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Campeonato Brasileiro / Série A

Fluminense sofre gol no fim e fica no empate com o Vitória pelo Brasileiro

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Esportes / Futebol

De cabeça, Cano marcou pelo Tricolor no Maracanã; um juiz polêmico que deixou de marcar um pênalti em John Árias e sequer consultou o Var

Rio de janeiro / RJ

Fluminense empatou em 1 a 1 com o Vitória no Maracanã, neste domingo (20), pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor teve maior controle do jogo, abriu o placar com Germán Cano de cabeça, mas levou um banho de água fria na reta final: Lucas Braga marcou e acabou com a alegria dos cariocas. 

Com o resultado, o Fluminense chegou aos 10 pontos e ocupa a 3ª posição na tabela da competição. Agora, o time comandado por Renato Gaúcho vira a chave para a Sul-Americana. O próximo compromisso será contra a Unión Española, no Chile, quarta-feira (23), às 19h (de Brasília), pela terceira rodada da fase de grupos do torneio continental.

O jogo

O primeiro tempo começou animado, com amplo domínio do Fluminense, que controlava a posse e as ações na partida. Porém, no decorrer da etapa, a intensidade diminuiu e o confronto ficou mais equilibrado. Cano e Arias tiveram as melhores oportunidades – principalmente o colombiano, que obrigou Lucas Arcanjo a trabalhar.

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Aos 39 minutos, quando o jogo estava morno, o argentino saiu para comemorar. Arias tocou para Samuel Xavier, que devolveu de letra. O meia-atacante cruzou, a bola desviou e parou na cabeça de Cano, que mandou para a rede para abrir o placar. 

Do outro lado, o Vitória preferiu apostar nos contra-ataques. Apesar de organizado, o time não conseguiu assustar e Fábio passou ileso. O Leão da Barra não acertou a meta nos 45 minutos iniciais. 

Na segunda etapa, não demorou para o goleiro trabalhar. Logo no primeiro lance, Matheuzinho recebeu passe na área, bateu e obrigou o camisa 1 a se esticar para impedir o empate. O Vitória passou a colocar a bola no chão para progredir com mais tranquilidade, e melhorou na partida. Mais solto, incomodou o Tricolor, que começou a apostar nas jogadas de velocidade. 

Aos poucos, o Fluminense retomou o controle e teve boa escapada com Arias, que invadiu a área, girou e foi derrubado pela marcação. Houve muita reclamação, mas o juiz não ouviu e mandou seguir. Depois, Bernal ainda teve oportunidade de ampliar, mas chutou para fora. 

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No fim, um banho de água fria no Maracanã: em bela troca de passes, Lucas Braga recebeu na grande área e chutou para empatar. O Flu tentou uma pressão nos últimos minutos, mas nada feito. 

Outros resultados do Brasileirão Série A

Fortaleza 1 x 2 Palmeiras

Atlético-MG 1 x 0 Botafogo

São Paulo 2 x 1 Santos

Bragantino 1 x 0 Cruzeiro

Juventude 2 x 2 Mirassol

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* Com informações de O Dia

* Fotos: Marina Garcia / Fluminense

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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