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Violência contra a mulher

Soldado agride mulher e o governador, indignado, determina investigação rigorosa na Corregedoria da PM

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POLÌCIA

O governador determinou a abertura de investigação na Corregedoria da PM após policial ser flagrado agredindo a namorada

Vitória – ES

Um soldado da Polícia Militar agrediu sua namorada em um estacionamento de supermercado no bairro Jardim Camburi. O caso causou indignação em quem assistiu a cena de agressão e até o governador Renato Casagrande (PSB), ao tomar conhecimento do fato, se disse indignado e determinou a abertura de investigação na Corregedoria da PM após o policial ser flagrado agredindo a namorada.

Mulher agredida pelo militar

Imagens da agressão circularam nas redes sociais e mostram a mulher agredida sendo arrancada do carro.

“Recebi com profunda indignação as imagens das agressões praticadas por um soldado, à paisana, contra sua companheira. Determinei a imediata investigação pela Corregedoria da Polícia Militar para que haja apuração com profundo rigor e a adoção de todas as medidas cabíveis. Condeno de forma veemente toda e qualquer violência contra a mulher. É crime, é covardia e não será tolerada”, afirmou o governador.

O Valentão covarde

O soldado da Polícia Militar Marcelo Ramos Araújo, de 32 anos, foi preso após agredir a namorada, também policial militar, no estacionamento de um supermercado no bairro Jardim Camburi. Imagens do caso mostram a mulher sendo retirada à força de um carro, arrastada pelo chão e atingida com golpes na cabeça.

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A PM foi acionada para atender uma briga no local e encontrou o suspeito exaltado, tentando continuar as agressões mesmo após a chegada das equipes.

Em depoimento, a vítima afirmou que os episódios de violência são frequentes e, além das agressões físicas, o homem faz ameaças de morte e de causar lesões permanentes, como atirar em sua mão ou no joelho, e exerce controle sobre sua vida financeira. De acordo com o boletim de ocorrência, as acusações são comprovadas por mensagens trocadas por WhatsApp.

Durante a intervenção, o soldado desobedeceu ordens, empurrou policiais e passou a ameaçá-los. Na tentativa de prisão, reagiu novamente e acertou um soco no rosto de um sargento da corporação, quebrando os óculos do militar. Foi necessário o apoio de outras equipes para contê-lo.

Por orientação do comando da Polícia Militar, a arma da policial foi recolhida de forma preventiva. A vítima manifestou interesse em solicitar medidas protetivas de urgência contra o companheiro.

Polícia Civil informou que o suspeito foi levado à Delegacia Regional de Vitória e autuado em flagrante por lesão corporal, injúria e ameaça, todos os crimes enquadrados na Lei Maria da Penha, além de ameaça, resistência e desacato.

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Após os procedimentos de praxe, ele foi encaminhado ao presídio militar, localizado no Quartel do Comando-Geral da PM do Espírito Santo.

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  • Com informações da mídia
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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POLÌCIA

Polícia Federal investiga desvio de recursos públicos no ES e na BA

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Operação Nêmesis 15 cumpre mandados de busca e apreensão; esquema envolvia direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro. Daniel da Açaí foi prefeito de São Mateus entre 2017 e 2024 e seria um dos envolvidos em esquema de fraudes em licitação

São Mateus – ES

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/4), a Operação Nêmesis, para desarticular um esquema de corrupção e de desvio de recursos em contratos da administração municipal. 

Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Mateus/ES, de Linhares/ES, de Valença/BA e de Teixeira de Freitas/BA. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de até R$ 1,2 milhão nas contas dos 15 investigados. Os mandados foram expedidos pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

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A investigação aponta que o grupo utilizava irregularmente atas de registro de preços de outros órgãos para burlar licitações. Com a atuação coordenada entre agentes públicos e empresários, havia o direcionamento de contratações e o superfaturamento de serviços para o posterior pagamento de propina.

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Durante as diligências de hoje, os policiais apreenderam, aproximadamente, R$ 2 milhões em cheques, R$ 86 mil em espécie e três veículos. Para dissimular a origem ilícita dos valores e as movimentações financeiras atípicas, o grupo utilizava pessoas interpostas e empresas de fachada.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, de corrupção ativa e passiva e de lavagem de capitais.

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  • Polícia Federal / Comunicação Social ES – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – PF / Comunicação

 

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