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Copa do Mundo / Futebol Feminino

Eliminação melancólica do Brasil, classificações históricas e favoritismos confirmados: veja resumo da Copa do Mundo

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Esportes / Futebol

Seleção brasileira empatou com a Jamaica e está fora da disputa pelo título de campeã do Mundial

A seleção brasileira empatou com a Jamaica em 0 a 0, nesta quarta-feira, e deu adeus à Copa do Mundo Feminina 2023. Essa é a terceira vez que a seleção cai na fase de grupos, a última havia sido em 1995. Mas, se por um lado a derrota foi inesperada e deixou todos em um clima de melancolia, para as jamaicanas a classificação foi um feito histórico. Na rodada, outras equipes, como a Suécia e França, entraram em campo e fizeram o que era esperado, e as francesas continuam no rol de uma das favoritas ao título de campeã do Mundial.

Eliminação do Brasil

Sem conseguir vencer a Jamaica, o Brasil foi eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo. A última vez em que a seleção tinha caído na fase de grupos de um Mundial havia sido em 1995, na Suécia. Em 1991, na China, o Brasil também foi eliminado na primeira fase. Na ocasião, o time terminou em terceiro lugar do Grupo B, com dois pontos.

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Na campanha deste ano, a seleção brasileira venceu o Panamá, perdeu para a França e empatou com a Jamaica e terminou em terceiro lugar no Grupo F, com quatro pontos.

Classificação histórica

A equipe da Jamaica conquistou uma classificação histórica na Copa do Mundo Feminina 2023. O empate por 0 a 0 com o Brasil, nesta quarta-feira, fez as jamaicanas ficarem na segunda posição do grupo F e avançarem às oitavas de final do Mundial, disputado na Austrália e Nova Zelândia. Essa é a primeira vez na História que a seleção se classifica às oitavas de final em sua segunda participação em Mundiais.

A Jamaica ainda não sofreu nenhum gol nesta Copa do Mundo, em três partidas realizadas — as outras adversárias foram a França e o Panamá.

Favoritismo confirmado

 

A França, que venceu o Brasil por 2 a 1 na rodada passada, goleou o Panamá e confirmou seu favoritismo em ser uma das campeãs da Copa. O jogo aconteceu no mesmo horário em que as brasileiras disputavam a classificação, a França levou a melhor com 6 gols contra 3 de suas adversárias.

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África do Sul e o feito inédito 

No Grupo G, a África do Sul fez história no futebol ao conseguir a inédita classificação às oitavas de final ao vencer a Itália por 3 a 2, com o gol da vitória nos acréscimos. Na outra partida, a Suécia foi eficiente e venceu a Argentina por 2 a 0.

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  • Informações de agências internacionais / Fotos: Divulgação AFP

 

 

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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