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Copa do Brasil

Vasco sofre, mas bate o Operário nos pênaltis com brilho de Léo Jardim e avança na Copa do Brasil

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Esportes / Futebol

Após levar empate aos 47 do segundo tempo, Cruz-Maltino contou com três defesas de seu goleiro nas penalidades para se garantir nas oitavas de final

Rio de Janeiro / RJ

Foi com sofrimento, mas o Vasco está nas oitavas de final da Copa do Brasil. Na noite desta quinta-feira (20), o Cruz-Maltino fez um jogo ruim em São Januário e empatou em 1 a 1 com o Operário, repetindo o placar do primeiro jogo. Rayan marcou o gol do time carioca e Ademilson, no apagar das luzes, aos 47 do segundo tempo, empatou para o Fantasma, levando a decisão para os pênaltis. Para a sorte do Gigante da Colina, Léo Jardim brilhou e pegou três cobranças, garantindo a vitória por 7 a 6 e evitando a eliminação precoce da equipe.

Rayan comemora gol do Vasco contra o Operário

Rayan comemora gol do Vasco contra o Operário

Agora, o time de Fernando Diniz aguarda para saber quem será seu adversário na próxima fase da Copa do Brasil. A equipe volta a campo no sábado (24), às 18h30 (de Brasília) em clássico com o Fluminense, no Maracanã.

Jogando em casa, o Vasco foi quem tomou mais a iniciativa nos primeiros minutos. O time de Fernando Diniz teve mais a bola e trocou passes em busca de brechas para ameaçar o Operário. A melhor arma foi Paulo Henrique pelo lado direito, que serviu os companheiros com bons passes e teve boa finalização aos 33 minutos, mas viu Elias se esticar para evitar o gol.

Com o Operário bem postado e dificultando o ataque do Vasco, a torcida já começava a ficar ansiosa, mas Rayan conseguiu desafogar os vascaínos aos 41 do primeiro tempo. O garoto roubou a bola de Godói no último terço do campo, avançou e chutou para abrir o placar em São Januário.

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Nos últimos minutos da primeira etapa, o Vasco vacilou e quase levou o empate em duas oportunidades. Joseph e Fransérgio tiveram a chance de deixar tudo igual para o Operário, mas pararam nas ótimas defesas de Léo Jardim, que levaram o time carioca em vantagem para o intervalo.

Na volta para o segundo tempo, o Vasco fez de tudo para marcar nos primeiros minutos e ter tranquilidade no placar. A melhor chance veio com Piton, que recebeu na entrada da área, avançou sem marcação e bateu no ângulo para grande defesa de Elias. Logo depois, Vegetti e Nuno Moreira também ficaram em boas condições para fazer o segundo, mas erraram a pontaria.

Em desvantagem no placar, o Operário se viu o obrigado a arriscar mais e começou a gostar do jogo. Aos 23, o Fantasma quase empatou após Neto Paraíba desviar de cabeça em cobrança de escanteio, mas Léo Jardim fez uma grande defesa para segurar a vantagem cruz-maltina.

Após o susto do time paranaense, o Vasco passou a ocupar mais o campo de ataque para tentar respirar. Com dificuldade para encontrar espaço na área adversária, o Cruz-Maltino só conseguiu ameaçar em chute de fora da área com Loide Augusto, que obrigou o goleiro Elias a voar para fazer grande defesa.

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No fim, o Operário deixou a organização de lado e se mandou com tudo para o ataque em busca do empate, que veio no apagar das luzes. Aos 47, Ademilson subiu mais alto que Lucas Piton após bola levantada na área e tocou de cabeça para deixar tudo igual e levar a decisão para os pênaltis, calando São Januário.

O Vasco conseguir largar bem nas cobranças com Vegetti e Tchê Tchê marcando, e se animou quando Léo Jardim defendeu a cobrança de Neto Paraíba. Após Piton marcar pelo Vasco e Boschilia pelo Operário, o time de Fernando Diniz tomou um banho de água fria com a cobrança ruim de João Victor, que parou em Elias. Na sequência, Rodrigo Rodrigues, Mateus Carvalho e Ademilson guardaram e levaram a decisão para as cobranças alternadas. Adson, Índio, Hugo Moura e Cristiano fizeram.

Na oitava cobrança, Paulo Henrique bateu mal e acabou facilitando a defesa de Elias. O Operário teve a chance de matar o confronto nos pés de Thales Oleques, mas Léo Jardim brilhou mais uma vez e manteve o Vasco vivo. Depois, foi a vez de Loide Augusto, um dos personagens da noite, bater bem e deixar o time carioca em vantagem novamente. Na batida de Allan Godói, Léo Jardim voou pela terceira vez e classificou o Vasco para a próxima fase da Copa do Brasil.

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* Informações de O Dia – Conteúdo

* Fotos: Maga Jr. / Agência F8 / Estadão

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Esportes / Futebol

Martinelli celebra primeira convocação e deixa ótima impressão

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O meia Martinelli está vivendo seus primeiros dias com a camisa da seleção brasileira, após ser chamado para substituir o atacante João Pedro, que lesionou o joelho pelo Chelsea. Em entrevista à CBF TV, o jogador do Fluminense falou sobre a nova experiência e quer aproveitar a oportunidade no elenco de Carlo Ancelotti.

“É um sentimento de um sonho realizado. Todo jogador quer vestir o escudo da seleção. Só tenho que agradecer a Deus pela oportunidade, ao professor e todo o staff. E cada dia que passa aqui estou desfrutando ao máximo, vivendo intensamente, porque a gente sabe como é difícil estar aqui. Temos que nos sentir privilegiados e dar a nossa vida pela seleção”.

Aos 24 anos, o meio-campista defende as cores da equipe profissional do Fluminense desde 2020 e não tem histórico pelas seleções de base do Brasil. Embora não tenha recebido o mesmo holofote que outros companheiros de Xerém, como André, atualmente no Wolverhampton, e o próprio João Pedro, o jogador conquistou espaço pela regularidade e falou como recebeu a notícia da convocação.

Talento reconhecido no Fluminense e na Seleção Brasileira / Foto: Fluminense

“Quando recebi a ligação que infelizmente o João Pedro teve uma lesão e eu fui chamado, fiquei muito feliz. No outro dia, o Thiago (Silva), que trabalhou com ele no Milan, comentou comigo, me passou algumas coisas. Esse momento é muito importante na minha carreira e espero ajudar muito o mister e todos os nossos companheiros da seleção”.

Martinelli também aproveitou para agradecer ao Fluminense, o único clube que defendeu profissionalmente até então. “É o clube que me fez homem, me fez jogador, que me deu oportunidade de mostrar meu futebol”. “Tenho total gratidão ao clube. E vou continuar dando a vida pelo meu time para que possa estar mais vezes aqui”.

O jogador também revelou suas inspirações no futebol e citou nomes recentes da seleção brasileira, como Fred, do Atlético-MG, Casemiro e Fabinho.

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  • Estadão – Conteúdo / Colaboração Pauta1
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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