Polícia
Preso homem que tinha submetralhadora para ser usada em invasões de terras no Norte capixaba
POLÌCIA
Pode ser coincidência, mas as invasões de propriedades privadas voltaram a acontecer após a ascensão do novo governo do País. Os casos aconteceram no Sul da Bahia, em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. No Espírito Santo não tem, ao que parece, relação com essa mudança no Governo Federal, até porque essas invasões não se caracterizam como tendo o MST envolvido e sim um grupo que manipula alguns quilombolas e são recorrentes em áreas da Suzano, no município de Conceição da Barra, Norte do Espírito Santo.
Neste sábado (11), policiais militares prenderam, em estacionamento de supermercado em Linhares, um homem que tinha em seu poder uma submetralhadoras e dois carregadores com munições para essa arma, e estavam escondidas em um veículo no qual viajava com outras duas pessoas, uma delas uma mulher proprietária do Fiat-Siena, placa MRS 5801.
Todos foram conduzidos para a delegacia de Polícia Civil da cidade de Linhares, onde Evangelista Custódio da Silva confessou ter adquirido a arma e carregadores, em uma feira no município de Vila Velha, pelo valor de R$ 1.500. Disse em seu depoimento que a arma era para ser usada contra os seguranças da empresa Suzano, propriedade das áreas invadidas.
Com relação as outras duas pessoas, que aparecem no relatório de registro da ocorrência da Polícia Militar, entraram como testemunhas. Ivany Storari do Carmo Rocha relatou aos policiais que tinha um relacionamento com Evangelista Custódio e que não tinha conhecimento da presença da arma dentro do seu veículo. Disse terem adquiridos um terreno em Conceição da Barra e haviam parado no supermercado para fazer compras de alimentos e estavam indo para o assentamento rural, localizado próximo à Fazenda Paraíso, onde tinham adquirido o lote. Quanto a José Ramos do Nascimento, disse que nada sabia sobre a arma e carregadores encontrados debaixo de um dos bancos do veículo, que estava apenas acompanhando os dois nessa viagem para Conceição da Barra.
Vale destacar que a arma foi testada na delegacia e estava em perfeito funcionamento.
A empresa de celulose Suzano tem sido vítima de um grupo de invasores que tentam convencer algumas pessoas para engrossar a legião de invasores prometendo lotes para construir suas casas e, existem relatos que marcam lotes para serem vendidos por preços módicos, mesmo sabendo que não têm nenhuma legalidade patrimonial, uma vez que a área é de propriedade da Suzano, que está sempre entrando na justiça para reaver o que lhe pertence e a demora para que isso aconteça prejudica a empresa e a sua produtividade.
- Com informações do relatório da Polícia Militar
- Foto: Divulgação – Polícia Civil – Reprodução: Bahia Extremo Sul
POLÌCIA
Polícia Federal investiga desvio de recursos públicos no ES e na BA
Operação Nêmesis 15 cumpre mandados de busca e apreensão; esquema envolvia direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro. Daniel da Açaí foi prefeito de São Mateus entre 2017 e 2024 e seria um dos envolvidos em esquema de fraudes em licitação
São Mateus – ES
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/4), a Operação Nêmesis, para desarticular um esquema de corrupção e de desvio de recursos em contratos da administração municipal.
Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Mateus/ES, de Linhares/ES, de Valença/BA e de Teixeira de Freitas/BA. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de até R$ 1,2 milhão nas contas dos 15 investigados. Os mandados foram expedidos pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

A investigação aponta que o grupo utilizava irregularmente atas de registro de preços de outros órgãos para burlar licitações. Com a atuação coordenada entre agentes públicos e empresários, havia o direcionamento de contratações e o superfaturamento de serviços para o posterior pagamento de propina.
Durante as diligências de hoje, os policiais apreenderam, aproximadamente, R$ 2 milhões em cheques, R$ 86 mil em espécie e três veículos. Para dissimular a origem ilícita dos valores e as movimentações financeiras atípicas, o grupo utilizava pessoas interpostas e empresas de fachada.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, de corrupção ativa e passiva e de lavagem de capitais.
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- Polícia Federal / Comunicação Social ES – Conteúdo
- Foto destaque: Crédito – PF / Comunicação
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