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Ato de Violência

Ex-jogador do Fluminense foi morto a tiros no Equador

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INTERNACIONAL

Ex-jogador do Fluminense, Mario Pineida foi morto a tiros no Equador, na última quarta-feira (17). Uma câmera de segurança registrou o momento do assassinato, quando o atleta e sua mulher, Guisella Fernández, foram executados por dois homens que usavam capacetes. De acordo com a imprensa local, a mãe de Pineida também levou tiro, entretanto, sobreviveu.

O crime ocorreu em um açougue, onde Pineida estava acompanhado da família. Os homens chegaram ao estabelecimento, efetuaram os disparos e depois fugiram. Nas imagens também é possível perceber a presença de dois supostos funcionários do açougue, que tentam se proteger enquanto os criminosos atiram.

Momento do assassinato de Pineida –

Atualmente, o atleta defendia o Barcelona de Guayaquil, cidade que é um dos principais focos da violência ligada ao tráfico de drogas no Equador. Em nota, o clube equatoriano afirmou que a morte de Pineida deixou o clube de luto. O elenco pediu que torcedores rezem pela família do jogador. O Fluminense também divulgou uma nota de pesar.

Mario Pineida também teve passagem pelo futebol brasileiro, onde atuou pelo Fluminense. Já estava no Barcelona de Guayaquil, um dos clubes mais tradicionais do país, há um período e fazia parte do elenco principal.

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 Novos elementos do caso

O jornal equatoriano “La Hora” informou que os criminosos seguem foragidos, enquanto a emissora “Ecuavisa” destacou um dado analisado pelas autoridades. Isso porque horas antes do crime, o presidente do Barcelona, Antonio Álvarez, expôs uma carta de um jogador, sem identidade revelada, na qual revelava um pedido de proteção especial após ameaças de morte. 

Mídia local indicam que o pedido partiu mesmo da vítima, mas não há confirmações oficiais sobre a identidade.

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  • Informações do jornal Meia Hora (RJ)
  • Foto/Destaque: Reprodução / Jogada 10
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INTERNACIONAL

Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo

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Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas

Sarah Khalifaapresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.

Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.

Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.

De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.

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A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.

Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.

Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.

A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.

Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.

O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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