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Médico, que abusou de paciente em São Mateus, volta a ser preso em Posto da Mata, distrito de Nova Viçosa

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Ele já havia sido preso por importunação sexual em flagrante no mês de novembro, mas foi liberado. Apareceram novas denúncias e foi pedido nova prisão do médico

Um médico de 60 anos foi preso nesta quarta-feira (30), por suspeita de abusar de, pelo menos, três pacientes em São Mateus, na região Norte do Espírito Santo. A prisão foi realizada no distrito de Posto da Mata, em Nova Viçosa, no Estado da Bahia.

As ações foram realizadas pela Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de São Mateus, com apoio da Delegacia de Polícia de Nova Viçosa, na Bahia, e da Caema, da Polícia Militar da Bahia (PMBA).

Segundo informações repassas pela polícia, o médico foi preso em flagrante no início de novembro, na cidade de São Mateus, por importunar sexualmente uma paciente durante uma consulta médica, mas foi liberado.

“Ele foi liberado mediante fiança recolhida em sede de Poder Judiciário, mas no decorrer do Inquérito Policial outras duas vítimas compareceram à delegacia”, relatou a titular da Deam de São Mateus, delegada Gabriella Zaché.

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As duas vítimas relataram que foram abusadas durante consultas médicas, também em São Mateus. Diante disso, a delegada pediu a prisão preventiva do investigado, levando em consideração que o médico continuava em atividade e poderia fazer novas vítimas.

Buscas foram realizadas e o homem foi localizado em Nova Viçosa, na Bahia. Com isso, foi solicitado apoio das Polícias Civil e Militar do Estado para o cumprimento do mandado de prisão.

O detido será encaminhado para o sistema prisional da Bahia. Ainda segundo a Polícia, qualquer pessoa que tenha informações que possam auxiliar na investigação pode repassar de forma anônima por meio do Disque-Denúncia 181.

  • Com informações da PCES / Foto: Distrito de Posto da Mata

 

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Prefeito e ex-prefeito são presos durante operação da PF em Pedro Canário

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Operação investiga a atuação de uma organização criminosa suspeita de envolvimento em crimes de corrupção, fraude em licitações e lavagem de dinheiro

A Polícia Federal prendeu, na manhã da terça-feira (26), o prefeito e o ex-prefeito de Pedro Canário. Os mandados expedidos contra Kleilson Rezende (PSB) e Bruno Araújo (PDT), foram cumpridos.

As prisões são o principal desdobramento da Operação Eco da Fraude II, que investiga um suposto esquema de corrupção e desvio de recursos públicos ligados à realização do evento “XXXIV Forró da Tábua Lascada”.

Também são cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). A Justiça também determinou o afastamento cautelar do prefeito e de um servidor municipal, além de autorizar outras medidas investigativas e bloqueios patrimoniais.

Segundo as investigações da PF, conduzidas pela delegacia de São Mateus, há indícios de uma organização criminosa estruturada, formada por agentes públicos e empresários. O esquema funcionava a partir da manipulação de processos licitatórios e do superfaturamento de contratos públicos, gerando o pagamento de vantagens indevidas.

Lagoa Augusto Ruschi: o novo cartão-postal de Pedro Canário – ES Brasil

Lagoa Augusto Ruschi: o novo cartão-postal de Pedro Canário / Foto: ES Brasil

Para mascarar o caminho do dinheiro desviado, o grupo contava com um sistema de lavagem de capitais. A PF identificou movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados e a utilização de contas de terceiros — além de operadores financeiros — para fazer o dinheiro circular em espécie, ocultando a origem ilícita dos recursos.

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As medidas cumpridas nesta terça-feira visam a aprofundar a coleta de provas, identificar outros possíveis envolvidos, paralisar as atividades do grupo criminoso e garantir o ressarcimento aos cofres públicos.

Os investigados podem responder, em tese, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, peculato-desvio, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Caso sejam condenados, as penas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.

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  • Fontes: A Gazeta e Polícia Federal
  • Foto destaque: Reprodução / AG
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