Sortudos!
Mega da Virada 2025 paga prêmio histórico!
Brasil / Economia
Cada bilhete vencedor vai levar cerca de R$ 182 milhões
Seis apostas em todo o Brasil acertaram os seis números da Mega da Virada 2025, sorteada nesta quinta-feira, 1º de janeiro. Três das apostas que vão dividir o prêmio bilionário foram feitas on line, pelo site da Caixa Econômica Federal. Já as outras três foram realizadas presencialmente em lotéricas de diferentes municípios: João Pessoa (PB), Ponta Porã (MS) e Franco da Rocha (SP).
Cada bilhete vencedor vai levar cerca de R$ 182 milhões.
Os números sorteados pela Caixa, nesta quinta-feira (1º), foram: 59 – 21 – 32 – 13 – 33 – 09.
Sorteio adiado e recorde de apostas
Tradicionalmente realizado na noite de 31 de dezembro, o sorteio da Mega da Virada precisou ser remarcado pela Caixa Econômica Federal devido a problemas técnicos no sistema. Segundo a instituição, ajustes operacionais se tornaram necessários diante da alta demanda, considerada inédita.
O atraso afetou não apenas a Mega da Virada, mas também outros concursos programados para a mesma noite, todos adiados para a manhã do primeiro dia do ano. A transmissão ao vivo teve início pouco depois das 10h, e as dezenas principais começaram a ser sorteadas às 10h55.
Além dos ganhadores do prêmio principal, milhares de apostadores começaram 2025 com dinheiro extra. Ao todo, 3.921 apostas acertaram cinco números da quina e vão receber R$ 11.931,42 cada. Já a quadra contemplou 308.315 bilhetes, garantindo R$ 216,76 para cada vencedor.
Segundo a Caixa, a arrecadação da 17ª edição da Mega da Virada foi de mais de R$ 3 bilhões, 22,6% maior do que foi arrecadado em 2024. Com um valor nunca antes pago, a Mega da Virada 2025 reforça seu papel como o sorteio mais aguardado do calendário nacional. O atraso não diminuiu a expectativa dos apostadores, que acompanharam o anúncio das dezenas ao vivo pelas plataformas oficiais da Caixa.
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- Com informações do Estadão
- Foto/Destaque: Reprodução / Internet
Brasil / Economia
Lula pede a Durigan que avalie possíveis prejuízos de medidas dos EUA
Por Wellton Máximo* | Brasília – DF
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, que avalie os possíveis prejuízos a empresas e a bancos brasileiros provocados pela decisão do governo dos Estados Unidos de considerar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.
Os dois reuniram-se nesta segunda-feira (1º) no Palácio da Alvorada.
Segundo Durigan, a principal preocupação do governo brasileiro consiste no impacto que protocolos externos podem ter sobre a soberania econômica e a estabilidade das instituições nacionais.
O ministro ressaltou que o governo teme que o excesso de “discricionariedade” por parte do governo Donald Trump possa gerar prejuízos “irreais ou fantasiosos” para a economia brasileira.
“Vamos seguir combatendo as organizações criminosas, então nós insistimos nesse ponto e evitar que haja prejuízo irreal, fantasioso para nossa economia. Nós temos que evitar isso com todo custo. é uma grande injustiça”, declarou Durigan ao retornar do encontro.
Segundo o ministro, o ponto central da estratégia brasileira é evitar que empresas e bancos do país se tornem alvos de sanções ou restrições baseadas em critérios que não representem uma realidade concreta.
Abertura
O ministro reiterou ter interesse em conversar com autoridades dos Estados Unidos para tratar da classificação de facções como terroristas. Durigan, no entanto, disse não haver conversas agendadas com o secretário do Tesouro estadunidense, Scott Bessent.
“Eu estou sempre aberto [a reuniões com Bessent]. Tenho contato direto com as autoridades norte-americanas, mas, por enquanto, não. A gente está reunindo as informações, vendo o que vem pela frente, avaliando os próximos passos”, declarou.
Em entrevista ao canal SBT News, mais cedo, Durigan disse que poderia ligar para Bessent.
Segundo o ministro, o governo brasileiro está traçando diagnósticos. “Tendo as informações todas, tendo o diagnóstico claro e a posição, eu vou levar para o Scott Bessent, sem nenhuma dúvida”,
Defesa do setor produtivo
Durigan enfatizou que o objetivo primordial do governo brasileiro é monitorar as movimentações do governo Trump para proteger os empresários, os empregos e as instituições financeiras do Brasil contra interferências externas que possam atrapalhar o desenvolvimento nacional.
“O que vier do exterior para colaborar no combate ao crime organizado, ótimo. A gente sempre acha bem-vindo. O que não pode é quando quer atrapalhar”, afirmou o ministro ao detalhar a postura do governo.
Para reduzir os riscos, a Fazenda tem mantido conversas com empresários de diversos setores, além do financeiro, para entender as vulnerabilidades e ouvir as preocupações do mercado produtivo.
Viagem à Ásia
Durigan também tratou com Lula da agenda internacional de investimentos do Brasil.
No fim deste mês, Durigan embarca para a China e o Japão, onde apresentará o programa Eco Invest Brasil, que pretende captar recursos internacionais para investimentos sustentáveis no país, e buscará avanços coletivos na agenda econômica global.
Além da pauta internacional, o encontro com Lula também serviu para detalhar dados recentes do Produto Interno Bruto (PIB), especificamente sobre a formação bruta de capital fixo, principal indicador do investimento do país.
A economia brasileira cresceu 1,1% no primeiro trimestre, com a formação bruta de capital fixo aumentando 3,5%.
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- Agência Brasil – Conteúdo
- Foto destaque: Crédito – Lula Marques / Agência Brasil
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