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Acidente Grave

Motoboy arremessado da Terceira Ponte continua em estado grave

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Glênio Alves caiu de uma altura de cerca de 10 metros após ser fechado na pista exclusiva para motos, ônibus e carros.

Vila Velha – ES

A arquiteta Ana Paula Ferreira, esposa de Glênio Alves, motoboy que foi arremessado da Terceira Ponte durante um acidente na tarde de quarta-feira (12), fez um desabafo pelas redes sociais e pediu orações para o marido. Eles têm uma filha de nove meses.

“Não sei como descrever o que estou sentido, meu coração está em pedaços. Peço que orem por nós, orem pela vida do meu esposo, do papai da Teresa. Está tudo entregue nas mãos de Deus e Deus é bom o tempo todo”, disse.

Glênio caiu de uma altura de cerca de 10 metros após ser fechado por um carro na pista exclusiva para motos, ônibus e carros na Terceira Ponte. 

A vítima teve fraturas na cabeça, tórax, pulmão, bacia e outras escoriações pelo corpo. O estado dele é grave.

Horas após o acidente, a empresa onde a vítima trabalha, uma loja de celulares, informou que a equipe estava no hospital com Glênio.

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“Pessoal, é o nosso motoboy, pedimos oração. Estamos no hospital com ele”, publicou.

Como aconteceu

A motorista que dirigia o carro que acabou causando o acidente com um motociclista, arremessado da Terceira Ponte, em Vila Velha, invadiu a pista exclusiva para motos, ônibus e táxis para tentar escapar de uma batida.

O caso aconteceu na tarde desta quarta-feira (12). A vítima “voou” da pista da ponte, passou por cima da grade de segurança, onde fica a ciclovia, e caiu em cima de um carro que estava estacionado.

Segundo informações do Batalhão de Trânsito, a motorista tentou desviar de um veículo na ponte e, para não ocasionar um acidente, jogou o carro para a para faixa exclusiva. Foi quando o motoboy acabou sendo fechado e foi arremessado da ponte. A moto ficou na ponte.

Testemunhas que estavam no local descreveram que, na queda, Glênio passou primeiro por uma árvore e depois caiu sobre um carro estacionado na rua. Em seguida, caiu no chão.

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  • Informações do portal Folha Vitória / Batalhão de Trânsito
  • Foto: Reprodução – FV

 

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Passageiros de voos domésticos podem ser multados em até R$ 17,5 mil desde segunda-feira (14)

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Quem costuma viajar de avião precisa ficar atento a uma nova regra que começa a valer nesta segunda-feira (14). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) passa a aplicar novas medidas contra passageiros que apresentarem comportamentos considerados indisciplinados em voos domésticos.

A regulamentação estabelece diferentes níveis de punição, que vão desde uma orientação ao passageiro até multa e suspensão temporária do direito de utilizar o transporte aéreo. Nos casos classificados como graves ou gravíssimos, a multa pode chegar a R$ 17,5 mil.

A medida vale para o transporte aéreo regular doméstico e também para trechos nacionais de viagens internacionais. Entre as situações que podem resultar em punição estão ameaças, agressões, desrespeito às normas de segurança, danos à aeronave e comportamentos que comprometam a ordem durante a viagem.

Nos casos considerados gravíssimos, a punição pode ser ainda maior. O passageiro poderá ficar impedido de embarcar em voos domésticos por seis ou 12 meses, conforme a gravidade da ocorrência. Durante esse período, as companhias aéreas deverão impedir a emissão de bilhetes, o check-in ou o embarque da pessoa suspensa.

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Entre os comportamentos classificados como gravíssimos estão agressões físicas contra tripulantes que prejudiquem a operação da aeronave, importunação sexual, tentativa de acesso não autorizado à cabine de comando, uso de armas ou explosivos e tentativa ilegal de assumir o controle do avião.

A punição, porém, não ocorre automaticamente. A aplicação da multa depende da abertura de um processo administrativo pela Anac, e o passageiro terá direito à defesa antes da suspensão definitiva. As ocorrências também precisam ser registradas e comunicadas à agência.

A mudança ocorre em meio ao aumento dos registros de indisciplina no transporte aéreo. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), foram contabilizados 1.764 casos em 2025. Entre janeiro e junho de 2026, foram registrados outros 881 episódios, sendo 154 considerados capazes de comprometer a segurança operacional.

A nova regulamentação também estabelece responsabilidades para as companhias aéreas. Empresas que deixarem de cumprir uma suspensão obrigatória, por exemplo, podem receber multa de R$ 70 mil.

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  • Matéria da Revista Fórum – Conteúdo
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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