passageiro.

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As bicicletas deverão ter equipamentos obrigatórios, como campainha, iluminação dianteira (branca) e traseira (vermelha) e refletores laterais. O projeto proíbe expressamente o uso de celular ou fones de ouvido durante a condução.

Limites de velocidade

A proposta define limites específicos de velocidade para garantir a segurança de pedestres e ciclistas:

  • 6 km/h em áreas de circulação de pedestres e calçadas (permitido apenas onde não houver ciclovia);
  • 25 km/h em ciclovias e ciclofaixas;
  • 32 km/h em outras vias urbanas (mediante autorização).

Combate à adulteração

O projeto proíbe a modificação da potência ou da velocidade máxima original das bicicletas. Quem for flagrado com veículo adulterado sofrerá multa e apreensão da bicicleta. Oficinas e lojas que realizarem esse serviço poderão ser interditadas e pagar multa em dobro.

O texto cria o Cadastro Nacional de Bicicletas Elétricas (CNBE), que será gratuito e vinculado ao CPF ou CNPJ do proprietário. As bicicletas deverão ter um QR Code para facilitar a fiscalização e a identificação em casos de roubo ou furto.

Empresas de entrega

As empresas de aplicativos de entrega que utilizem esses veículos deverão treinar seus entregadores sobre segurança viária e exigir o cumprimento da lei. O descumprimento pode levar à suspensão das atividades da empresa.

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Próximos passos

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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  • Fonte: Agência Câmara de Notícias
  • Foto Destaque: Crédito – Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

 

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