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Ato de Covardia

Jovem assassinado: bares na Rua da Lama têm nomes alterados no Google

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POLÌCIA

O suspeito de matar Breno Rezende é sócio dos dois bares que tiveram os nomes modificados. Crime aconteceu por causa de uma conta de R$ 16

Por Guilherme Lage*

Vitória / ES

Os bares “Sofá da Hebe” e “Caldeirão”, na Rua da Lama, em Jardim da Penha, Vitória, tiveram os nomes alterados no Google por internautas em protesto pela morte de um jovem no último final de semana.

Quem procurar pelos estabelecimentos no buscador, encontrará os nomes “Sofá 16 Reais” e “Caldeirão de Sangue”.

Os nomes foram alterados em protesto após o assassinato do jovem Breno Rezende de Carvalho, de 25 anos, registrado em um dos bares, na madrugada de sábado (15).

O suspeito de assassinar o jovem é Vilson Luiz Ballan, que é sócio dos dois estabelecimentos, junto dos irmãos.

Assassinato por R$ 16

O crime teria acontecido por conta de R$ 16. O jovem e o suspeito teriam começado a discutir no bar Caldeirão, onde a vítima era cobrada por uma suposta dívida da compra de uma cerveja.

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Depois do desentendimento, Breno deixou o local e seguiu para outro bar, na mesma calçada. O suspeito esperou o estabelecimento fechar e atacou o rapaz. Bar onde jovem foi assassinado, na Rua da Lama Foto: Caio Dias/TV Vitória

Uma câmera de segurança registrou o momento do crime. As imagens mostram Breno discutindo com Vilson Luiz. Os dois se afastam e Breno senta-se. Pouco depois, o homem se aproxima e esfaqueia o jovem. As imagens são fortes.

Protestos

Familiares e amigos e membros de seis movimentos estudantis realizaram nesta segunda (17) um protesto em frente ao Sofá da Hebe, onde o crime ocorreu.

O protesto teve início no começo da noite. Os manifestantes empunham cartazes com os dizeres “Quanto Vale a Vida?” e “Uma vida vale R$ 16”. Os presentes pedem por justiça e para que o suspeito seja preso.

Os cartazes também foram colados na porta do estabelecimento e a porta do bar também foi pintada com palavras de ordem.

O suspeito e a vítima / Montagem Folha Vitória

A Justiça aceitou o pedido de prisão feito pela Polícia Civil e mandou prender Vilson Luiz Ballan.

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A polícia pediu a prisão temporária do suspeito, que fugiu logo após o crime e, até o momento, não foi localizado.

Segundo testemunhas contaram à polícia, o jovem foi esfaqueado após uma discussão devido a uma conta de R$ 16 em cerveja no bar Sofá da Hebe.

Após o crime, o agressor correu até um veículo estacionado em frente ao local, onde um motorista o aguardava. Ele embarcou no banco do passageiro e fugiu.

A Polícia Civil se manifestou apenas por meio de nota. A corporação informou que o crime é investigado pela equipe da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Vitória. Segundo a polícia, para que a apuração seja preservada, nenhuma informação será repassada no momento.

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* Folha Vitória – Conteúdo

* Foto/destaque: Caio Dias / TV Vitória

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POLÌCIA

Polícia Federal investiga desvio de recursos públicos no ES e na BA

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Operação Nêmesis 15 cumpre mandados de busca e apreensão; esquema envolvia direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro. Daniel da Açaí foi prefeito de São Mateus entre 2017 e 2024 e seria um dos envolvidos em esquema de fraudes em licitação

São Mateus – ES

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/4), a Operação Nêmesis, para desarticular um esquema de corrupção e de desvio de recursos em contratos da administração municipal. 

Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Mateus/ES, de Linhares/ES, de Valença/BA e de Teixeira de Freitas/BA. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de até R$ 1,2 milhão nas contas dos 15 investigados. Os mandados foram expedidos pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

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A investigação aponta que o grupo utilizava irregularmente atas de registro de preços de outros órgãos para burlar licitações. Com a atuação coordenada entre agentes públicos e empresários, havia o direcionamento de contratações e o superfaturamento de serviços para o posterior pagamento de propina.

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Durante as diligências de hoje, os policiais apreenderam, aproximadamente, R$ 2 milhões em cheques, R$ 86 mil em espécie e três veículos. Para dissimular a origem ilícita dos valores e as movimentações financeiras atípicas, o grupo utilizava pessoas interpostas e empresas de fachada.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, de corrupção ativa e passiva e de lavagem de capitais.

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  • Polícia Federal / Comunicação Social ES – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – PF / Comunicação

 

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