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Tragédia Aérea

Avião ultrapassou os limites da pista, atravessou uma avenida e caiu no mar de Ubatuba

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Acidente Aéreo

Um avião de pequeno porte, um Cesna Citation, modelo 525, vindo do interior de Goiás, não conseguiu parar ao pousar, ultrapassando os 940 metros da pista do aeroporto estadual Gastão Madeira da cidade de Ubatuba, litoral norte de São Paulo. O avião atravessou uma avenida e explodiu ao parar no mar da Praia do Cruzeiro.

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No avião estavam quatro membros da mesma família, além do piloto, que foi resgatado das ferragens ainda com vida, porém, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. As outras vítimas que sobreviveram são a empresária Mireylle Fries, seu marido, Bruno Almeida Souza, e os dois filhos do casal. 

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, a mulher foi submetida a uma cirurgia e os outros membros da família estão estáveis, segundo o hospital para onde foram encaminhados.

O governador de São Paulo, em nota, prestou solidariedade as famílias e aos acidentados, assim como o prefeito da cidade de Mineiros, Aleomar Rezende, que manifestou solidariedade.

Avião particular de pequeno porte sofreu acidente em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo Foto: Wendell Marques/AFP

Foto: Wendell Marques – AFP

“Manifestamos nossa solidariedade a Mireylle Fries, filha do saudoso empresário Milton Fries e de Maria Gertrudes Fries, ao esposo Bruno Almeida Souza e aos filhos. (…) Expressamos nosso profundo pesar pela perda do piloto da aeronave Cessna Aircraft, Paulo Seghetto, natural de Goiânia. Que Deus traga consolo e paz aos corações enlutados”.

A Força Aérea Brasileira (FAB) e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foram acionados e estão investigando as causas do acidente. Técnicos analisam dados e destroços para determinar as circunstâncias que levaram ao ocorrido.

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Piloto que morreu era de Goiânia e já teria trabalhado na VoePass

Avião em Ubatuba: quem era o piloto que morreu no acidentePaulo Seghetto, piloto de aeronave que perdeu a vida em um trágico acidente aéreo em Ubatuba, no litoral de São Paulo era natural de Goiânia. A informação foi confirmada por um funcionário do Aeroporto Municipal de Mineiros. Seghetto também teria trabalhado na Passaredo (atual VoePass) e Sete Taxi Aéreo. Ao todo, ele possuía 28 anos de experiência com aeronaves.

Segundo Érica Ramalho, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Ubatuba, o piloto sofreu uma parada cardiorrespiratória logo após o acidente.

“Realizamos todos os procedimentos de reanimação durante o resgate, mas, infelizmente, ele não resistiu”, declarou Érica em entrevista à TV Vanguarda.

Quem eram passageiros de avião que caiu e explodiu em Ubatuba (SP)

A aeronave pilotada por Paulo era pertencente à família Fries, conhecida no interior de Goiás.

 

 

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  • Da Redação / Com informações de jornais de Goiás
  • Fotos: Reproduções / Mídias Sociais

 

 

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Acidente Aéreo

Piloto morto em queda de helicóptero é sepultado com louvores e homenagens

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Familiares, amigos e colegas da aviação deram o último adeus ao comandante que morreu em acidente na Vista Chinesa

Por Leonardo Brito* | Rio de Janeiro (RJ)

Sob aplausos, louvores e homenagens emocionadas, familiares e amigos se despediram, nesta segunda-feira (10), do piloto Alessandro Rocha, de 40 anos, uma das vítimas da queda do helicóptero que caiu na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, no último sábado (8). O sepultamento aconteceu no Memorial Pax, no Centro de São Gonçalo, na Região Metropolitana.

Familiares e amigos do comandante Alessandro Rocha, durante o sepultamento no cemitério municipal de São Gonçalo nesta segunda - Carlos Elias Junior/ Agência O Dia

Familiares e amigos do comandante Alessandro Rocha, durante o sepultamento no cemitério municipal de São Gonçalo nesta segunda – Carlos Elias Junior/ Agência O Dia

A cerimônia foi marcada por momentos de emoção. Antes do enterro, o filho de Alessandro, o engenheiro Sven Rocha, de 23 anos, fez um pedido aos presentes ao lembrar o jeito alegre do pai.

“Vamos celebrar a vida, pois meu pai era alegre e não queria ver ninguém triste”, disse.

Após a fala, familiares e amigos entoaram louvores em homenagem ao piloto. O caixão foi levado até o local do sepultamento coberto por uma bandeira do Fluminense, clube pelo qual Alessandro era torcedor.

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Conhecido entre colegas pela paixão pela aviação, Alessandro acumulava mais de duas décadas de experiência como instrutor de ultraleves e helicópteros. Nas redes sociais, costumava compartilhar registros de voos, além de momentos ao lado da esposa e dos três filhos.

A morte do piloto provocou grande comoção no meio aeronáutico. Integrantes da Esquadrilha Céu, grupo de demonstrações aéreas do qual era próximo, prestaram homenagens e destacaram sua trajetória profissional e o amor que tinha pela profissão.

Acidente matou quatro pessoas

O helicóptero Robinson R44, de prefixo PP-MFS, caiu na manhã de sábado em uma área de mata de difícil acesso na Floresta da Tijuca, próximo à Vista Chinesa. Além de Alessandro, morreram três turistas colombianas da mesma família: Rocío Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofía Murillo, de 17 anos.

A aeronave realizava um voo panorâmico quando caiu e pegou fogo. O Corpo de Bombeiros mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e equipes especializadas em salvamento em áreas de mata, operações aéreas e combate a incêndios florestais. As chamas foram controladas por volta das 13h.

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A Força Aérea Brasileira, por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), abriu investigação para apurar as causas da tragédia. A Polícia Civil também acompanha o caso e aguarda os laudos periciais.

Segundo a empresa responsável pelo passeio, a aeronave estava com a documentação regular e manutenção em dia. A companhia também destacou a experiência de Alessandro na condução de helicópteros.

O acidente ocorreu justamente no fim de semana em que o piloto celebrava uma nova fase profissional. Amigos relataram que ele estava feliz com o trabalho e animado com os projetos que vinha desenvolvendo na área da aviação. A tragédia interrompeu uma trajetória marcada por mais de 20 anos dedicados aos céus.

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  • Matéria reproduzida de O Dia – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Carlos Elias Júnior /Agência O Dia
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