Tensão no Oriente Médio
Terroristas do Hamas descartam negociar troca de prisioneiros com Israel
INTERNACIONAL
Os terroristas do movimento islâmico palestino Hamas não estão abertos, neste momento, a negociar uma troca de prisioneiros com Israel, declarou, nesta segunda-feira (9), em Doha, um membro da liderança política do grupo.

“A operação militar continua, portanto não existe, atualmente, nenhuma possibilidade de negociação sobre os prisioneiros ou qualquer outra coisa”, disse à AFP Hossam Badran.
“Nossa missão, agora, é fazer tudo o possível para impedir que a ocupação continue cometendo massacres contra o nosso povo em Gaza, atingindo diretamente residências civis”, acrescentou.
Uma fonte familiarizada com as negociações, que não quis ser identificada, informou à AFP que o Catar tenta negociar uma troca de prisioneiros entre Israel e o Hamas, apontando que houve “alguns avanços”.
Para Israel e o “mundo civilizado”, é difícil sentar à mesa de negociações com um grupo terrorista cujo objetivo é destruir o Estado judeu. O Hamas, que governa a Faixa de Gaza, não atende as demandas da população, apenas angaria recursos, principalmente do Irã, para promover atos terrorista contra os judeus.
Nesta segunda (9), os terroristas do Hamas ameaçaram matar reféns, em resposta aos bombardeios de Israel contra a Faixa de Gaza.
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* Com informações da AFP / Fotos: Divulgação – AFP
INTERNACIONAL
Sem Brasil, países sul-americanos anunciam parceria para frear avanço do crime organizado
Por Isabella de Paula*
Os governos do Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador assinaram um compromisso nesta quinta-feira (28) para desenvolver um plano para aumentar a coordenação regional no combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico.
“Vamos enfrentar o crime juntos. Queremos trazer segurança e tranquilidade aos nossos concidadãos. Hoje, nasce o Compromisso de Santiago”, anunciou o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna, que presidiu uma reunião que reuniu homólogos dos cinco países.
Dada a natureza transfronteiriça do crime, acrescentou, “os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações”. O Brasil não integrou a reunião.
Os países envolvidos na iniciativa se comprometeram a desenvolver um plano de ação conjunto, que inclui “ações concretas e resultados mensuráveis e verificáveis”, e a se reunirem novamente em 180 dias em Buenos Aires para avaliar o progresso.
Entre as medidas em consideração estão a coordenação de fronteiras, a cooperação institucional, o compartilhamento de informações, o rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e o fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta.
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- Gazeta do Povo – Conteúdo
- Foto destaque: Crédito – Javier Torres / Agência EFE
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