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Justiça em Ação

MPES pede nova apuração em caso de veterinária morta em Santa Teresa

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POLÌCIA

Segundo o MPES, há indícios de que a veterinária Carolina Fabres, de 37 anos, tenha sido morta a mando de alguém

Por Guilherme Lage*

O Ministério Público do Espírito Santo (MPES) pediu à Polícia Civil novas apurações no caso da morte da veterinária Carolina Fabres, encontrada morta dentro de um carro de luxo capotado, em Santa Teresa, região Serrana do Espírito Santo, em setembro de 2022.

Segundo o MPES, há indícios de que a veterinária de 37 anos tenha sido morta a mando de alguém. À época do crime, o caso foi tratado como acidente de trânsito.

Apesar disso, após a necropsia, realizada no Instituto Médico Legal (IML), de Vitória, duas perfurações foram encontradas no pescoço da veterinária.

De acordo com a polícia, a vítima tinha ido comprar ração para animais e estava voltando para casa. A última ligação foi para o marido.

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* Folha Vitória – Conteúdo

* Foto/Destaque: Reprodução / FV

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POLÌCIA

Polícia Federal investiga desvio de recursos públicos no ES e na BA

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Operação Nêmesis 15 cumpre mandados de busca e apreensão; esquema envolvia direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro. Daniel da Açaí foi prefeito de São Mateus entre 2017 e 2024 e seria um dos envolvidos em esquema de fraudes em licitação

São Mateus – ES

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/4), a Operação Nêmesis, para desarticular um esquema de corrupção e de desvio de recursos em contratos da administração municipal. 

Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Mateus/ES, de Linhares/ES, de Valença/BA e de Teixeira de Freitas/BA. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de até R$ 1,2 milhão nas contas dos 15 investigados. Os mandados foram expedidos pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

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A investigação aponta que o grupo utilizava irregularmente atas de registro de preços de outros órgãos para burlar licitações. Com a atuação coordenada entre agentes públicos e empresários, havia o direcionamento de contratações e o superfaturamento de serviços para o posterior pagamento de propina.

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Durante as diligências de hoje, os policiais apreenderam, aproximadamente, R$ 2 milhões em cheques, R$ 86 mil em espécie e três veículos. Para dissimular a origem ilícita dos valores e as movimentações financeiras atípicas, o grupo utilizava pessoas interpostas e empresas de fachada.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, de corrupção ativa e passiva e de lavagem de capitais.

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  • Polícia Federal / Comunicação Social ES – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – PF / Comunicação

 

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