Ação de Governo
Governo do Estado lança a Operação Colheita em São Mateus
POLÍTICA & GOVERNO
O governador do Estado em exercício, Ricardo Ferraço, lançou, nesta sexta-feira (28), em solenidade no município de São Mateus, a Operação Colheita 2025, que tem como objetivo reforçar a segurança no meio rural durante o período das colheitas. A operação será realizada pela Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) em 73 municípios do Espírito Santo entre os dias 1º de abril e 30 de novembro.
Serão investidos R$ 6,6 milhões para o pagamento da Indenização Suplementar de Escala Operacional (ISEO) para os policiais militares que atuarão no reforço do policiamento rural. O reforço da segurança busca garantir a proteção de produtores, trabalhadores, comerciantes e moradores, considerando o aumento da circulação de pessoas, mercadorias e valores nesse período.
“Estamos hoje na região norte capixaba para iniciar a Operação Colheita 2025, que faz parte do nosso programa Estado Presente em Defesa da Vida, que vem ajudando na diminuição da criminalidade em nosso Estado ano após ano. Este local foi escolhido para o lançamento por ser uma região estratégica para nossa cafeicultura. Graças ao empenho dos nossos produtores rurais, estamos vendo bons resultados, com o café Conilon se destacando. É uma verdadeira riqueza que gera renda, trabalho e emprego em toda a região. Durante este período de colheita, estamos reforçando o efetivo da Polícia Militar e de todo o sistema de Segurança Pública, incluindo a Polícia Civil”, afirmou o governador em exercício.
Ricardo Ferraço destacou que o Estado investe em inteligência e integração das forças de segurança para garantir mais segurança para a população, incluindo, os produtores rurais e suas famílias: “Como governador em exercício, estou aqui representando o governador Renato Casagrande, que orienta que o nosso sistema de Segurança Pública esteja ao lado da produção rural e da nossa população. É isso que estamos comprometidos a fazer. A presença da polícia será constante, assegurando que a nossa colheita aconteça em um ambiente seguro e produtivo.”
A Polícia Militar intensificará o patrulhamento promovendo visitas tranquilizadoras a propriedades e estabelecimentos comerciais, além de abordagens a veículos e pessoas, visando inibir a ação de criminosos e coibir possíveis infrações, principalmente durante esse período de maior movimentação de trabalhadores e circulação de mercadorias.
“A Operação Colheita foi criada para pagarmos a folga do policial e conseguirmos colocar um patrulhamento mais efetivo nas zonas rurais do Estado. Muitas pessoas chegam de fora para trabalhar nas lavouras na época de colheita e, com isso, vem essa questão da circulação de desconhecidos, aumento do consumo de drogas, dos casos de crimes patrimoniais e temos que inibir isso. Além disso, temos um aumento significativo do preço do café, da pimenta, entre outros, que podem chamar atenção de quem está mal intencionado. Esse é o objetivo. Evitar que crimes assim aconteçam”, reforçou o secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Leonardo Damasceno.

O governador em exercício, Ricardo Ferraço e o prefeito de São Mateus, Marcus Batista, cumprimentando uma moradora – Foto: Secom
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Douglas Caus, enfatizou o compromisso da corporação com a segurança no meio rural. “A Operação Colheita proporciona mais tranquilidade para os agricultores e trabalhadores do campo. Com patrulhamento especializado e visitas tranquilizadoras, reforçamos a presença policial e fortalecemos a relação com a comunidade rural”, ressaltou.
Também estiveram presentes os prefeitos Marcus Batista (São Mateus), Marcos Guerra (Jaguaré), Lubiana Barrigueira (Nova Venécia) e Kleilson Rezende (Pedro Canário); o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos; os deputados estaduais Raquel Lessa, Janete de Sá e Toninho da Emater; além dos secretários de Estado, Enio Bergoli (Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca) e Junior Abreu (Casa Civil).
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* Fonte: Governo do Estado / Assessoria de Comunicação – Conteúdo
* Fotos: Luscivani Lopes / Secom
POLÍTICA & GOVERNO
Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6×1
Proposta prevê também redução de jornada a 40 horas semanais
Brasília – DF
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na noite desta terça-feira (14), o projeto de lei que prevê o fim com a escala de seis dias trabalhados para um de descanso (6×1), e reduz a jornada de trabalho para, no máximo, 40 horas semanais.
A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial. Segundo o texto, a proposta é reduzir o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial.
A escala passaria a ser de cinco dias trabalhados para dois dias de descanso.
O presidente Lula, em postagem nas redes sociais, salientou que a proposta seguiu com “urgência constitucional, o que faz com que o Legislativo tenha 45 dias para a deliberação da matéria.
De acordo com Lula, o envio da proposta tem relação com a dignidade das famílias brasileiras, “de quem constrói o Brasil todos os dias”. O presidente ressaltou que a jornada menor não prevê qualquer redução no salário.
Conforme o governo, a proposta abrange também trabalhadores domésticos, comerciários, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela Consolidação das Leis do Trabalho.
Ainda de acordo com o Executivo, a proposta tem aplicação geral. “O limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados”, informa.
Veja o que prevê o projeto de lei:
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- Jornada semanal: limite passa de 44 para 40 horas
- Descanso ampliado: ao menos dois dias de repouso semanal remunerado
- Novo padrão: consolidação do modelo 5×2 e redução das horas trabalhadas
- Salário protegido: vedada qualquer redução salarial
- Abrangência ampla: inclui domésticos, comerciário, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela CLT e leis especiais.
- Aplicação geral: limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados
- Flexibilidade: mantém escalas como 12hx36 por acordo coletivo, respeitada a média de 40 horas por semana
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- Informações da Presidência da República
- *Foto destaque: Crédito – Marcelo Camargo / Agência Brasil
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