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Solidariedade

Entidade capixaba faz campanha para atender indígenas da Bahia com material escolar

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Alunos de aldeia indígena vão receber material escolar dos capixabas

Por Paulo Borges

Solidariedade e caridade.

O sentimento de amor ao próximo é viga mestra do trabalho voluntário feito pelo “SOS MV Mundi”, um Projeto tendo à frente Sergio Assunção, que há 18 anos desenvolve ações que ajudam as vítimas de intempéries como enchentes e também ações para conseguirem itens, como agora, destinados a atender aos índios, que vivem em uma aldeia na Bahia.

De acordo com Assunção, vários parceiros contribuem com essa iniciativa, destacando a pastora Gerusa, da Igreja Unida Avivada, de Campo Grande e o pastor Carlos, da Igreja Pentecostal Palácio da Benção, de Sotelândia, em Cariacica. ‘Outros parceiros também são muito importantes nessa e em tantas outras campanhas que já realizamos. Desta vez, até uma escola de samba de São Torquato aderiu à campanha de arrecadação de material escolar para a tribo indígena da Bahia”, disse Assunção.

O SOS MS Mundi é uma entidade conhecida pelas ações que faz atendendo outros municípios fora de sua área de atuação, sempre que é solicitada ajuda. O Projeto SOS é conhecido até na África, em decorrência de reportagem feitas em outras ocasiões.

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No rol de solicitações estão lápis, apontadores, canetas, cadernos, mochilas dentre outros objetos. O responsável pela campanha disse que a receptividade e ajuda das pessoas e órgãos contatados sempre foi boa e acredita que isso se deve a credibilidade conquistada durante todos esses anos em que atua nesse trabalho voluntário e que faz chegar efetivamente a ajuda as pessoas e comunidades necessitadas.  

A campanha tem recebido muitas adesões e uma dessas pessoas que tem participação importante para que uma aldeia fosse contemplada com essas doações, é o cantor Miq, que conheceu índios pataxós quando ia a uma das aldeias dessa tribo, localizada próximas ao Monte Pascoal, na Bahia, aos 15 anos, com o pai. Toda vez que visita a sua terra natal, faz questão de voltar a essa aldeia. Aliás, são em torno de 14 aldeias e os kits contendo os materiais escolares poderão chegar a todas elas.

De acordo com o organizador dessa campanha, Sergio Assunção, os materiais recebidos são separados, montados os kits que ficam prontos para serem doados brevemente. Assim que for alcançada a meta de 300 kits, a viagem de entrega será marcada e qualquer colaborador poderá estar na comitiva para ir até a aldeia Pataxó.

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A SOS MV Mundi está localizada na cidade de Cariacica e para aqueles que desejarem contribuir podem entrar em contato pelo telefone (27)99627-6978 (Sérgio)

Relação de colaboradores:

Pastor Carlos (Palácio da Benção), Pastora Gerusa (Igreja Unida Avivada), Terezinha, Missionária Marcele, Virgilina Stein (Rota do Bem), Deivid, Fernando Manzine, Starley (Moto Clube), Léo, Luciana Amorim, Izabel de Paula, Marcos, Cordeiro, Pastor José Roberto, Dárcio, Walace, Pastor Renato Claudino, Jedai, Marta Oliveira, Gelson (de São Paulo), Thiago Marques, pastor Ednei Cunha, CT Starley Vieira BJJ, Rosemberg, Willian, Fabiano, Hércules Santana, Carla Maria, Ralf, Missionário Eduardo Lemos, Missionária Lígia, Missionária Guilhermina, Ronaldo Chagas, Pastor Marcos (Abedeq), Miq Miquéias (Projeto Aprender Cultura), Maikel Pereira, Jorge Uliana, Davi (da Cooperativa de Cariacica-sede) e Paulo Borges (jornalista do Pauta 1 e Jornal do Norte).

Sergio Assunção (de camisa branca)

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Incêndio atinge prédio de restaurante ‘Ilha do Caranguejo’ em Jardim Camburi

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Fogo teria começado em uma fritadeira, na cozinha do restaurante

Vitória – ES

Aconteceu na manhã desta segunda-feira (1) um incêndio no prédio do restaurante Ilha do Caranguejo, em Jardim Camburi, Vitória. Imagens mostram uma densa fumaça saindo do telhado do estabelecimento.

De acordo com moradores ouvidos pela reportagem, o incêndio teria iniciado na cozinha do restaurante, “após a fritadeira queimar o fogo se espalhou até a parte elétrica e isso aumentou ainda mais as chamas”, disse um morador ao Pauta1.

A proprietária do restaurante, Lorena Motta, informou que o incêndio teve início no trabalho de preparação de alimentos. “Como nas segundas-feiras não abrimos para almoço, a equipe estava realizando um trabalho de preparação pra semana. Graças a Deus estávamos com poucos dos nossos colaboradores presentes, além de um cliente. Nas preparações da semana, uma das fritadeiras teve um problema e pegou fogo, e as chamas subiram para a tubulação. Logo a equipe do Corpo de Bombeiros chegou e o fogo foi contido, está tudo certo. Ninguém se machucou, e agora é se organizar para, em breve, estarmos abertos novamente”, explicou.

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Ela destacou que não há condições de avaliar os prejuízos causados pelo incêndio. “Nem subimos para ver o estrago. Pelo o que a gente entendeu, o fogo atingiu mais a estrutura do telhado, não atingiu a área de clientes”.

O Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência, mas não há um pronunciamento oficial sobre o ocorrido, que está sendo investigado para se chegar as causas do incêndio;

Em nota publicada nas redes sociais, a administração do Ilha do Caranguejo lamentou o ocorrido e informou a suspensão das atividades nesta segunda-feira (1). 

“Hoje, 01º de junho, infelizmente, não poderemos abrir devido a um problema técnico identificado em nossa unidade de Vitória.

A boa notícia é que, graças a Deus, ninguém se feriu e todos estão bem. Nossa equipe já está trabalhando para solucionar a situação com toda a agilidade e segurança necessárias.

Pedimos desculpas pelos transtornos e agradecemos a compreensão, o carinho e a confiança de todos.

Agradecimento especial, ao incrível trabalho realizado pelo Corpo de Bombeiros que prontamente atendeu à ocorrência”.

Moradores tiveram que deixar apartamentos 

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Moradores de um prédio localizado atrás do estabelecimento relataram que tiveram que deixar seus apartamentos no momento do incêndio. 

Tivemos que descer para a rua porque a fumaça começou a invadir nossas casas. Achamos que fosse no prédio, mas vizinhos falaram que foi no Ilha do Caranguejo. Os apartamentos estão com um cheiro muito forte da fumaça, e a fumaça estava muito alta. Aí todo mundo decidiu descer, porque eles não estavam conseguindo controlar o fogo”, relatou Amanda Bernardino, moradora da região. 

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  • Da Redação / Com informações da mídia
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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