VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Polícia / Tragédia

Mãe e dois filhos morrem após fio de alta tensão cair em piscina

Publicados

GERAL

Família se divertia em um parque aquático quando aconteceu a tragédia. Uma das vítimas, de 23 anos, estava grávida

Uma mãe e os dois filhos morreram eletrocutados em uma piscina de um parque aquático no município de Rio Branco do Sul, em Curitiba, Paraná, durante a tarde do último domingo (4). Na ocasião, um fio de alta tensão se rompeu e caiu na água. 

Segundo informações da Polícia Civil, alguns visitantes estavam na piscina e sofreram com o choque quando houve a queda do fio. Roseli da Silva Santos, de 41 anos, sua filha Emily Raiane dos Santos, de 23 anos, e seu filho Agner Santos, 13 anos, não resistiram e morreram. Emily Raiane, a filha mais velha, estava grávida.

O local é uma chácara cercada por árvores, que por vezes atingem as fiações, segundo o proprietário. 

Uma testemunha, que não quis ser identificada, informou que no momento do acidente estava chovendo e sete pessoas estavam na água. Alguns conseguiram ainda sair da piscina. 

“Nós só escutamos o estouro e vimos o fio caindo e saindo fumaça. Aí descemos para ajudar e pegar o adolescente, que estava boiando. Tentamos reanimá-los, mas eles já estavam sem batimentos”, contou a testemunha. 

Leia Também:  Apae de Marilândia inaugura nova sede e amplia atendimento a pessoas com deficiência

A empresa de energia Copel informou que, na data do ocorrido, a região do Rio Branco do Sul foi atingida por ventos de até 60 quilômetros por hora. 

Em um comunicado, a prefeitura do município afirmou lamentar as mortes e disse que prestará apoio às famílias. 

O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Paraná. 

=====

* Informações R7 / Foto: Reprodução – Redes Sociais

 

Propaganda

GERAL

Passageiros de voos domésticos podem ser multados em até R$ 17,5 mil desde segunda-feira (14)

Publicados

em

Quem costuma viajar de avião precisa ficar atento a uma nova regra que começa a valer nesta segunda-feira (14). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) passa a aplicar novas medidas contra passageiros que apresentarem comportamentos considerados indisciplinados em voos domésticos.

A regulamentação estabelece diferentes níveis de punição, que vão desde uma orientação ao passageiro até multa e suspensão temporária do direito de utilizar o transporte aéreo. Nos casos classificados como graves ou gravíssimos, a multa pode chegar a R$ 17,5 mil.

A medida vale para o transporte aéreo regular doméstico e também para trechos nacionais de viagens internacionais. Entre as situações que podem resultar em punição estão ameaças, agressões, desrespeito às normas de segurança, danos à aeronave e comportamentos que comprometam a ordem durante a viagem.

Nos casos considerados gravíssimos, a punição pode ser ainda maior. O passageiro poderá ficar impedido de embarcar em voos domésticos por seis ou 12 meses, conforme a gravidade da ocorrência. Durante esse período, as companhias aéreas deverão impedir a emissão de bilhetes, o check-in ou o embarque da pessoa suspensa.

Leia Também:  Morre Ary Toledo, um dos maiores humoristas do Brasil, aos 87 anos

Entre os comportamentos classificados como gravíssimos estão agressões físicas contra tripulantes que prejudiquem a operação da aeronave, importunação sexual, tentativa de acesso não autorizado à cabine de comando, uso de armas ou explosivos e tentativa ilegal de assumir o controle do avião.

A punição, porém, não ocorre automaticamente. A aplicação da multa depende da abertura de um processo administrativo pela Anac, e o passageiro terá direito à defesa antes da suspensão definitiva. As ocorrências também precisam ser registradas e comunicadas à agência.

A mudança ocorre em meio ao aumento dos registros de indisciplina no transporte aéreo. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), foram contabilizados 1.764 casos em 2025. Entre janeiro e junho de 2026, foram registrados outros 881 episódios, sendo 154 considerados capazes de comprometer a segurança operacional.

A nova regulamentação também estabelece responsabilidades para as companhias aéreas. Empresas que deixarem de cumprir uma suspensão obrigatória, por exemplo, podem receber multa de R$ 70 mil.

——————————————————————-

  • Matéria da Revista Fórum – Conteúdo
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA