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Time do Unicapixaba disputa a Taça Libertadores da América de Futebol 7 na Argentina

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Esportes / Futebol

A equipe capixaba busca o tetracampeonato consecutivo da competição continental, que começa na próxima quarta-feira (9), em Córdova.

Vitória / ES

Um dos representantes brasileiros na disputa da Taça Libertadores da América de Futebol 7, o Unicapixaba busca o tetracampeonato consecutivo da competição continental. A equipe embarcou para Córdova, na Argentina, nesta segunda-feira (7) e levou na bagagem a esperança de fazer novamente um bom papel no torneio internacional.

A Libertadores de Futebol 7 reúne as melhores equipes da América do Sul, e o Unicapixaba entra em campo mais uma vez visando manter o nome do Espírito Santo no topo do cenário continental.

Com um histórico de títulos importantes – como o tetracampeonato Brasileiro, o tricampeonato da Libertadores e os dois títulos da Taça Brasil -, a equipe carrega a responsabilidade de honrar suas conquistas anteriores e enfrentar adversários de altíssimo nível.

Após o último treino antes da viagem, o técnico da equipe, Maurício Bezerra (Mister Maurição), destacou a preparação intensa do grupo para o torneio:

“Estamos confiantes no trabalho que temos desenvolvido. Nossa equipe está focada e pronta para enfrentar mais esse desafio. Vamos lutar para trazer mais um título para o Espírito Santo”, afirmou.

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Integrante do Grupo A, ao lado de Chosma (BRA), Tacuarembó (URU) e Diamantes (MEX), os capixabas estreiam nesta quarta-feira (9), às 18h20, diante do Tacuarembó. Na sequência, os Lobos encaram o Chosma, na quinta, às 18h20. E o Unicapixaba fecha a participação na 1ª fase na sexta-feira, às 14h20, contra o Diamantes.

Os outros times brasileiros na disputa da Taça Libertadores de Futebol 7 são:  Joinville (vica-campeão em 2023), Araguari, Trade, Sporting Branca, Gameleira, Canadá, Taubaté e Tupi. A competição é organizada pela Confederación Americana de Futebol 7 (CAF7), que tem como entidade brasileira filiada a Confederação de Futebol 7 do Brasil (CF7B).

Lista dos Convocados do Unicapixaba

Junior, Lekão, Pelaes, Terrão, André, Fabinho, Juninho, Estevão, Wilker, Alexyr, Hícaro, Messias, Gustavo Salles, Nascimento, Navinha, Vassoura, Caio Cézar, Nathan e Camillo Neves.

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* Da Redação / Com assessoria da equipe

* Foto: Léo Máximo / Marketinbox

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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