Luto no Jornalismo Capixaba
Caíque Verli, repórter da TV Gazeta, morre aos 33 anos em Vitória
GERAL
O jornalista foi encontrado no apartamento, no bairro Jardim da Penha, onde morava em Vitória, por amigos que acionaram o Samu
O repórter da TV Gazeta Caíque Verli, encontrado morto no apartamento onde morava em Jardim da Penha, Vitória, fazia acompanhamento médico por causa de crises convulsivas. Segundo a Polícia Civil, os primeiros levantamentos indicam que a morte pode ter sido provocada por questões de saúde, sem indícios de outras causas.
Caíque costumava chegar cedo à Rede Gazeta para iniciar o expediente às 5h30. Quando se atrasava, atendia às ligações dos colegas. Nesta quinta-feira (23), porém, ninguém conseguiu contato com o jornalista, o que aumentou a preocupação da equipe.
Como ele fazia tratamento para investigar a origem das convulsões e usava medicação para controlar o quadro, os colegas decidiram ir até o apartamento. No local, encontraram Caíque já sem vida.

O repórter Caíque Verli morreu aos 33 anos / Foto: Reprodução – Redes Sociais
Segundo amigos, o jornalista estava havia cerca de seis meses sem apresentar novas crises.
Imagens do sistema de videomonitoramento do prédio analisadas pela Polícia Civil mostram que Caíque chegou sozinho ao imóvel por volta das 15h de quarta-feira (22). De acordo com a investigação, não há registro da entrada de outras pessoas no apartamento após esse horário.
A Polícia Civil informou que o caso foi registrado como encontro de cadáver e encaminhado ao Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), em Vitória. Segundo a corporação, as diligências realizadas no local indicam que a morte teria ocorrido em decorrência de questões de saúde, sem sinais de violência ou de outras causas aparentes.
A causa da morte, no entanto, só será confirmada após a conclusão dos exames periciais. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Vitória.
Nota de pesar da Rede Gazeta
“É com profundo pesar que a Rede Gazeta comunica o falecimento do jornalista e repórter Caique Verli. A família de Caíque já foi informada e está sendo acompanhada pela empresa em Minas Gerais, onde reside.
Neste momento de dor, expressamos nossa solidariedade à família, aos amigos e aos colegas de profissão, a quem desejamos força e conforto.
Caique deixa um legado de dedicação e comprometimento com o jornalismo, e será lembrado com carinho e admiração por todos que tiveram o privilégio de conviver e trabalhar ao seu lado.
As causas do óbito estão sendo apuradas pela Polícia Civil do Espírito Santo. Informações sobre velório e sepultamento serão comunicadas oportunamente”.
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- Fonte: A Gazeta
- Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
GERAL
Passageiros de voos domésticos podem ser multados em até R$ 17,5 mil desde segunda-feira (14)
Quem costuma viajar de avião precisa ficar atento a uma nova regra que começa a valer nesta segunda-feira (14). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) passa a aplicar novas medidas contra passageiros que apresentarem comportamentos considerados indisciplinados em voos domésticos.
A regulamentação estabelece diferentes níveis de punição, que vão desde uma orientação ao passageiro até multa e suspensão temporária do direito de utilizar o transporte aéreo. Nos casos classificados como graves ou gravíssimos, a multa pode chegar a R$ 17,5 mil.

A medida vale para o transporte aéreo regular doméstico e também para trechos nacionais de viagens internacionais. Entre as situações que podem resultar em punição estão ameaças, agressões, desrespeito às normas de segurança, danos à aeronave e comportamentos que comprometam a ordem durante a viagem.
Nos casos considerados gravíssimos, a punição pode ser ainda maior. O passageiro poderá ficar impedido de embarcar em voos domésticos por seis ou 12 meses, conforme a gravidade da ocorrência. Durante esse período, as companhias aéreas deverão impedir a emissão de bilhetes, o check-in ou o embarque da pessoa suspensa.
Entre os comportamentos classificados como gravíssimos estão agressões físicas contra tripulantes que prejudiquem a operação da aeronave, importunação sexual, tentativa de acesso não autorizado à cabine de comando, uso de armas ou explosivos e tentativa ilegal de assumir o controle do avião.
A punição, porém, não ocorre automaticamente. A aplicação da multa depende da abertura de um processo administrativo pela Anac, e o passageiro terá direito à defesa antes da suspensão definitiva. As ocorrências também precisam ser registradas e comunicadas à agência.
A mudança ocorre em meio ao aumento dos registros de indisciplina no transporte aéreo. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), foram contabilizados 1.764 casos em 2025. Entre janeiro e junho de 2026, foram registrados outros 881 episódios, sendo 154 considerados capazes de comprometer a segurança operacional.
A nova regulamentação também estabelece responsabilidades para as companhias aéreas. Empresas que deixarem de cumprir uma suspensão obrigatória, por exemplo, podem receber multa de R$ 70 mil.
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- Matéria da Revista Fórum – Conteúdo
- Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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