Destaque Nacional
Capital capixaba está no pódio das contas públicas
Política Nacional
Por Julya Feitoza* – Vitória / ES
Com responsabilidade, planejamento e organização, Vitória alcançou o nível A+, o mais alto no ranking das contas públicas no Brasil. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (15), na 3ª edição do Prêmio de Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).
Além de receber a nota A na avaliação da Capacidade de Pagamento dos Estados e Municípios (Capag), o município recebeu nota máxima no Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, que avalia a precisão, integridade, consistência e qualidade das informações contábeis e fiscais.
O reconhecimento coloca a capital capixaba entre os municípios mais transparentes e responsáveis do país. De acordo com a STN, a avaliação considera a precisão e a confiabilidade dos dados enviados ao Sistema de Informações Contábeis e Fiscais (Siconfi), além da situação fiscal medida pelo indicador Capag, no qual Vitória também obteve nota A+.

O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, comemorou o resultado e destacou a excelência na gestão fiscal do município. “O prêmio demonstra que o planejamento e a organização financeira da cidade garantem investimentos em áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura, beneficiando diretamente a população”.
“Esse resultado reflete o compromisso da gestão com a boa aplicação dos recursos públicos. É uma conquista que se traduz em investimentos nas ruas, nas escolas e em toda a cidade”, destacou o secretario da Fazenda, Regis Mattos, que recebeu a premiação das mãos do Secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, em cerimônia realizada em Brasília (DF).
——————————————————————
* Prefeitura de Vitória / Comunicação – Conteúdo
* Foto/Destaque: Crédito – Jansen Lube
Política Nacional
Messias é rejeitado para o STF
Primeira rejeição em 132 anos marca indicações ao STF; Lula já nomeou Zanin e Dino para a Suprema Corte, desta vez fracassou na sua indicação
A indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF) foi rejeitada pelo plenário do Senado, por 34 a 42 votos, marcando a primeira vez em 132 anos que um nomeado para a Corte é barrado. Apesar de ter sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Messias não alcançou os votos necessários na votação final, em um revés histórico para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 
A última rejeição havia ocorrido em 1894. Messias havia sido indicado para a vaga que será aberta com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. Com o resultado negativo, o foco se volta para os outros dois ministros efetivamente nomeados por Lula em seu atual mandato: Cristiano Zanin e Flávio Dino.
As indicações bem-sucedidas de Lula
Cristiano Zanin, o primeiro nomeado
Antes da tentativa frustrada com Messias, o primeiro nomeado por Lula em seu terceiro mandato foi Cristiano Zanin. Ele atuou como advogado pessoal do presidente nos processos da Lava Jato, obtendo as vitórias judiciais que anularam as condenações e restauraram os direitos políticos do petista. Zanin assumiu a vaga deixada por Ricardo Lewandowski, que se aposentou em abril de 2023.
Flávio Dino, da política para a Corte
O segundo indicado a tomar posse foi Flávio Dino, então ministro da Justiça e Segurança Pública. Com uma longa carreira política como governador do Maranhão, deputado federal e senador, Dino preencheu a vaga aberta pela aposentadoria da ministra Rosa Weber. Sua nomeação levou para o STF uma figura com forte articulação política e experiência no Executivo e Legislativo.
Pesa sobre Flávio Dinho a acusação pela oposição, de ter supostamente dado sumiço às câmeras que tinham gravado a movimentação das tropas estacionadas no pátio do Ministério da Justiça sem intervir para impedir as ações que vandalizaram as sedes dos três poderes.
O perfil do indicado rejeitado
Jorge Messias, o nome barrado pelo Senado, é procurador da Fazenda Nacional de carreira e ganhou notoriedade em 2016. Na época, uma conversa sua com a então presidente Dilma Rousseff foi divulgada, na qual ela se referia a ele como “Bessias”, apelido que o acompanha nos bastidores do poder. Considerado um nome técnico e leal ao presidente, Messias ocupava a chefia da Advocacia-Geral da União (AGU) desde o início do governo. Protagonizou ações que influenciaram – de certa forma – na sua rejeição. “Seria mais um aliado do governo Lula e não um ministro imparcial, gerando desconfiança”, disse uma liderança política.
_____________________________________________
- Da Redação | Com informações da mídia nacional
- Foto Destaque: crédito – Ed Alves /CB/ D.A Press
-
CIDADES7 dias atrásVitória vai ganhar primeira Praça Inclusiva neste sábado (25)
-
Regional7 dias atrásVereador de São Mateus denuncia “avalanche” de moradores de rua vindos de outros municípios
-
ESPORTES6 dias atrásBaixo Guandu recebe o Campeonato Brasileiro de Asa Delta após uma década
-
POLÍTICA & GOVERNO6 dias atrásMotta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6×1
-
Acidente / Trânsito6 dias atrásFilhas de ciclista atropelada ainda não sabem da morte da mãe
-
BRASIL5 dias atrásForças Armadas reúnem documentos em processo sobre perda de patente de Bolsonaro
-
Evento Esportivo4 dias atrásJogos Escolares 2026 em Linhares destacam o impacto do esporte na formação de crianças e jovens
-
INTERNACIONAL5 dias atrásNoruega está construindo megatúnel submarino para encurtar viagens no país