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Presidente Bukele é reeleito em El Salvador com a maioria esmagadora de votos

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San Salvador

Presidente já era amplo favorito desde o começo da corrida, com altos índices de aprovação atribuídos principalmente à sua campanha de combate à violência e às gangues.

El Salvador escolheu seu presidente, neste domingo (4/2), quando sua população foi às urnas eleger presidente, o vice-presidente e os 60 deputados da Assembleia Legislativa.

Nayib Bukele foi reeleito com uma votação histórica com 1.295.888 votos válidos para a sua chapa, cerca de 83% de votos, segundo as informações do Tribunal Superior Eleitoral de El Salvador.

O presidente reeleito utilizou as redes sociais para declaração do resultado das eleições.

“Segundo os nossos números, ganhámos as eleições presidenciais com mais de 85% dos votos e um mínimo de 58 dos 60 deputados na Assembleia. O recorde em toda a história democrática do mundo. Nos vemos às 21h em frente ao Palácio Nacional. Deus abençoe El Salvador”, escreveu no X (antigo Twitter).

Além da reeleição do presidente Nayib Bukele e do vice Félix Ulloa, ambos do Novas Ideias, o partido conseguiu emplacar 58 dos 60 deputados na Assembleia Nacional.

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Com distância significativa, os partidos tradicionais Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) e Aliança Republicana Nacionalista (Arena) tem, respectivamente, 7,06% e 6,19%.

O presidente reeleito, tem o segundo mandato para começar previsto para 1º de junho e deve chegar ao fim em 2029. Veja o momento em que o Bukele, se prepara para discursar, após sua vitória.

Caminho

O presidente é formado em publicidade. Ele é filho de um empresário de origem palestina e entrou na política em 2012, quando foi prefeito da pequena cidade de Nuevo Cuscatlán. À época, ele foi de marqueteiro para político do FMLN, um partido de esquerda.

Declarado pelo povo como uma estrela em ascensão, ele se desentendeu, em 2017, com o partido. Com essa confusão, ele migrou para um partido de direita.

* Com informação Metrópoles / Fotos: Reprodução (Internet)

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Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo

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Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas

Sarah Khalifaapresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.

Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.

Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.

De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.

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A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.

Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.

Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.

A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.

Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.

O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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