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Cristo Redentor recebe água abençoada pelo Papa Leão XIV

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Água, resultante do derretimento de um bloco de gelo proveniente da Groenlândia, é considerada um símbolo da urgência climática global

Por Raphael Fernandes* – Rio de Janeiro / RJ

Santuário Cristo Redentor, na Zona Sul do Rio de Janeiro, recebe, nesta segunda-feira (03/11), uma quantidade de água abençoada recentemente pelo Papa Leão XIV.

No último mês de outubro, durante a conferência ”Raising Hope for Climate Justice” (”Espalhando Esperança pela Justiça Climática”, em português), realizada em Castel Gandolfo, na Itália, o sumo pontífice da Igreja Católica abençoou um bloco de gelo proveniente da Groenlândia, ilha situada na América do Norte, como símbolo da urgência climática global.

Posteriormente, com o derretimento do referido bloco de gelo, a água resultante dessa fusão foi devidamente preservada e trazida ao Brasil, iniciando sua peregrinação pelo país no último sábado (02/11), no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo.

Agora, o líquido chega ao Rio para, depois, ser levado a Belém, no Pará, onde estará na Basílica Santuário Nossa Senhora de Nazaré, entre os dias 10 e 12 de novembro, durante a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).

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No Cristo Redentor, na segunda-feira (3), houve uma celebração religiosa, presidida pelo padre Josafá Carlos de Siqueira, vigário episcopal do Vicariato para o Meio Ambiente e Sustentabilidade (Vemas), da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, com a presença de representantes católicos, organizações da sociedade civil e lideranças socioambientais. Logo após, o tradicional monumento carioca será iluminado em azul.

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* Diário do Rio – Conteúdo

* Foto/Destaque: Reprodução / Internet

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Dia Nacional do Pastor destacou a missão e os desafios da fé

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Vocação, cuidado e responsabilidade marcam a trajetória de homens e mulheres chamados para conduzir comunidades cristãs. Pastores foram homenageados em sessão solene na Câmara da Serra.

O Brasil celebrou no domingo (14) o Dia Nacional da Pastora Evangélica e do Pastor Evangélico, data oficial criada pela Lei nº 14.970/2024 e comemorada anualmente no segundo domingo de junho. A homenagem ocorre em um momento de forte expansão do segmento evangélico no país. Estimativas reunidas pelo Instituto Paracleto apontam que o Brasil já possui cerca de 140 mil igrejas evangélicas e algo entre 500 mil e 600 mil pastores, pastoras e líderes ministeriais atuando em diferentes denominações e comunidades religiosas. O levantamento foi elaborado a partir de dados do IBGE, Ipea, FAPESP, convenções religiosas e registros públicos do setor.

O crescimento das igrejas acompanha o avanço da população evangélica brasileira. Segundo o Censo 2022, os evangélicos representam 26,9% da população nacional, o equivalente a cerca de 47 milhões de pessoas. Em meio a esse cenário, a nova data busca reconhecer homens e mulheres que exercem uma das funções mais importantes dentro das comunidades cristãs: o cuidado espiritual, o ensino da Palavra e a condução das igrejas.

Apesar do reconhecimento, a função pastoral continua cercada de desafios e responsabilidades. O pregador britânico Charles Spurgeon, considerado um dos maiores nomes da história do cristianismo, alertou sobre a importância da motivação correta para o ministério. “Se um homem perceber, depois do mais severo exame de si mesmo, qualquer outro motivo que não seja a glória de Deus e o bem das almas em sua busca do pastorado, melhor que se afaste dele de uma vez”, escreveu.

A advertência dialoga com uma preocupação antiga das igrejas: distinguir a vocação genuína da busca por prestígio ou reconhecimento. O apóstolo Paulo enfatizou esse princípio ao afirmar em I Timóteo 3:1 que aquele que deseja o episcopado ou pastorado deve desejar “excelente obra”, destacando a missão acima da posição.

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A Bíblia também apresenta o peso dessa responsabilidade. Em Jeremias 23, Deus repreende os pastores que dispersam e prejudicam o rebanho. Já em Malaquias 2, os líderes espirituais são chamados a guardar o conhecimento e transmitir fielmente a Palavra de Deus.

