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Aviação / Pouso de Emergência

Avião com o presidente da OAB-ES faz pouso forçado em praia do Rio de Janeiro

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Por Paulo Borges*

Um avião de pequeno porte (EMB-710 – prefixo PT-NLA,), em que estava o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Espírito Santo (OAB-ES), José Carlos Rizk Filho, sofreu uma pane e o piloto foi obrigado a fazer um pouso forçado na praia de Itapuaçu, em Maricá, no Rio de Janeiro. O acidente ocorreu no fim da tarde desta quarta-feira (10) e ninguém ficou ferido. A aeronave saiu de Vitória e tinha como destino o Aeroporto de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio.

Embraer 710C Carioca Pouso e uma Bela Decolagem em Cachoeiro de Cachoeiro ES

O acidente foi testemunhado por algumas pessoas que passavam pela avenida na orla da cidade de Maricá, cuja praia não é muito frequentada. De acordo com uma dessas testemunhas, uma ciclista, o monomotor “veio quicando na areia, depois de vir da direção da serra (Pedra do Elefante) e graças a Deus ninguém se machucou”.

De acordo com o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro (CBMERJ), que informou através de sua assessoria de imprensa, o acidente ocorreu na avenida Beira-Mar, em um trecho da praia que é pouco frequentada e que, no acidente não houve feridos entre os tripulantes da aeronave. Em nota a OAB-ES também confirmou que ninguém se feriu.

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Pelas redes sociais, o presidente da entidade José Carlos Rizk Filho, o avião teria sofrido uma pane daí a necessidade de fazer um pouso de emergência.

“Tive uma queda de avião, mas estou bem. Deus é bom o tempo todo”, escreveu Rizk.

Como é de praxe, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foi acionado e esteve no local para dar início às investigações das causas do acidente.

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* Da Redação / Com informações do CBMERJ / Prefeitura de Maricá / publicações da região

* Fotos: Divulgação

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Caíque Verli, repórter da TV Gazeta, morre aos 33 anos em Vitória

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O jornalista foi encontrado no apartamento, no bairro Jardim da Penha, onde morava em Vitória, por amigos que acionaram o Samu

O repórter da TV Gazeta Caíque Verli, encontrado morto no apartamento onde morava em Jardim da Penha, Vitória, fazia acompanhamento médico por causa de crises convulsivas. Segundo a Polícia Civil, os primeiros levantamentos indicam que a morte pode ter sido provocada por questões de saúde, sem indícios de outras causas. 

Caíque costumava chegar cedo à Rede Gazeta para iniciar o expediente às 5h30. Quando se atrasava, atendia às ligações dos colegas. Nesta quinta-feira (23), porém, ninguém conseguiu contato com o jornalista, o que aumentou a preocupação da equipe.

Como ele fazia tratamento para investigar a origem das convulsões e usava medicação para controlar o quadro, os colegas decidiram ir até o apartamento. No local, encontraram Caíque já sem vida. 

O repórter Caíque Verli morreu aos 33 anos / Foto: Reprodução – Redes Sociais

Segundo amigos, o jornalista estava havia cerca de seis meses sem apresentar novas crises.

Imagens do sistema de videomonitoramento do prédio analisadas pela Polícia Civil mostram que Caíque chegou sozinho ao imóvel por volta das 15h de quarta-feira (22). De acordo com a investigação, não há registro da entrada de outras pessoas no apartamento após esse horário.

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A Polícia Civil informou que o caso foi registrado como encontro de cadáver e encaminhado ao Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), em Vitória. Segundo a corporação, as diligências realizadas no local indicam que a morte teria ocorrido em decorrência de questões de saúde, sem sinais de violência ou de outras causas aparentes. 

A causa da morte, no entanto, só será confirmada após a conclusão dos exames periciais. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Vitória.

Nota de pesar da Rede Gazeta

“É com profundo pesar que a Rede Gazeta comunica o falecimento do jornalista e repórter Caique Verli. A família de Caíque já foi informada e está sendo acompanhada pela empresa em Minas Gerais, onde reside.

Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade à família, aos amigos e aos colegas de profissão, a quem desejamos força e conforto.

Caique deixa um legado de dedicação e comprometimento com o jornalismo, e será lembrado com carinho e admiração por todos que tiveram o privilégio de conviver e trabalhar ao seu lado.

As causas do óbito estão sendo apuradas pela Polícia Civil do Espírito Santo. Informações sobre velório e sepultamento serão comunicadas oportunamente”.

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  • Fonte: A Gazeta
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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