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Avião de pequeno porte cai no Rio de Janeiro; duas pessoas morrem

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Acidente Aéreo

Aeronave caiu em área de mata dentro de propriedade privada; vítimas foram encontradas sem vida e causas do acidente ainda são desconhecidas

Rio de Janeiro / Costa Verde

Um avião de pequeno porte caiu na tarde deste domingo(29), por volta do 12h, na altura da Estrada de São João Marcos, em Rio Claro, no sul do Estado, deixou o saldo de dois mortos. 

Segundo a Polícia testemunhas informaram que viram o momento em que a aeronave perdeu a força e foi descendo em uma área de mata dentro de uma propriedade particular e de imediato acionaram a polícia e o Corpo de Bombeiros. Equipes  de resgate chegaram ao local e constataram duas vítimas sem vida.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro informou que ao chegar no local, foi constatada a queda da aeronave, que teria colidido contra um morro. Durante a operação, foram localizadas duas vítimas, já em óbito, com corpos carbonizados.

O Corpo de Bombeiros acionou a perícia da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA).

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Identificadas as vítimas

As vítimas da queda de uma aeronave de pequeno porte, em uma área de mata na Estrada São João Marcos, próxima ao município de Rio Claro, foram identificadas por amigos e integrantes de grupos ligados à aviação nas redes sociais como Everaldo P. Costa Filho e Valentim Costa.

Segundo mensagens compartilhadas após o acidente, os dois eram pai e filho e estavam a bordo da aeronave no momento da queda.

Em uma das publicações divulgadas em grupos de aviação, amigos lamentaram a morte dos ocupantes. “Nosso amigo Cmdt Everaldo do Clube CEU sofreu acidente aeronáutico com seu filho Valentim. Não sobreviveram. DEUS conforte a família e amigos”, dizia a mensagem.

De acordo com as primeiras informações, o avião havia decolado do Clube CEU, no Rio de Janeiro, e tinha como destino o município de Resende.

O Corpo de Bombeiros informou que o acidente aconteceu por volta de 11h55 . A aeronave caiu dentro de uma propriedade privada, em uma região de difícil acesso. No local, foram encontrados destroços e um foco de fumaça em meio à vegetação.

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Everaldo Costa Filho era natural do Rio de Janeiro e, segundo informações divulgadas em perfil ligado à aviação, atuava como piloto privado, com mais de 2.450 horas de voo. Ainda de acordo com a publicação, ele já havia realizado operações de pouso e decolagem em mais de 283 aeródromos distribuídos por 17 estados brasileiros.

Empresário, Everaldo utilizava a própria aeronave em deslocamentos profissionais. O avião envolvido no acidente seria um TL-3000 Sirius, modelo fabricado na República Tcheca, mas a Agência Nacional de Viação Civil, ANAC, informou que a aeronave era experimental e estava em situação normal, com registro para voos diurnos. As causas serão apuradas.

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  • Informações do jornal Diário do Vale e O Dia 
  • Foto Destaque: Divulgação / Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro

 

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Acidente Aéreo

Piloto morto em queda de helicóptero é sepultado com louvores e homenagens

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Familiares, amigos e colegas da aviação deram o último adeus ao comandante que morreu em acidente na Vista Chinesa

Por Leonardo Brito* | Rio de Janeiro (RJ)

Sob aplausos, louvores e homenagens emocionadas, familiares e amigos se despediram, nesta segunda-feira (10), do piloto Alessandro Rocha, de 40 anos, uma das vítimas da queda do helicóptero que caiu na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, no último sábado (8). O sepultamento aconteceu no Memorial Pax, no Centro de São Gonçalo, na Região Metropolitana.

Familiares e amigos do comandante Alessandro Rocha, durante o sepultamento no cemitério municipal de São Gonçalo nesta segunda - Carlos Elias Junior/ Agência O Dia

Familiares e amigos do comandante Alessandro Rocha, durante o sepultamento no cemitério municipal de São Gonçalo nesta segunda – Carlos Elias Junior/ Agência O Dia

A cerimônia foi marcada por momentos de emoção. Antes do enterro, o filho de Alessandro, o engenheiro Sven Rocha, de 23 anos, fez um pedido aos presentes ao lembrar o jeito alegre do pai.

“Vamos celebrar a vida, pois meu pai era alegre e não queria ver ninguém triste”, disse.

Após a fala, familiares e amigos entoaram louvores em homenagem ao piloto. O caixão foi levado até o local do sepultamento coberto por uma bandeira do Fluminense, clube pelo qual Alessandro era torcedor.

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Conhecido entre colegas pela paixão pela aviação, Alessandro acumulava mais de duas décadas de experiência como instrutor de ultraleves e helicópteros. Nas redes sociais, costumava compartilhar registros de voos, além de momentos ao lado da esposa e dos três filhos.

A morte do piloto provocou grande comoção no meio aeronáutico. Integrantes da Esquadrilha Céu, grupo de demonstrações aéreas do qual era próximo, prestaram homenagens e destacaram sua trajetória profissional e o amor que tinha pela profissão.

Acidente matou quatro pessoas

O helicóptero Robinson R44, de prefixo PP-MFS, caiu na manhã de sábado em uma área de mata de difícil acesso na Floresta da Tijuca, próximo à Vista Chinesa. Além de Alessandro, morreram três turistas colombianas da mesma família: Rocío Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofía Murillo, de 17 anos.

A aeronave realizava um voo panorâmico quando caiu e pegou fogo. O Corpo de Bombeiros mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e equipes especializadas em salvamento em áreas de mata, operações aéreas e combate a incêndios florestais. As chamas foram controladas por volta das 13h.

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A Força Aérea Brasileira, por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), abriu investigação para apurar as causas da tragédia. A Polícia Civil também acompanha o caso e aguarda os laudos periciais.

Segundo a empresa responsável pelo passeio, a aeronave estava com a documentação regular e manutenção em dia. A companhia também destacou a experiência de Alessandro na condução de helicópteros.

O acidente ocorreu justamente no fim de semana em que o piloto celebrava uma nova fase profissional. Amigos relataram que ele estava feliz com o trabalho e animado com os projetos que vinha desenvolvendo na área da aviação. A tragédia interrompeu uma trajetória marcada por mais de 20 anos dedicados aos céus.

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  • Matéria reproduzida de O Dia – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Carlos Elias Júnior /Agência O Dia
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