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Marcio Lyrio é um nome a ser avaliado para o próximo pleito eleitoral

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São Mateus / ES

Ainda não é pré-candidato, mas a possibilidade pode vir a ser uma realidade

Em um município que não tem lideranças políticas confiáveis e comprometidas com o seu desenvolvimento, começam a aparecer nomes que acendem uma luz no final do túnel.

O empresário do segmento da educação, o mateense Marcio Lyrio, vem sendo assediado por amigos e pessoas comuns, a pensar na possibilidade de colocar seu nome em futura eleição municipal para disputar o cargo de prefeito do município de São Mateus. Ele, que não é político, mas como cidadão e empresário sempre esteve acompanhando o desenrolar da política da sua terra, e vem analisando e avaliando essa possibilidade de ser um pré-candidato fora da mesmice que virou característica da política mateense. “Quebrar esse paradigma pode ter chegado a hora”, disse humildemente.

Perguntado sobre atrapalhar o irmão, Carlinhos Lyrio, Márcio acredita que ele já teve várias oportunidades e é preciso renovar com novas ideias, propostas e novos nomes para que a vida política do município seja arejada e com novas perspectivas.

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Faltam dois anos para o novo pleito eleitoral, mas é natural, diante do cenário caótico em que vive o município e nada é feito para reverter essa situação, aparecer novos nomes. Mas, para muitos, não basta apenas nomes, é necessário que venha acompanhado de credibilidade, capacidade de gestão e compromisso verdadeiro com o desenvolvimento do município.

“Márcio Lyrio, é o primeiro nome a aparecer, fora do circuito atrasado e carcomido da política mateense”, disse o aposentado Marcílio Amorim dos Santos, morador do bairro Sernamby, que sempre acompanhou as eleições. “Chega de votar nesses mesmos, porque nada fizeram para melhorar a vida do nosso povo e da nossa cidade”, completou.

  • Foto: Reprodução da Internet

 

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Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6×1

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Proposta prevê também redução de jornada a 40 horas semanais

Brasília – DF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na noite desta terça-feira (14), o projeto de lei que prevê o fim com a escala de seis dias trabalhados para um de descanso (6×1), e reduz a jornada de trabalho para, no máximo, 40 horas semanais.

A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial. Segundo o texto, a proposta é reduzir o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial.

A escala passaria a ser de cinco dias trabalhados para dois dias de descanso.

O presidente Lula, em postagem nas redes sociais, salientou que a proposta seguiu com “urgência constitucional, o que faz com que o Legislativo tenha 45 dias para a deliberação da matéria. 

De acordo com Lula, o envio da proposta tem relação com a dignidade das famílias brasileiras, “de quem constrói o Brasil todos os dias”. O presidente ressaltou que a jornada menor não prevê qualquer redução no salário. 

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Conforme o governo, a proposta abrange também trabalhadores domésticoscomerciários, atletasaeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela Consolidação das Leis do Trabalho.

Ainda de acordo com o Executivo, a proposta tem aplicação geral. “O limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados”, informa.

Veja o que prevê o projeto de lei: 

    • Jornada semanal: limite passa de 44 para 40 horas
    • Descanso ampliado: ao menos dois dias de repouso semanal remunerado
    • Novo padrão: consolidação do modelo 5×2 e redução das horas trabalhadas
    • Salário protegido: vedada qualquer redução salarial
    • Abrangência ampla: inclui domésticos, comerciário, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela CLT e leis especiais.
    • Aplicação geral: limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados
  • Flexibilidade: mantém escalas como 12hx36 por acordo coletivo, respeitada a média de 40 horas por semana
  • —————————————————————————–
  • Informações da Presidência da República
  • *Foto destaque: Crédito – Marcelo Camargo / Agência Brasil
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