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Passageiros de voos domésticos podem ser multados em até R$ 17,5 mil desde segunda-feira (14)

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Quem costuma viajar de avião precisa ficar atento a uma nova regra que começa a valer nesta segunda-feira (14). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) passa a aplicar novas medidas contra passageiros que apresentarem comportamentos considerados indisciplinados em voos domésticos.

A regulamentação estabelece diferentes níveis de punição, que vão desde uma orientação ao passageiro até multa e suspensão temporária do direito de utilizar o transporte aéreo. Nos casos classificados como graves ou gravíssimos, a multa pode chegar a R$ 17,5 mil.

A medida vale para o transporte aéreo regular doméstico e também para trechos nacionais de viagens internacionais. Entre as situações que podem resultar em punição estão ameaças, agressões, desrespeito às normas de segurança, danos à aeronave e comportamentos que comprometam a ordem durante a viagem.

Nos casos considerados gravíssimos, a punição pode ser ainda maior. O passageiro poderá ficar impedido de embarcar em voos domésticos por seis ou 12 meses, conforme a gravidade da ocorrência. Durante esse período, as companhias aéreas deverão impedir a emissão de bilhetes, o check-in ou o embarque da pessoa suspensa.

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Entre os comportamentos classificados como gravíssimos estão agressões físicas contra tripulantes que prejudiquem a operação da aeronave, importunação sexual, tentativa de acesso não autorizado à cabine de comando, uso de armas ou explosivos e tentativa ilegal de assumir o controle do avião.

A punição, porém, não ocorre automaticamente. A aplicação da multa depende da abertura de um processo administrativo pela Anac, e o passageiro terá direito à defesa antes da suspensão definitiva. As ocorrências também precisam ser registradas e comunicadas à agência.

A mudança ocorre em meio ao aumento dos registros de indisciplina no transporte aéreo. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), foram contabilizados 1.764 casos em 2025. Entre janeiro e junho de 2026, foram registrados outros 881 episódios, sendo 154 considerados capazes de comprometer a segurança operacional.

A nova regulamentação também estabelece responsabilidades para as companhias aéreas. Empresas que deixarem de cumprir uma suspensão obrigatória, por exemplo, podem receber multa de R$ 70 mil.

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  • Matéria da Revista Fórum – Conteúdo
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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Alimentos são apreendidos em meio a fezes de animais em supermercado de Vitória

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Cerca de duas toneladas de alimentos foram apreendidas pela Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) e pelo Procon-ES durante uma fiscalização em um supermercado no bairro Goiabeiras, em Vitória, nesta sexta-feira (11). A ação foi realizada após denúncias de condições inadequadas de armazenamento dos produtos.

Durante a fiscalização, agentes da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) encontraram fezes de animais nas gôndolas, restos de alimentos espalhados pelo chão e produtos com embalagens rompidas. Segundo a Polícia Civil, parte dos danos nas embalagens pode ter sido provocada pela presença de animais no estabelecimento.

Diante das irregularidades, os produtos foram retirados das prateleiras e apreendidos cautelarmente. Todo o material passará por uma avaliação para verificar se houve avarias e quais alimentos ainda estão próprios para o consumo.

A quantidade apreendida chega a aproximadamente duas toneladas.

Local terá que realizar limpeza completa

O supermercado também terá que realizar uma limpeza e sanitização completa do local antes de voltar a armazenar alimentos para exposição e venda. Além disso, o Procon-ES aplicou uma multa pelas irregularidades encontradas durante a fiscalização.

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A Polícia Civil informou que, caso a análise confirme a existência de alimentos impróprios para o consumo, o responsável pelo estabelecimento poderá responder criminalmente por crime contra as relações de consumo.

Segundo o delegado Eduardo Passamani, titular da Decon, a legislação prevê pena de dois a cinco anos de prisão, além de outras sanções que podem ser aplicadas conforme as irregularidades constatadas.

O nome do supermercado não foi divulgado, por conta disso, não foi possível entrar em contato com o estabelecimento para esclarecimentos sobre o caso.

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  • Fontes: Procon-ES / PCES
  • Foto Destaque: Reprodução

 

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