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Flu goleia o San José com time jogando um futebol qualificado e assume a liderança da Sul-Americana

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Esportes / Futebol

Muitos podem questionar dizendo que o tricolor jogou contra um time fraco, mas os outros grandes do futebol brasileiro, ou ganharam apertados ou perderam para times também fracos em suas competições.

Rio de Janeiro / RJ

Renda e público de Fluminense 5 x 0 San José – Sul-Americana 2025 -  EXPLOSÃO TRICOLOR

O Fluminense, jogando no Maracanã pela Copa Sul-Americana, goleou o sem dificuldade não teve dificuldades para conquistar a segunda vitória seguida na Sul-Americana. Em ritmo de treino, o Tricolor goleou o GV San José, da Bolívia, por 5 a 0, nesta quinta-feira (10), no Maracanã, pela 2ª rodada do Grupo F. Everaldo e Cano marcaram duas vezes cada, enquanto Serna completou o placar. Assim, o Fluzão se isolou na liderança.

Com a vitória, o Fluminense manteve o 100% de aproveitamento e chegou aos seis pontos. Dessa forma, é o líder isolado do Grupo F. Já o GV San José, por sua vez, ocupa o terceiro lugar, com um ponto. O Tricolor volta a campo no próximo domingo (13), às 19h30 (de Brasília), contra o Santos, no Maracanã, pela 3ª rodada do Brasileirão.

Everaldo faz duas pinturas no Maraca

Fluminense faz o dever de casa e goleia o GV San José pela Sul-Americana -  Rádio Itatiaia

Golaço de Everaldo

Mesmo com time reserva, o Fluminense jogou em ritmo de treino. Assim, o primeiro tempo foi ataque contra defesa. O Tricolor teve 70% de posse de bola durante toda a etapa inicial e encontrava espaços com facilidade pelos lados do campo. Portanto, não demorou para abrir o placar no Maracanã. Aos 21 minutos, Keno arrastou para o meio, tocou para Everaldo, que girou e acertou chute no ângulo.

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Após marcar o primeiro, o Fluminense cresceu e a impressão era que o segundo gol era questão de tempo. Keno, aos 34, quase ampliou em chute da entrada da área, mas Poveda defendeu. Entretanto, o goleiro do time boliviano não teve chances de defesa quando Samuel Xavier encontrou Everaldo na área e o camisa 9 acertou belo voleio para ampliar o placar.

Fluminense aumenta ritmo e goleia

GV San José cae goleado en el mítico Maracaná por Fluminense | Visión 360

Apesar da sensação de jogo resolvido por causa da superioridade, o Fluminense não diminuiu o ritmo na etapa final. Assim, o panorama foi o mesmo do primeiro tempo, com amplo domínio das ações. O terceiro quase saiu dos pés de Keno, mas a bola bateu na trave. Ganso também ficou com a sensação de quase quando Poveda defendeu seu chute, mas Serna aproveitou o rebote e marcou.

Com espaço, o Fluminense foi atrás da goleada. Nonato, Serna e Paulo Baya tentaram, mas não conseguiram. Faltava alguém que soubesse o caminho as redes. Dessa forma, Renato Gaúcho promoveu a entrada de Cano no lugar de Everaldo, aos 26. No primeiro toque na bola, o argentino aproveitou passe de Bernal e fez o quarto. Pouco depois, aos 33, tabelou com Nonato e fechou a goleada: 5 a 0.

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* Da Redação / Com informação jornal Meia Hora

* Foto/destaque: Reprodução / Fluminense FC

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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