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Alcolumbre diz que não pautará impeachment de Moraes

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Recado do presidente do Senado foi dado na quarta-feira (6/8) antes de a oposição protocolar o pedido o novo pedido de impeachment do ministro

Por Israel Medeiros* – Brasília / DF

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), disse na última quarta-feira (6/8) que não vai pautar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A fala se deu na reunião de líderes do Senado realizada na residência oficial do Senado.

Alcolumbre disse aos senadores que a questão não é “numérica”, mas sim de uma avaliação jurídica. Deixou claro, ainda, que o responsável pela decisão é ele, embora tenha prometido avaliar novos pedidos com responsabilidade.

A reunião se deu antes de a oposição protocolar, nesta quinta-feira (7), o processo de impeachment do ministro do Supremo. Essa era uma das pautas do grupo que ocupou os plenários tanto do Senado quanto na Câmara na terça-feira (5) e na quarta.

Na mesma reunião, Alcolumbre decidiu que a sessão do plenário desta quinta-feira seria realizada de forma semipresencial. Também deu um recado à oposição: disse que não aceitaria “intimidações” ou “tentativas de constrangimento”.

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 “O parlamento não será refém de ações que visem desestabilizar seu funcionamento. Seguiremos votando matérias de interesse da população, como o projeto que assegura a isenção do Imposto de Renda para milhões de brasileiros que recebem até dois salários mínimos”, disse.

O projeto em questão isenta de IR quem ganha até R$ 3.036 e foi aprovado na sessão desta quinta-feira.

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  • Correio Braziliense – Conteúdo
  • Foto/Destaque: crédito: Jefferson Rudy / Agência Senado

 

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Deputado capixaba é o autor do projeto que cria regras para bicicletas elétricas que exige cadastro e capacete

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Proposta também define idade mínima para condução desses veículos

Brasília (DF)

O Projeto de Lei 4920/25 estabelece normas gerais para a circulação de bicicletas elétricas e motorizadas em todo o país. O texto define idade mínima para condutores, torna obrigatório o uso de capacete e cria um cadastro nacional para esses veículos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

O objetivo da medida, de autoria do deputado Dr. Victor Linhalis (Pode-ES), é padronizar as regras de trânsito e aumentar a segurança, diante do crescimento do uso desses equipamentos nas cidades.

O deputado argumenta que o aumento de acidentes com bicicletas elétricas tem gerado graves consequências para a saúde pública, citando o crescimento de traumatismos cranianos.

“O crescimento exponencial do uso de bicicletas elétricas e motorizadas, embora represente um avanço bem-vindo na mobilidade urbana sustentável, trouxe consigo um aumento expressivo no número de acidentes”, afirmou Linhalis. Ele destaca ainda que a exigência do capacete é “medida indispensável para a proteção da vida”.

Idade mínima

Pelo texto, a condução de bicicletas elétricas e motorizadas só será permitida para maiores de 15 anos. O uso de capacete certificado pelo Inmetro, com viseira ou óculos de proteção, será obrigatório tanto para quem pilota quanto para o passageiro.

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As bicicletas deverão ter equipamentos obrigatórios, como campainha, iluminação dianteira (branca) e traseira (vermelha) e refletores laterais. O projeto proíbe expressamente o uso de celular ou fones de ouvido durante a condução.

Limites de velocidade

A proposta define limites específicos de velocidade para garantir a segurança de pedestres e ciclistas:

  • 6 km/h em áreas de circulação de pedestres e calçadas (permitido apenas onde não houver ciclovia);
  • 25 km/h em ciclovias e ciclofaixas;
  • 32 km/h em outras vias urbanas (mediante autorização).

Combate à adulteração

O projeto proíbe a modificação da potência ou da velocidade máxima original das bicicletas. Quem for flagrado com veículo adulterado sofrerá multa e apreensão da bicicleta. Oficinas e lojas que realizarem esse serviço poderão ser interditadas e pagar multa em dobro.

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O texto cria o Cadastro Nacional de Bicicletas Elétricas (CNBE), que será gratuito e vinculado ao CPF ou CNPJ do proprietário. As bicicletas deverão ter um QR Code para facilitar a fiscalização e a identificação em casos de roubo ou furto.

Empresas de entrega

As empresas de aplicativos de entrega que utilizem esses veículos deverão treinar seus entregadores sobre segurança viária e exigir o cumprimento da lei. O descumprimento pode levar à suspensão das atividades da empresa.

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Próximos passos

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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  • Fonte: Agência Câmara de Notícias
  • Foto Destaque: Crédito – Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

 

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