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Eleições em Vitória

Cris Samorini será vice na chapa à reeleição de Lorenzo Pazolini

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Política / Eleições

O nome da ex-presidente da Findes foi confirmado nesta quarta-feira (14)

Vitória / ES

A ex-presidente da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), Cris Samorini (PP), será candidata a vice-prefeita de Vitória na chapa à reeleição encabeçada pelo atual prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos).

Ela se filiou ao PP no dia 4 de abril e deixou o comando da Findes no final de julho. A escolha pelo PP, segundo ela, foi por identificação e relacionamento.

Cris Samorini e Lorenzo Pazolini vão disputar a Prefeitura de Vitória. Foto: Republicanos/Divulgação

Cris disse ter uma boa relação com os dois deputados federais do partido (Da Vitória e Evair) e com as bandeiras do PP, até por conta de sua atuação, além da Findes, na diretoria da Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

As demandas da CNI acabaram aproximando a empresária do Congresso – lembrando que a Câmara Federal é presidida por Arthur Lira, um dos caciques do PP.

Cris Samorini é empresária, natural de Vitória, graduada em Administração de Empresas, com MBA em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral e em Marketing pela FGV. Cris nasceu em 6 de outubro de 1978. Ela foi presidente da Findes – gestão (2020-2024) -, sendo a primeira mulher a ocupar o cargo em 65 anos de história da instituição.

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É diretora comercial da Grafitusa, primeira indústria gráfica do Espírito Santo, que completou 100 anos em 2020. Cris Samorini tem mais de 20 anos dedicados ao associativismo. Faz parte da gestão 2023-2027 da Confederação Nacional da Indústria (CNI) como 1ª diretora Financeira.

“Um nome que vem agregar e dar continuidade às conquistas alcançadas ao longo da gestão, reconhecida por sua excelência e por ter a melhor máquina pública do País”, disse Pazolini. Segundo o prefeito, a escolha foi realizada com base na vasta experiência da empresária.

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* Da Redação / Com informação Folha Vitória – conteúdo Erika Santos

 * Foto: Thiago Soares / Folha Vitória

 

 

 

 

 

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Política / Eleições

Marcos do Val, após ser excluído de sabatinas da Rede Gazeta, aciona a Justiça Eleitoral

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O senador Marcos Do Val (Avante-ES), candidato à reeleição ao Senado Federal, ingressou nesta segunda-feira (14) com representação e pedido de tutela de urgência no Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo contra a Rede Gazeta (TV Gazeta e Rádio CBN Vitória), após ser excluído da rodada de entrevistas com candidatos ao Senado que a emissora promove entre os dias 14 e 18 de setembro.

Segundo a campanha, a Rede Gazeta havia comunicado previamente aos candidatos, em reunião realizada em 20 de agosto, que participariam das sabatinas aqueles que atingissem 5% ou mais na última pesquisa estimulada de intenção de voto do instituto Quaest, contratada pela própria emissora. Marcos Do Val cumpriu esse critério: na pesquisa Quaest divulgada em 27 de agosto, o senador obteve exatamente 5% no cenário estimulado para a primeira vaga ao Senado.

Apesar disso, a emissora o excluiu da lista de sabatinados alegando que ele não teria atingido o percentual — usando, para isso, um recorte “consolidado” da pesquisa, não divulgado nem explicado aos candidatos como critério de corte, e conhecido apenas depois de apurado o resultado. Trata-se, segundo a campanha, de parâmetro que não constava das regras originalmente apresentadas e que teria sido aplicado para produzir a exclusão do senador.

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Na representação protocolada no TRE-ES, a defesa do senador pede a inclusão imediata de Marcos Do Val na rodada de entrevistas ou, subsidiariamente, a realização de sabatina em condições equivalentes às oferecidas aos demais candidatos, antes do dia 4 de outubro, data da eleição.

“A Rede Gazeta criou uma regra, eu cumpri a regra, e ainda assim fui excluído por um critério inventado depois que o resultado já era conhecido. Isso não é jornalismo imparcial, é seleção arbitrária de quem pode ou não falar com o eleitor capixaba”, afirma o senador.

Marcos Do Val reforça que não se opõe à existência de um critério objetivo de corte para as sabatinas — pelo contrário, defende que esse critério exista e seja aplicado de forma igual a todos. O que contesta é o uso de uma pesquisa realizada num momento ainda inicial da campanha, antes de os candidatos terem tido oportunidade plena de se apresentar ao eleitor e expor suas propostas, como parâmetro definitivo e insuscetível de revisão — sobretudo quando aplicado de forma seletiva, prejudicando apenas um dos candidatos que o atingiu.

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Para o senador, o episódio expõe um padrão mais amplo: candidaturas como a sua, que historicamente fazem oposição frontal ao sistema político, ideológico e econômico que governa o país há décadas, enfrentam resistência crescente de parte da grande mídia em 2026 — resistência que, no entender do senador, se manifesta também na forma como esses veículos moldam o acesso dos candidatos a seu público. Marcos Do Val lembra ainda que sua exclusão priva do contato direto com a cobertura da Rede Gazeta não apenas um candidato, mas um senador eleito e em pleno exercício do mandato.

A campanha espera pronta resposta da Justiça Eleitoral e reafirma confiança de que a decisão da emissora será revista, assegurando a Marcos Do Val o mesmo espaço concedido aos demais candidatos que atingiram o critério anunciado.

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Sobre Marcos do Val:
Marcos Ribeiro do Val é senador da República pelo Espírito Santo, eleito em 2018, e candidato à reeleição pelo Avante nas Eleições 2026.

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  • Matéria veiculada na mídia capixaba
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais

 

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