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Perdão e Anistia

Comissão de Anistia concede perdão e indenização a Reinaldo, ídolo do Atlético-MG

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BRASIL

Maior artilheiro da história do Galo celebrava os gols com punhos cerrados em protesto à ditadura

A Comissão da Anistia concedeu perdão e indenização ao ex-jogador do Atlético-MG, Reinaldo na terça-feira ( 2). Em votação unânime, o órgão do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania reconheceu que o maior artilheiro do Galo foi perseguido durante a ditadura militar no Brasil.

José Reinaldo de Lima esteve presente na 10ª Sessão da Turma em Brasília na presença da ministra da pasta, Macaé Evaristo. O ex-atacante receberá uma indenização de R$100 mil em prestação única, além de ser reconhecido como anistiado pelo governo.

Ministra Macaé Evaristo participa da sessão plenária - Comissão de Anistia. Julgamento do jogador, atacante do Atlético Mineiro, Reinaldo ( José Reinaldo de Lima). Edifício Multibrasil. Brasília. 02-12-2025. Foto: Clarice Castro/MDHC

Ex-jogador Reinaldo, um dos grandes craques do futebol brasileiro / Foto: Reprodução

Dentro de campo, Reinaldo comemorava seus gols com o punho cerrado, inspirado no movimento dos Panteras Negras nos Estados Unidos em protesto à ditadura. Durante a sessão, ele se pronunciou emocionado emocionado com a decisão: 

“Talvez vocês se lembrem da minha trajetória nos campos, mas pode ser que não saibam da luta, muitas vezes silenciosa, que tive que enfrentar”.

Lembrado como Rei pelo torcedor do Galo, ele foi revelado pelas categorias de base do clube mineiro e anotou 255 gols em 475 partidas. Também vestiu a camisa da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1978.

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  • Da Redação / Com informações da mídia 
  • Foto/Destaque: Reprodução / Internet
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BRASIL

Lula elogia Moraes, mas diz que quem “comete delito tem que pagar”

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Presidente destacou, ainda, que o ministro Edson Fachin tem a responsabilidade de não permitir que a crise na Corte “atrapalhe o processo eleitoral”. Presidente não avaliou as menagens trocadas do ministro Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou, nesta quarta-feira (16/9), o julgamento do Supremo Tribunal Federal que decidiria sobre a possível abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes por envolvido com Daniel Vorcaro, do Banco Master. Para Lula, a crise no Judiciário “não é uma coisa boa, pois significa que o mafioso chamado Vorcaro envolveu todo mundo”.

O presidente e candidato à reeleição também elogiou Moraes, afirmando que ele fez um “trabalho extraordinário para garantir a democracia, prendendo o Bolsonaro e os golpistas”. Em seguida, Lula defendeu que quem comete delito tem que pagar” e apurar o caso com “bastante seriedade”.

“Todo mundo que cometeu erro em qualquer área tem que ser julgado. O que defendo é um julgamento justo, com o direito de defesa. Mas a pessoa que cometer delito tem que pagar o preço. Isso vale pra mim, para o Alexandre de Moraes, para o Fachin”, disse Lula em entrevista ao canal do YouTube e podcast Desce a Letra Show.

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O presidente também defendeu reforma no Judiciário, acompanhada de uma reforma na política, descrita por ele como “apodrecida”. “Não tem como mais não discutir isso. A imagem não está boa”, citou.

“A opinião do presidente defender Alexandre de Moraes não poderia ser diferente, até porque existe uma proximidade entre Lula, Moraes, Dino e Zanin”, ouvido de um promotor.

Julgamento no STF

Um pedido de vista do ministro Flávio Dino suspendeu, na terça-feira (16/9), a análise da Petição (Pet) 16662, referente a relatório produzido pela Polícia Federal, no âmbito do caso Master. A petição tem origem em relatório elaborado pela PF a partir de informações extraídas do celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, que aponta supostos diálogos que teriam relação com o ministro Alexandre de Moraes.

O pedido de vistas, para alguns juristas, apesar de ser legal, foi uma maneira de prorrogar para a frente que será após ás eleições. “No caso do Dino, chamamos isso de chicaneiro”, disse um desses juristas ouvidos pela reportagem.

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Já a Pet 16704 se baseia em relatório de inteligência da PF que sugere irregularidades na condução do caso Master pelo relator, ministro André Mendonça. O ministro Gilmar Mendes sugeriu tramitação conjunta dos casos. O placar no STF ficou 4 x 3 a favor da análise conjunta. Além disso, Gilmar propôs o sorteio de novo relator para as Pets, hoje sob a relatoria do ministro Edson Fachin, presidente da Corte.

O decano da Corte também pediu a identificação e a certificação, nos autos, de todos os magistrados mencionados nas investigações relacionadas ao caso Master que apresentem indícios de recebimento indevido de valores do banco e a abertura de prazo para manifestação do procurador-geral da República e dos juízes citados.

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  • Com informações da mídia nacional.
  • Foto Destaque: Crédito – Ricardo Stuckert / Presidência da República
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