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Tô Viva, minha hora não chegou!

Mulher dada como morta acorda dentro de caixão antes de ser cremada

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INTERNACIONAL

Caso aconteceu na Tailândia; médicos afirmaram que ela sofreu hipoglicemia severa

Uma mulher de 65 anos dada como morta acordou dentro de um caixão momentos antes de ser cremada na província de Nonthaburi, Tailândia. O templo budista Wat Rat Prakhong Tham publicou um vídeo da idosa, não identificada, movendo lentamente os braços, o que deixou familiares e funcionários do espaço surpresos.

De acordo com o gerente geral do estabelecimento, Pairat Soodthoop, o irmão da mulher afirmou que ela passou cerca de dois anos e, aparentemente, parou de respirar por dois dias. Então, ele a colocou em um caixão e fez uma viagem a um hospital em Bangkok, capital do país, para onde ela desejava doar seus órgãos.

No entanto, a unidade de saúde recusou o pedido, pois o familiar não tinha uma certidão de óbito oficial. O templo da região oferecia um serviço de cremação gratuito, que também recusou a solicitação por falta de documentos.

Pairat disse que enquanto explicava como obter o atestado, ouviu batidas na porta. “Fiquei um pouco surpreso, então pedi que abrissem o caixão, e todos se assustaram”, disse ele. “Eu a vi abrindo os olhos ligeiramente e batendo na lateral do caixão. Ela deve ter batido por um bom tempo”, destacou ao jornal “The Guardian”. O caso aconteceu no último domingo (23).

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Depois, médicos confirmaram que a mulher não deu sinais de parada cardíaca, mas teve hipoglicemia severa, ou seja, a quantidade de açúcar no seu sangue atingiu um nível extremamente baixo. A idosa recebeu tratamento imediato.

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  • Euro News / Agências de Notícias
  • Foto/Destaque: Reprodução / Facebook

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INTERNACIONAL

Brasil quer parceria com Índia para produção de remédios e vacinas

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Presidente Lula e comitiva estão em Nova Délhi

Por Luiz Claudio Ferreira*

O governo brasileiro manifestou, nesta quarta-feira (18), a intenção de estabelecer cooperação com a Índia para produção de medicamentos e vacinas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, integra a comitiva do presidente Lula que está em Nova Délhi para participar da cúpula sobre impacto da inteligência artificial.

Segundo Padilha, conforme divulgou o governo, a proposta de parceria inclui instituições públicas e empresas dos dois países para produção de medicamentos oncológicos e também remédios para combater doenças tropicais.

Sistemas públicos

Em encontro com os ministros indianos Jagat Prakash Nadda (Saúde e Bem-Estar da Família) e Prataprao Jadhav (de Medicina Tradicional), Padilha apresentou também a intenção de ampliar as ações e trocas de experiências sobre o acesso gratuito da população aos serviços de saúde.

“Brasil e Índia têm sistemas públicos robustos, forte capacidade científica e papel estratégico no Sul Global. Nossa cooperação em saúde pode ampliar o acesso da população a medicamentos, fortalecer a produção local e impulsionar a inovação”, afirmou o ministro brasileiro.

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Padilha convidou os indianos para integrar a Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo. “Queremos que Índia e Brasil estejam na linha de frente de uma nova agenda internacional de saúde baseada em produção local, inovação e cooperação solidária”, ponderou.

18.02.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante chegada a Nova Deli. Aeroporto Internacional Indira Gandhi (DEL). Nova Deli — ÍndiaFoto: Ricardo Stuckert / PR

Luiz Inácio Lula da Silva, durante chegada a Nova Deli. Aeroporto Internacional Indira Gandhi (DEL). Nova Deli — Índia Foto: Ricardo Stuckert / PR

Inteligência artificial

Outra discussão entre autoridades do Brasil e da Índia teve relação com a utilização de tecnologias digitais e inteligência artificial para organização dos sistemas públicos de saúde.

Segundo Padilha, o intercâmbio em saúde digital pode colaborar com a modernização do SUS, ampliar o acesso e qualificar o cuidado à população.

Uma outra proposta foi a implementação de uma biblioteca digital de medicina tradicional, reunindo evidências científicas, protocolos, estudos clínicos, registros históricos e boas práticas sobre práticas integrativas e complementares em saúde.

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  • Agência Brasil – Conteúdo
  • Foto Destaque: Crédito – Rafael Nascimento / MS
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