Conflito no Oriente Médio
URGENTE: Israel responde ao Irã
INTERNACIONAL
Telavive – Israel
A resposta de Israel ao Irã aconteceu na madrugada de quinta para sexta-feira, horário de Israel. Fontes da área de segurança do país confirmaram a ação.
Três drones israelenses atacaram uma base aérea nas proximidades de Isfahan, 330 quilômetros ao sul de Teerã. Não houve ataques a instalações nucleares. Aparentemente não há mortos ou feridos.
Os sistemas de defesa área do Irã foram ativados e o espaço aéreo iraniano ficou fechado para aeronaves civis durante as primeiras horas da manhã.
Pela perspectiva israelense, o ataque foi planejado de forma a encerrar o ciclo de enfrentamento com o Irã. Foi uma operação coordenada com os Estados Unidos. Israel também atacou alvos no Iraque e na Síria.
Israel não faz qualquer comentário oficial sobre o assunto e orientou as embaixadas do país a fazerem o mesmo.
Mensagem oficial do Irã confirma a ativação dos sistemas de defesa aérea e informa que não há registros de danos ou feridos. A força aérea do país confirma que apenas um alvo foi atacado.

A imprensa oficial iraniana minimiza o ataque e diz que a rotina no país permanece como de costume e que não há qualquer ameaça. O regime parece ter o interesse de zombar do ataque israelense numa tentativa de encontrar uma “saída honrosa” e não precisar reagir.
Por meio da plataforma X, o ministro israelense da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, um dos elementos mais extremistas da coalizão de governo, também zombou do ataque do país e, de forma irônica, classificou a ação como “assustadora”.
O Ministério da Defesa da Síria disse que “Israel atacou locais de nossa defesa aérea na região sul”, provocando danos materiais.
Instalações nucleares ilesas
A Agência Internacional de Energia Atômica, AIEA, confirmou que não houve danos nas instalações nucleares do Irã. A informação veio, após relatos de ataque israelense ao país.
“A situação está sendo monitorada de perto. Reiteramos que é proibido instalações, que serão usadas em conflitos militares”, esclareceu a agência.
O projeto atômico iraniano iniciou na administração de Mahmoud Ahmadinejad, há quase duas décadas. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chancelou acordo de apaziguamento, rompido pelo sucessor, Donald Trump.
A Televisão Estatal do Irã informou: “Pequenos drones interceptados pelos sistemas de defesa aérea foram infiltrados ao país”.
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* Informações Israel de Fato – Conteúdo
* Fotos: Reprodução / Redes Sociais
INTERNACIONAL
Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo
Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas
Sarah Khalifa, apresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.
Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.
Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.
De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.
A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.
Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.
Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.
A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.
Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.
O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.
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- Matéria do Estadão – Conteúdo
- Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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