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Tragédia Aérea

Há sobrevivente em queda de avião com 242 pessoas na Índia

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Acidente Aéreo

Sobrevivente relatou que trinta segundos após a decolagem, houve um barulho alto e o avião caiu

Pelo menos uma pessoa sobreviveu após a queda de um avião em Ahmedabad, na Índia, nesta quinta-feira (12/6). O jornal local Hindustan Times identificou o sobrevivente como Vishwash Kumar Ramesh, um britânico de 40 anos. Ele teve ferimentos no rosto, no peito e nos pés.

“Trinta segundos após a decolagem, houve um barulho alto e o avião caiu. Tudo aconteceu muito rápido. Quando me levantei, havia corpos por todos os lados. Fiquei com medo. Levantei-me e corri. Havia pedaços do avião por todos os lados”, contou Vishwash ao Hindustan Times. Vídeos que circulam pelas redes sociais mostram o homem andando após a queda do avião.

Do total de pessoas que estavam a bordo da aeronave, 169 são cidadãos indianos, 53 britânicos, sete portugueses e um canadense. A companhia aérea Air India afirmou que está cooperando com as autoridades que investigam o acidente.

Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia, disse que a tragédia em Ahmedabad chocou e entristeceu o país. Keir Starmer, primeiro-ministro do Reino Unido, descreveu as cenas da queda e dos destroços do avião como “devastadoras”.

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* Informações de agências internacionais

* Foto/Destaque: Sobrevivente foi identificado como Vishwash Kumar Ramesh, um britânico de 40 anos / crédito: Reprodução/Hindustan Times

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Acidente Aéreo

Piloto morto em queda de helicóptero é sepultado com louvores e homenagens

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Familiares, amigos e colegas da aviação deram o último adeus ao comandante que morreu em acidente na Vista Chinesa

Por Leonardo Brito* | Rio de Janeiro (RJ)

Sob aplausos, louvores e homenagens emocionadas, familiares e amigos se despediram, nesta segunda-feira (10), do piloto Alessandro Rocha, de 40 anos, uma das vítimas da queda do helicóptero que caiu na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, no último sábado (8). O sepultamento aconteceu no Memorial Pax, no Centro de São Gonçalo, na Região Metropolitana.

Familiares e amigos do comandante Alessandro Rocha, durante o sepultamento no cemitério municipal de São Gonçalo nesta segunda - Carlos Elias Junior/ Agência O Dia

Familiares e amigos do comandante Alessandro Rocha, durante o sepultamento no cemitério municipal de São Gonçalo nesta segunda – Carlos Elias Junior/ Agência O Dia

A cerimônia foi marcada por momentos de emoção. Antes do enterro, o filho de Alessandro, o engenheiro Sven Rocha, de 23 anos, fez um pedido aos presentes ao lembrar o jeito alegre do pai.

“Vamos celebrar a vida, pois meu pai era alegre e não queria ver ninguém triste”, disse.

Após a fala, familiares e amigos entoaram louvores em homenagem ao piloto. O caixão foi levado até o local do sepultamento coberto por uma bandeira do Fluminense, clube pelo qual Alessandro era torcedor.

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Conhecido entre colegas pela paixão pela aviação, Alessandro acumulava mais de duas décadas de experiência como instrutor de ultraleves e helicópteros. Nas redes sociais, costumava compartilhar registros de voos, além de momentos ao lado da esposa e dos três filhos.

A morte do piloto provocou grande comoção no meio aeronáutico. Integrantes da Esquadrilha Céu, grupo de demonstrações aéreas do qual era próximo, prestaram homenagens e destacaram sua trajetória profissional e o amor que tinha pela profissão.

Acidente matou quatro pessoas

O helicóptero Robinson R44, de prefixo PP-MFS, caiu na manhã de sábado em uma área de mata de difícil acesso na Floresta da Tijuca, próximo à Vista Chinesa. Além de Alessandro, morreram três turistas colombianas da mesma família: Rocío Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofía Murillo, de 17 anos.

A aeronave realizava um voo panorâmico quando caiu e pegou fogo. O Corpo de Bombeiros mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e equipes especializadas em salvamento em áreas de mata, operações aéreas e combate a incêndios florestais. As chamas foram controladas por volta das 13h.

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A Força Aérea Brasileira, por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), abriu investigação para apurar as causas da tragédia. A Polícia Civil também acompanha o caso e aguarda os laudos periciais.

Segundo a empresa responsável pelo passeio, a aeronave estava com a documentação regular e manutenção em dia. A companhia também destacou a experiência de Alessandro na condução de helicópteros.

O acidente ocorreu justamente no fim de semana em que o piloto celebrava uma nova fase profissional. Amigos relataram que ele estava feliz com o trabalho e animado com os projetos que vinha desenvolvendo na área da aviação. A tragédia interrompeu uma trajetória marcada por mais de 20 anos dedicados aos céus.

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  • Matéria reproduzida de O Dia – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Carlos Elias Júnior /Agência O Dia
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