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Caso de Polícia

Justiça do Rio manda prender Oruam e cita falhas repetidas na tornozeleira eletrônica

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A Justiça do Rio de Janeiro expediu nesta terça (03/02) um mandado de prisão preventiva contra Oruam, após apontar descumprimento de medidas cautelares e falhas no monitoramento da tornozeleira

Por Quintino Gomes Freire* – Rio de Janeiro / RJ

A Justiça do Rio de Janeiro expediu, nesta terça-feira (03/02), um mandado de prisão preventiva contra Oruam. A decisão é da juíza Tula Correa de Melo, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que apontou descumprimento reiterado das medidas cautelares impostas ao artista.

Segundo o que consta no processo, relatórios de monitoramento da tornozeleira eletrônica indicaram falhas recorrentes no uso do equipamento. Parte dos registros de novembro e dezembro foi tratada como inconclusiva por não trazer dados claros de local e horário.

A decisão do TJ também levou em conta o que aconteceu na segunda-feira (02/02), quando o Superior Tribunal de Justiça revogou a liminar de habeas corpus que mantinha Oruam em liberdade com medidas alternativas. A liminar tinha sido concedida em setembro pelo ministro Joel Paciornik.

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Na avaliação do STJ, houve “descumprimento reiterado ou injustificado” das cautelares, principalmente por falhas na manutenção da tornozeleira carregada e funcionando. O tribunal cita 28 interrupções em 43 dias, com episódios frequentes à noite e em fins de semana, o que teria inviabilizado a fiscalização do recolhimento.

Oruam foi preso em julho de 2025 após ser indiciado por sete crimes, incluindo tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. Depois, o cantor acabou denunciado por tentativa de homicídio contra policiais.

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  • Diário do Rio – Conteúdo
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Polícia Federal investiga desvio de recursos públicos no ES e na BA

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Operação Nêmesis 15 cumpre mandados de busca e apreensão; esquema envolvia direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro. Daniel da Açaí foi prefeito de São Mateus entre 2017 e 2024 e seria um dos envolvidos em esquema de fraudes em licitação

São Mateus – ES

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/4), a Operação Nêmesis, para desarticular um esquema de corrupção e de desvio de recursos em contratos da administração municipal. 

Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Mateus/ES, de Linhares/ES, de Valença/BA e de Teixeira de Freitas/BA. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de até R$ 1,2 milhão nas contas dos 15 investigados. Os mandados foram expedidos pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

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A investigação aponta que o grupo utilizava irregularmente atas de registro de preços de outros órgãos para burlar licitações. Com a atuação coordenada entre agentes públicos e empresários, havia o direcionamento de contratações e o superfaturamento de serviços para o posterior pagamento de propina.

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Durante as diligências de hoje, os policiais apreenderam, aproximadamente, R$ 2 milhões em cheques, R$ 86 mil em espécie e três veículos. Para dissimular a origem ilícita dos valores e as movimentações financeiras atípicas, o grupo utilizava pessoas interpostas e empresas de fachada.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, de corrupção ativa e passiva e de lavagem de capitais.

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  • Polícia Federal / Comunicação Social ES – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – PF / Comunicação

 

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