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internacional / Protesto

Milhares de colombianos vão às ruas pedir “Fora Petro”

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INTERNACIONAL

Cresce o número de rejeição e de protestos contra o governo do socialista Gustavo Petro, atual presidente da Colômbia

Bogotá – Colômbia

Milhares de colombianos foram às ruas das principais cidades do país para demonstrarem sua oposição as políticas do presidente socialista e ex-militante da extinta guerrilha M-19, Gustavo Petro. Os manifestantes aproveitaram a oportunidade para demonstrar apoio a Israel. As manifestações aconteceram quarta-feira (6).

Segundo informações da polícia, cerca de 52 mil pessoas participaram dos protestos convocados “para salvar” a Colômbia, em um evento que transcorreu de forma pacífica, sem ocorrência de tumultos.

Entre gritos de “Fora, Petro” e “Não queremos uma ditadura como a de Cuba”, as vozes dissidentes ecoaram em meio aos dados da mais recente pesquisa de fevereiro, revelando uma taxa de desaprovação do presidente em 58%, apesar de uma ligeira elevação na sua aprovação nos últimos meses.

Apoiando Israel, a bandeira colombiana foi erguida ao lado da estrela de Davi durante a manifestação, enquanto dezenas de milhares de manifestantes em Bogotá marchavam do Parque Nacional em direção à Praça Bolívar, expressando suposta insatisfação com a corrupção e as políticas de Petro.

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Um outro grupo de manifestantes, estavam marchando pelas ruas da capital com uma grande bandeira azul e branca, justificaram sua escolha como uma forma de protestar contra o presidente colombiano, que, segundo eles, enfraquecia o Exército colombiano que tem Israel como um dos seus principais parceiros no combate à guerrilhas e tráfico de drogas dos cartéis colombianos.

A “marcha das maiorias” reuniu milhares de pessoas em todo o país, com faixas, cartazes e slogans proclamando “Fora, Petro”.

As manifestações foram uma iniciativa liderada tanto pela oposição do movimento cidadã, quanto por militantes do Centro Democrático de direita, que deram voz às diferentes críticas ao governo do socialista Gustavo Petro nas ruas.

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* Com informações de agências internacionais

* Foto: Reprodução Redes Sociais

 

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INTERNACIONAL

Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo

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Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas

Sarah Khalifaapresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.

Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.

Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.

De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.

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A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.

Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.

Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.

A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.

Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.

O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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