Internacional / Tensão
Brasil se prepara para uma possível invasão venezuelana na Guiana
INTERNACIONAL
Vem aumentando a tensão e o risco da Venezuela invadir a Guiana e disputar militarmente a região de Essequibo. Rumores tem preocupado as autoridades brasileiras do norte do país. Vídeos de supostos militares venezuelanos na fronteira com o Brasil já circulam na internet.
Referendo
Faltam poucos dias para o referendo que Nicolás Maduro convocou. O ditador venezuelano está convidando a população a dizer se apoiam ou não a criação de uma nova província chamada Guayana Esequiba, que hoje pertence à Guiana
O território possui 159.500 km² e corresponde a 60% do atual território da Guiana. Desde 1966, a região é reivindicada pela Venezuela.

Estima-se que a região reivindicada tenha uma capacidade de 1,2 milhão de barris de petróleo por dia, além de possuir reservas de ouro e um alto potencial hidrológico. O local concentra parte da Amazônia Internacional.
Diante do conflito armado que pode se instalar, o senador Hiran Gonçalves (PP) pediu ao Ministério da Defesa o reforço das Forças Armadas em Pacaraima, cidade brasileira na fronteira com a Venezuela.
O ministro José Múcio garantiu que irá reforçar a segurança da região. A cidade no norte de Roraima é um local estratégico de acesso ao Essequibo.
Tendencioso
O presidente Nicolás Maduro votou e demonstrou que a população que só deve votar SIM, no reverendo.
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* Com informações BP / Fotos: Reprodução
Informações sobre a Guiana
Capital |
Georgetown |
| Cidade mais populosa | Georgetown |
| Língua oficial | Inglês |
| Governo | República presidencialista[1] |
| • Presidente | Irfaan Ali |
| • Primeiro-ministro/Primeiro vice-presidente | Mark Phillips |
| • Segundo vice-presidente | Bharrat Jagdeo |
| Independência | do Reino Unido |
| • Data | 26 de maio de 1966 |
| Área | |
| • Total | 214 970 km² (81.º) |
| • Água (%) | 8,4% |
| Fronteira | Brasil Suriname Venezuela |
| População | |
| • Estimativa para 2020[2] | 786 793 hab. (165.º) |
| • Censo 2012[3] | 746 955 hab. |
| • Densidade | 3,5 hab./km² (217.º) |
| PIB (base PPC) | Estimativa de 2020 |
| • Total | US$ 13,506 bilhões[4] (141.º) |
| • Per capita | US$ 17,163[4] (101.º) |
| IDH (2021) | 0,714 (108.º) – alto[5] |
| Moeda | Dólar guianense (GYD) |
* Fonte: Google
INTERNACIONAL
Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo
Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas
Sarah Khalifa, apresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.
Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.
Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.
De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.
A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.
Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.
Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.
A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.
Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.
O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.
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- Matéria do Estadão – Conteúdo
- Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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