Evento Cultural
Escritora lança no sábado dois livros infantis que tratam das emoções
Educação & Cultura
Por Luiz Eduardo Neves* – Vila Velha / ES
A escritora Elijance Marques dos Santos fará o lançamento de duas novas obras neste sábado (25), às 14h, na Biblioteca Pública Municipal de Vila Velha, no Parque da Prainha. O público vai conhecer os livros “Bebês Dinos” e “O Livro das Emoções”, que tratam, com delicadeza e criatividade, da descoberta do mundo e das emoções. Formada pela Universidade Federal do Espírito Santo e atuante na Rede Municipal de Ensino de Vila Velha, Elijance Marques é bibliotecária e contadora de histórias.
Com ilustrações vibrantes e frases curtas em português, inglês e espanhol, “Bebês Dinos” apresenta dois filhotes de dinossauros que exploram o mundo com curiosidade e encantamento. A proposta é unir aprendizado e imaginação, aproximando as crianças do universo das línguas de forma natural e divertida.
Além da versão impressa, o projeto oferece eBook e audiolivro, com narração da própria autora e tradução e interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras). As versões digitais poderão ser acessadas por QR Code durante o evento, ampliando o alcance e a acessibilidade da leitura.
A obra foi contemplada pela Lei Aldir Blanc – Funcultura PNAB 2024, destacando o incentivo à produção literária voltada à primeira infância.
Voltado ao público infantojuvenil, “O Livro das Emoções” propõe uma jornada sensível sobre o autoconhecimento. O texto leve e divertido convida o leitor a reconhecer e compreender sentimentos como alegria, medo, tristeza, raiva, empatia e autoestima, fortalecendo o desenvolvimento da inteligência emocional.
Escrito em letra bastão e ilustrado com emojis coloridos, o livro é acessível e envolvente, facilitando a leitura para crianças em alfabetização e encantando leitores de todas as idades.
O prefácio é assinado pela psicanalista e neuropsicopedagoga Maria Regina Chaves Salgado, que traz uma reflexão sobre a importância da educação emocional desde a infância. A obra foi contemplada pela Lei Aldir Blanc do Município de Vila Velha, no Edital de Fomento à Cultura.
A autora
Unindo arte, literatura e educação, Elijance constrói uma trajetória dedicada a aproximar crianças do prazer da leitura e da imaginação. Suas obras se destacam pela linguagem afetiva, pela inclusão e pelo incentivo à formação de leitores desde os primeiros anos.
O evento de lançamento é gratuito e aberto ao público, celebrando a leitura, a infância e o poder transformador dos livros.
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* Prefeitura de Vila Velha / Secretaria Municipal da Cultura – Conteúdo
* Foto/Destaque: Divulgação / PMVV
Educação & Cultura
Venda ilegal de documentos históricos preocupa Arquivo Nacional
Recentemente, órgão recuperou documento assinado por Duque de Caxias
Agência Brasil* | Rio de Janeiro (RJ)
Nos últimos três anos, pelo menos dez casos de venda ilegal de documentos históricos brasileiros em leilões foram identificados pelo Arquivo Nacional. Segundo o órgão federal, responsável pela guarda dessa documentação, este tipo de comércio criminoso vem crescendo recentemente no país.

Por isso, o Arquivo Nacional está montando um setor específico para lidar com essas ocorrências e garantir a recuperação desses documentos.
“A gente está percebendo que há um comércio muito grande de documentação pública. O que o Arquivo Nacional tem feito é, cada vez mais, analisar essas ofertas que estão em sites de leilões espalhados pelo Brasil inteiro e indo atrás dessa documentação”, explica o diretor de Processo Técnico, Preservação e Acesso Técnico ao Acervo do Arquivo Nacional, Thiago Vieira.
Segundo ele, o objetivo é restituir o patrimônio público para “o seu local, que é aqui no Arquivo Nacional”.
Há três anos, por exemplo, o Arquivo Nacional conseguiu recuperar cinco documentos que estavam sendo leiloados ilegalmente na internet, com a ajuda da Polícia Federal. Um deles, assinado por Duque de Caxias, registra a instalação de uma linha terrestre de telégrafo que conectaria dois estados brasileiros.
“São documentos que são representativos de momentos emblemáticos da nossa história. Ajudam a contar nossa história, ajudam a preencher lacunas onde nossa historiografia ainda não chegou”, afirma a chefe do Serviço de Diplomática e Paleografia do Arquivo, Alícia Duhá Lose.
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*Com informações de Fernanda Cruz – Repórter da TV Brasil
*Edição: Aécio Amado / *Foto destaque: Documento – Arquivo Duque de Caxias / Divulgação
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