Pastor e escritor Erwin Lutzer

Além dos desafios espirituais, muitos líderes enfrentam questões práticas. O ministério bivocacionado, em que o pastor divide seu tempo entre a igreja e outra profissão, tornou-se uma realidade cada vez mais comum. O pastor e escritor aborda esse tema no livro “Pastor e Profissional – A alegria do ministério bivocacionado”, destacando que a combinação entre trabalho secular e ministério pode ser uma alternativa saudável e necessária para muitas congregações.

Segundo Bickers, o pastor precisa acreditar em seu potencial e contar com o apoio da igreja para desenvolver projetos, alcançar metas e construir uma visão ministerial duradoura. Para ele, sonhos e planejamento caminham lado a lado com oração e dependência de Deus.

A compreensão do chamado pastoral também é ressaltada por Erwin Lutzer, autor do livro “De Pastor para Pastor”. Ele define a vocação ministerial como uma convicção interior produzida pelo Espírito Santo e confirmada pela Palavra de Deus e pela comunidade cristã.

Ministério e estresse

Embora o chamado permaneça vivo, pesquisas recentes mostram que o desgaste emocional continua sendo uma realidade entre líderes religiosos. O estudo “Estado da Igreja 2025”, da Barna Research, revelou que 24% dos pastores protestantes norte-americanos consideraram seriamente abandonar o ministério em tempo integral no último ano. O índice representa uma melhora em relação ao pico de 42% registrado durante a pandemia, mas ainda revela um cenário preocupante.

Entre os fatores mais citados estão o estresse intenso, sentimentos de isolamento, conflitos internos nas igrejas, divisões ideológicas e os impactos da rotina ministerial sobre a família.

Os pesquisadores observam, porém, sinais de recuperação. Com a estabilização das congregações após os anos mais turbulentos da pandemia, muitos líderes relatam maior clareza sobre limites saudáveis, expectativas realistas e formas sustentáveis de exercer a liderança.

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Neste Dia Nacional da Pastora Evangélica e do Pastor Evangélico, a homenagem vai além dos púlpitos. A data lança luz sobre homens e mulheres que assumem a missão de ensinar, aconselhar, servir e conduzir pessoas na fé, enfrentando diariamente desafios espirituais, emocionais e sociais que muitas vezes permanecem invisíveis aos olhos da própria congregação.

Pastores são homenageados na Câmara Municipal da Serra

Na terça-feira (16), a Câmara Municipal da Serra realizou uma Sessão Solene por iniciativa do vereador Pastor Dinho Souza (PL). De acordo com o parlamentar, o evento teve como objetivo homenagear o Dia do Pastor Evangélico.

Pastor vereador Dinho / Foto: CMS

“A cerimônia foi organizada para reconhecer e valorizar a atuação dos pastores evangélicos no município, destacando sua contribuição espiritual, social e comunitária junto à população serrana”, enfatizou o autor da sessão.

Segundo a organização do evento, foram homologados 203 certificados. No entanto, 72 homenageados não compareceram à sessão solene, totalizando 131 pastores presentes e homenageados durante a cerimônia.

O plenário e as galerias da Câmara ficaram lotados. Além dos pronunciamentos, o evento contou com a apresentação de um coral infantil e momentos de louvor. “Foi um evento muito inspirador e de fé”, ressaltou um dos participantes da cerimônia.

A mesa de honra foi presidida pelo vereador Pastor Dinho Souza e composta por Maguinha Malta, pré-candidata ao Senado; Suellen Camilatto, palestrante das pautas em defesa dos valores cristãos; pastor Doriedtson Rio Vieira, presidente da Liga de Pastores Conservadores do Espírito Santo; e pastor Diego Cassotto Goulart, do Ministério Missão Serra.

Pastor Sandro Gomes e esposa, pastora Emilene, foram homenageados / Foto; Renata Brasil

 

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  • Da Redação / Com informações da comunhao.com.br e assessoria do vereador Pastor Dinho
  • Foto destaque: Reprodução / JN
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