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Estados Unidos / Assassinato

Suspeito de matar Charlie Kirk, aliado de Trump, continua foragido

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INTERNACIONAL

Ativista levou um tiro no pescoço enquanto falava em um evento em uma universidade em Utah, nos Estados Unidos

Por Aline Gouveia* – Brasília / Df

Autoridades dos Estados Unidos continuam procurando, nesta quinta-feira (11/9), o assassino do influenciador Charlie Kirk, um ativista de extrema-direita muito próximo ao presidente Donald Trump.

Kirk teve grande influência na política norte-americana e ajudou Trump a aumentar a adesão entre os eleitores mais jovens. O ativista levou um tiro no pescoço enquanto falava em um evento em uma universidade em Utah, na quarta-feira (10/9).

Beau Mason, do Departamento de Segurança Pública de Utah, afirmou que o tiro provavelmente veio de um telhado e que as câmeras do circuito fechado registraram um suspeito “vestindo roupas escuras”.

Trump acusou a retórica da “esquerda radical” de ter contribuído para o assassinato de Kirk, a quem descreveu como um “mártir da verdade”. “Durante anos, aqueles na esquerda radical compararam americanos maravilhosos como Charlie a nazistas e aos piores assassinos em massa e criminosos do mundo”, disse Trump.

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O líder republicano prometeu que o governo “encontrará todos os que contribuíram para essa atrocidade e para outros casos de violência política, incluindo as organizações que a financiam e apoiam”.

O Departamento Federal de Investigação (FBI), disse que está trabalhando em conjunto com os “parceiros locais e estaduais de segurança pública em Utah para investigar completamente e buscar justiça” para o assassinato de Kirk.

Kash Patel, diretor do FBI, afirmou, na quarta, que um homem que estava sob custódia foi liberado após interrogatório policial.

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* Correio Braziliense – Conteúdo

* Foto/Destaque: Crédito – Josh  Edelson / AFP

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INTERNACIONAL

Papa utiliza o jato do rei da Espanha para retornar ao Vaticano após problema técnico em avião

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Por Joshua McElwee* | Tenerife – Espanha

O papa Leão embarcou em um jato Falcon cedido pelo rei da Espanha após um problema técnico impedir a decolagem do avião em que estava, de maior porte, da ilha de Tenerife, atrasando seu retorno ao Vaticano nesta sexta-feira, ao final de uma visita de uma semana à Espanha.

O governo espanhol informou que o avião da Força Aérea usado pelo rei levaria o papa e vários membros de sua delegação a Roma. O restante da delegação e os jornalistas viajarão em outro avião enviado de Madri.

Leão já havia embarcado para o voo original, operado pela Iberia, após se despedir do rei Felipe e de outras autoridades espanholas, mas foi então escoltado pelo rei para fora da aeronave de volta ao terminal.

Em comunicados divulgados após o papa desembarcar, o comandante informou uma falha do motor, provavelmente por causa do vento. Mais tarde, afirmou que o problema não poderia ser resolvido imediatamente e que os passageiros teriam que deixar o avião.

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A Iberia informou em comunicado que o avião teve um problema técnico não especificado e que um avião substituto estava sendo enviado de Madri para completar a viagem até Roma nesta sexta-feira.

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  • Agência Reuters – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Borja Suares / Reuters
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