Política Municipal
Servidores da Prefeitura receberão abono natalino de R$ 2.500
POLÍTICA & GOVERNO
Vitória / ES
Um presente para cada servidor! Nesta terça-feira (19), o prefeito Lorenzo Pazolini anunciou que todos os servidores da Prefeitura de Vitória receberão abono de Natal no valor de R$ 2.500,00. O pagamento do abono aos servidores do município é resultado do comprometimento da gestão com o ajuste fiscal e as finanças do município, implantado desde o início da gestão.
Do planejamento, resulta a redução de despesas desnecessárias e uma gestão econômica eficaz, sem que haja o comprometimento na prestação de serviços que são essenciais para a população da ilha. Toda a equipe da prefeitura se dedicou para que o plano fosse executado da melhor forma, e o produto não poderia ser outro: ajustes realizados de maneira saudável e sustentável. Este compromisso ressalta o empenho da administração em equilibrar as finanças públicas, sempre visando assegurar benefícios concretos para os servidores e toda a comunidade.
O prefeito Lorenzo Pazolini falou sobre a alegria de poder valorizar e reconhecer o empenho dos servidores, e a importância de manter as contas em dia. “Uma das prioridades da gestão é a valorização dos servidores. O abono é mais uma ação da Prefeitura de Vitória no sentido de reconhecer o trabalho de nossos servidores em prol da população. Tudo é fruto de uma construção coletiva. Reforçamos a necessidade de continuarmos atentos às contas, com responsabilidade e pés no chão”.
O secretário de Gestão e Planejamento, Régis Mattos, explicou que o abono foi possível por conta de uma administração focada em resultados, de forma a contemplar também a valorização dos servidores. “Foi uma decisão planejada e organizada, visando manter o equilíbrio das contas públicas, respeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal e garantindo a continuidade de todos os investimentos em curso na cidade”, disse.
Para os servidores ativos, o crédito do abono será no dia 21 de dezembro, junto ao vencimento mensal. Para os aposentados, será no dia 22 de dezembro.
Veja outros benefícios concedidos nesta gestão:
Reajuste dos vencimentos de todos os servidores de 20,2% desde o início da gestão;
Aumento de 106% no valor do tíquete alimentação desde o início da gestão;
Aumento do valor da bolsa de estágio em 40%;
Novo Plano de Cargos, Carreira e Subsídio da Guarda Municipal;
Nova tabela do Magistério Municipal, com o salário inicial para professor graduado (40h) aumentando em 26%, passando a ser de R$ 4.247,99;
Bonificação por desempenho para os servidores lotados na Secretaria Municipal de Educação (Seme);
Implantação do Programa de Inovação e Qualidade da Saúde de Vitória – Provix, com pagamento da bonificação no valor de R$ 9 mil anual, dividido em 3 parcelas de R$ 3 mil, para servidores da Secretaria Municipal de Saúde (Semus).
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* Informações PMV – Por Segov/Sub-Com
* Foto: Jansen Lube
POLÍTICA & GOVERNO
Lula diz a aliados que vai reenviar ao Senado indicação de Messias para vaga do STF
A expectativa é de que o chefe do Executivo reencaminhe o nome antes das eleições de outubro
Por Cátia Seabra e Mariana Brasil* | Brasília – DF
O presidente Lula (PT) disse a aliados que deverá reenviar ao Senado o nome de Jorge Messias para a vaga do STF (Supremo Tribunal Federal), mesmo após a Casa rejeitar a indicação do advogado-geral da União.
Segundo pessoas próximas, o petista quer reafirmar que a escolha é uma prerrogativa do presidente da República. Em conversas, ele também diz ter consciência de que o Senado não impôs uma derrota pessoal a Messias, mas a seu governo.
A expectativa é de que o chefe do Executivo reencaminhe o nome antes das eleições de outubro. Aos ministros e articuladores políticos com os quais conversou, Lula afirmou que não há justificativa técnica para a rejeição e que Messias não a merecia.
Esses aliados dizem que, após assistir aos destaques da sabatina de Messias, Lula reforçou a avaliação de que o chefe da AGU está preparado para a função.
Pessoas próximas a Lula afirmam que episódios como o gesto de desagravo a Messias durante a posse do novo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), onde foi fortemente aplaudido, reforçaram a credibilidade do AGU aos olhos do presidente.
A homenagem a Messias no TSE foi ignorada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), destoando de outros integrantes da mesa oficial da posse do ministro Kassio Nunes Marques.
Durante a solenidade, Lula quase não trocou palavras com Alcolumbre, em uma demonstração do clima entre os dois.
Pessoas próximas relataram que o advogado-geral ficou recluso após ter o nome rejeitado pelo Senado e disse ter intenção de deixar o governo.
Lula, no entanto, recomendou que ele não tomasse decisão no calor da derrota. Messias entrou de férias no dia 13 de maio, e seu retorno está previsto para o próximo dia 25.
Na AGU (Advocacia-Geral da União), há quem avalie que, caso ele permaneça no cargo, haverá constrangimento nas tratativas dos interesses da União com o STF, frente à oposição a seu nome por parte de alguns integrantes da corte.
Aliados de Lula apostavam no nome de Messias para assumir o Ministério da Justiça num cenário de divisão da pasta -o presidente já disse ter intenção de rachar o ministério em dois (um de Justiça e outro para a Segurança Pública) caso a PEC da Segurança seja aprovada pelo Congresso.
Lula chegou a cogitar a indicação de uma mulher para a vaga no STF, inclusive sob pressão de aliados do PT. Para líder do partido na Câmara, Pedro Uczai (PT-SC), além da questão da representatividade, a escolha por uma ministra traria um menor risco de rejeição neste momento.
Articulação política sem mudanças
O episódio representou um problema na articulação política da gestão petista com o Congresso, uma vez que o número de votos favoráveis a Messias foi menor do que havia sido previsto pelos líderes do governo. Apesar disso, Lula disse a aliados que não pretende fazer mudanças na equipe de articulação política, mesmo com a rejeição inédita. Para ele, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), foi traído.
O presidente também não deve abrir mão de José Guimarães (Relações Institucionais), representante do governo na articulação política com o Congresso.
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- Jornal de Brasília / FolhaPress
- Foto destaque: Crédito – Evaristo Sá / AFP
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