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Luto no Automobilísmo

Jules Bianchi morre aos 25 anos, nove meses após grave acidente no GP do Japão

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ESPORTES

O jovem francês é o primeiro piloto a morrer em decorrência de um acidente da Fórmula 1 desde o trágico episódio fatal com o brasileiro Ayrton Senna, em 1994

Nice – França

A família do Jules Bianchi (a foto de Capa foi tirada dois dias antes de seu acidente) anunciou a morte do francês de 25 anos, ocorrida na noite desta sexta-feira (madrugada de sábado na Europa), em decorrência dos ferimentos causados no acidente sofrido no GP do Japão, no início de outubro do ano passado. Ele havia sofrido uma lesão axonal difusa no cérebro, em razão da forte desaceleração do impacto com o trator, em Suzuka. Jules morreu no Hospital Universitário de Nice, sua cidade natal, onde estava internado desde novembro.  Bianchi ficou internado no Japão por quase dois meses e havia sido transferido para a França depois que seu quadro clínico foi estabilizado. Desde então, poucas novidades sobre a evolução do piloto eram divulgadas. Ele permanecia internado em estado vegetativo, sem apresentar melhoras significativas. Na semana passada, seu pai quebrou o silêncio e fez um desabafo emocionado sobre a grave situação do filho

Confira a íntegra do comunicado da família de Bianchi, assinado pelos pais, Philip e Christine, o irmão Tom e a irmã Melanie:

“Jules lutou até o fim, como sempre, mas a sua batalha terminou. Queremos agradecer à equipe médica do Hospital Universitário de Nice, que o tratou com amor e dedicação. Também queremos agradecer à equipe do Centro Médico Geral de Mie, no Japão, que cuidou imediatamente de Jules após o acidente, bem como todos os outros médicos envolvidos na luta travada ao longo dos últimos meses. 
Gostaríamos de agradecer também aos colegas de Jules, seus amigos, seus fãs e todos aqueles que demonstraram seu afeto durante este período. Eles nos deram a força para resistir nestes tempos terríveis. Ouvir e ler as inúmeras mensagens nos mostrou como Jules tinha despertado um carinho profundo em tantas pessoas ao redor do mundo.
Nós pedimos que respeitem a nossa privacidade durante este momento tão difícil, durante o qual tentaremos enfrentar a perda de Jules.”

O impressionante acidente de Bianchi aconteceu na 43ª volta da corrida em Suzuka. O francês atingiu um guindaste que removia a Sauber de Adrian Sutil, que havia rodado na saída da curva Dunlop na volta anterior. Bianchi estava a mais de 150km/h quando perdeu o controle de sua Marussia e acabou entrando debaixo do veículo que removia o carro do alemão. 

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Com a força do impacto, o santoantônio, estrutura feita para proteger a cabeça do piloto em caso de capotagens, ficou destruído. Esta é a primeira morte na categoria em razão de um acidente de corrida desde 1994, quando Ayrton Senna perdeu a vida no GP de San Marino e uma série de medidas de segurança foram implantadas na F-1.

Talento promissor

Jules Bianchi tinha 25 anos e nasceu em Nice, sudeste da França em 3 de agosto de 1989. Ele começou a competir no kart e em 2007 passou para os monopostos, acumulando bons resultados nas categorias de base. Foi campeão da Fórmula Renault 2.0 francesa logo em seu ano de estreia; terminou em terceiro na F-3 europeia em  2008 e foi campeão da categoria no ano seguinte. Em 2010, disputou a GP2, principal categoria de acesso à Fórmula 1, sendo terceiro em um ano e vice-campeão no outro. Em 2012 foi vice-campeão da F-Renault 3.5.

Os resultados expressivos na base o renderam um convite para fazer parte do programa de jovens pilotos da Ferrari em 2011, onde também exerceu o cargo de piloto de testes. Por influência da equipe italiana, fornecedora de motores da Marussia, atual Manor, Jules foi contratado pelo modesto time às vésperas do início do campeonato de 2013 para substituir o brasileiro Luiz Razia. Na temporada 2014, o francês conquistou os primeiros pontos da história do pequeno time ao chegar em nono na etapa de Mônaco.

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Outra morte no mundo do automobilísmo

Dilano van’t Hoff, piloto de base da Fórmula 1, morre em acidente na Bélgica

Neste sábado (1º), Dilano van’t Hoff, piloto holandês de 18 anos, morreu depois de sofrer um acidente durante uma corrida da Fórmula Regional Europeia (Freca), uma espécie de “categoria de base” da Fórmula 1, competição que é disputada no circuito de Spa-Francorchamps, na Bélgica. O acidente fatal aconteceu quando Dilano estava na última volta da corrida.

O piloto perdeu o controle do seu carro em um trecho da Kemmel Straight, cuja pista estava molhada pela chuva, e ficou “de lado” no meio da via de competição. Depois, o corredor de 18 anos foi atingido por outro piloto, Adam Fitzgerald, que não conseguiu desviar do colega de categoria. De acordo com o periódico belga La Derniere Heure/Les Sports, no momento do impacto a velocidade do veículo era de mais de 200 Km/h.

* Informações de Agências internacionais / Fotos: Getty Images e Reprodução

 

 

 

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ESPORTES

Arca é motivo de celebração para o Judô e Desporto do Espírito Santo

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A Assembleia Geral Extraordinária e Ordinária da Liga do Espírito Santo de Judô – LESJ, realizada neste sábado (5), em Vitória, marcou o início de um novo ciclo para a entidade, com a deliberação sobre a retomada de suas atividades, reforma do Estatuto Social, alteração da denominação e eleição da nova Diretoria e do Conselho Fiscal.

Durante a assembleia, Tiago Martins, gestor e excelente articulador, tem ótimo relacionamento com as comunidades. Foi eleito presidente, passando a liderar a instituição neste novo momento. A reunião também deliberou sobre a alteração da denominação social da entidade, dentro do processo de reorganização institucional que dá origem à ARCA.

A nova gestão assume com o propósito de fortalecer o judô e ampliar a atuação da entidade no desenvolvimento do esporte, especialmente na formação de atletas, projetos sociais, iniciação esportiva e valorização das diversas modalidades esportivas.

A assembleia também contemplou a possibilidade de admissão de novos associados e filiados, além dos atos necessários à regularização, registro e pleno funcionamento da entidade.

Para o novo presidente, o momento representa a oportunidade de construir uma instituição mais ampla, participativa e comprometida com a transformação por meio do esporte.

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“Assumo a liderança tda ARCA com muita responsabilidade e gratidão. Nosso objetivo é unir pessoas, fortalecer o judô/desporto e fazer do esporte uma ferramenta cada vez mais efetiva de formação, inclusão e transformação social. Temos muito trabalho pela frente e queremos construir essa nova história juntos”.

Com o lema “Esporte, movimento que transforma”, a ARCA inicia essa nova etapa reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento esportivo e humano no Espírito Santo e com um calendário repleto de atividades.

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  • Fonte: Assessoria da entidade – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – ARCA

 

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