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Copa do Mundo / Futebol Feminino

Suécia classificada, derrota do Brasil e triunfo da Jamaica: como foi o décimo dia de Copa

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Esportes / Futebol

Seleção brasileira sofreu nas mãos da França mais uma vez e deixou a classificação antecipada escorrer em jogada mais previsível do ataque francês

O décimo dia da Copa do Mundo Feminina 2023 terminou sem nenhum empate, com Suécia, França e Jamaica levando a melhor sobre Itália, Brasil e Panamá. As suecas golearam por 5 a 0 e garantiram a classificação antecipada, enquanto as duas vitórias do Grupo F colocaram as seleções vencedoras nas posições para disputar as oitavas de final. Seleção brasileira falha em jogada aérea da França e toma o gol da derrota no final do segundo tempo, caindo para a terceira colocação e precisando de uma vitória contra a Jamaica na última rodada para avançar.

Suécia atropela e se classifica

O primeiro jogo do dia terminou com a vitória da Suécia sobre a Itália por 5 a 0. A seleção escandinava, mais tradicional no futebol de mulheres do que a adversária, não teve problemas para ditar o ritmo de jogo, mas até o final da primeira etapa, não havia conseguido converter o domínio em chances claras de gol. Aos 38, a Suécia marcou o primeiro e em oito minutos já havia ampliado a vantagem para três.

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A bola parada foi a principal arma, e os primeiros gols vieram em cobrança de escanteio por Andersson, empurradas para dentro das redes por Ilestedt e Rölfo, após bate rebate na área. No terceiro, Blackstenius recbeu cruzamento na pequena área e ampliou o placar após uma bela jogada que passou por Bjorn, Angedal, Asllani e Kaneyrd. Na volta do intervalo, Ilestedt ampliou, mais uma vez de cabeça após após escanteio. Nos acréscimos, Blomqvist fez bela jogada individual e finalizou no canto para fechar o placar.

Brasil é novamente derrotado pela França

A expectativa da seleção brasileira de vencer pela primeira vez a França foi frustrada assim que a bola rolou. Com intensidade desde o início, as Bleues só precisaram de 17 minutos para ficar à frente do placar, com Le Sommer abrindo o placar no Suncorp Stadium. Durante o primeiro tempo, o Brasil mal apareceu na partida, e foi completamente dominado pelas francesas.

Na segunda etapa, alterações de Pia fizeram efeito a seleção teve ânimo renovado quando Debinha igualou o placar aos 13 minutos. A evolução em relação ao primeiro tempo era clara, mas quando o Brasil estava em seu melhor momento e conseguia levar a bola ao gol adversário — ainda que, em muitas vezes, sem perigo —, Renard apareceu para decidir. O gol da vitória da França veio em erros consecutivos do Brasil na jogada mais previsível da seleção adversária, que coroou a vitória com um 2 a 1.

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Jamaica vence o Panamá

Mesmo sem a artilheira e principal jogadora Bunny Shaw, que cumpre suspensão após ter sido expulsa na estreia contra a França, a Jamaica conseguiu vencer o Panamá por 1 a 0 com gol de cabeça da zagueira e capitã Swaby no início do segundo tempo. Com o resultado, as jamaicanas pulam para a segunda colocação do Grupo F, na zona de classificação das oitavas de final, e com a segunda derrota, as panamenhas estão matematicamente eliminadas.

Os últimos jogos do Grupo F acontecem na quarta-feira, às 7h (de Brasília). O Brasil enfrenta a Jamaica no Melbourne Rectangular Stadium, enquanto França e Panamá duelam no Sydney Football Stadium.

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* Conteúdo Jornal Extra – Lais Malek

* Fotos: Marty Melville – Franck Fife – Colin Murty / AFP

 

 

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Esportes / Futebol

Martinelli celebra primeira convocação e deixa ótima impressão

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O meia Martinelli está vivendo seus primeiros dias com a camisa da seleção brasileira, após ser chamado para substituir o atacante João Pedro, que lesionou o joelho pelo Chelsea. Em entrevista à CBF TV, o jogador do Fluminense falou sobre a nova experiência e quer aproveitar a oportunidade no elenco de Carlo Ancelotti.

“É um sentimento de um sonho realizado. Todo jogador quer vestir o escudo da seleção. Só tenho que agradecer a Deus pela oportunidade, ao professor e todo o staff. E cada dia que passa aqui estou desfrutando ao máximo, vivendo intensamente, porque a gente sabe como é difícil estar aqui. Temos que nos sentir privilegiados e dar a nossa vida pela seleção”.

Aos 24 anos, o meio-campista defende as cores da equipe profissional do Fluminense desde 2020 e não tem histórico pelas seleções de base do Brasil. Embora não tenha recebido o mesmo holofote que outros companheiros de Xerém, como André, atualmente no Wolverhampton, e o próprio João Pedro, o jogador conquistou espaço pela regularidade e falou como recebeu a notícia da convocação.

Talento reconhecido no Fluminense e na Seleção Brasileira / Foto: Fluminense

“Quando recebi a ligação que infelizmente o João Pedro teve uma lesão e eu fui chamado, fiquei muito feliz. No outro dia, o Thiago (Silva), que trabalhou com ele no Milan, comentou comigo, me passou algumas coisas. Esse momento é muito importante na minha carreira e espero ajudar muito o mister e todos os nossos companheiros da seleção”.

Martinelli também aproveitou para agradecer ao Fluminense, o único clube que defendeu profissionalmente até então. “É o clube que me fez homem, me fez jogador, que me deu oportunidade de mostrar meu futebol”. “Tenho total gratidão ao clube. E vou continuar dando a vida pelo meu time para que possa estar mais vezes aqui”.

O jogador também revelou suas inspirações no futebol e citou nomes recentes da seleção brasileira, como Fred, do Atlético-MG, Casemiro e Fabinho.

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  • Estadão – Conteúdo / Colaboração Pauta1
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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